Olá pessoal! Eu estou de volta para continuar a história que comecei em Happy Hours.
Então sob a Perspectiva de Nathan vou mostrar a vocês o ponto de vista dele para tudo o que passou e para tudo o que irá passar na vida desse casal que teve o curso da vida alterado por um happy hour.
Vou começar avisando que não vou postar somente essa estória, vou escrever junto outra chamada Play With Fire, simultâneamente, então as postagens vão aer longas como em HH e com algum espaçamento. Vou deixar as datas pretendo postar antes, pra que vocês tenham ideia de quando vou postar um novo capítulo.
Porto Príncipe- Haiti, 2010
Desembarquei em Porto Príncipe às dez horas da manhã do dia dez de janeiro. Um belo domingo na capital e tratei de me instalar no meu hotel favorito, o Marriott Port au prince. Deitei na cama e descansei um pouco para que o jet-lag não aatrapalhasse os meus negócios. À noite fui encontrar Mitchel para uma bebida no bar.
-O que você está fazendo por aqui cara?
Perguntou ele me abraçando.
-Negócios.
Respondo.
-O de sempre.
Retrucou bebendo o seu Whisky.
-E você também.
Se tinha uma coisa em comum entre as nossas vidas é que são regidas pelo trabalho.
-O que você vai fazer dessa vez?
E começou a entrevista, ele nunca perde o hábito.
-Um grande investidor no turismo de Porto Príncipe quer maximizar a proteção dos navios no território haitiano. E quer contar com apoio aéreo, os militares que controlam o tráfego também se associaram e pediram a minha participação no projeto. Então meus drones vão mapear a região e monitorá-la.
Explico.
-E de quantos milhões estamos falando?
Curioso...
-Entre quinze e trinta milhões de dólares dependendo da quantidade de drones que eles vão querer, vou fechar o negócio amanhã de manhã, providênciar a entrega e enfim ensiná-los a governar os meus pequenos monstrinhos.
Sorrio e ele me acompanha, bebo o resto do meu drink me despeço do meu amigo. Afinal terei muitos milhões à ganhar.
(...)
Entrei no Palácio de Porto Príncipe sendo acompanhado pelo meus futuros sócios para discutir o contrato. Na sala que possuía uma mesa redonda de madeira no centro estava o prefeito e seus acessores, entramos e começamos a trabalhar. Saí do Palácio com vinte milhões de dólares no bolso e vinte mil drones programados vendidos, uma palestra de instrução amanhã e tudo estaria terminado. Depois de um dia de sucesso a capital do Haiti tinha vinte milhões de motivos para parecer mais bela.
No dia doze de janeiro meia hora depois de sair do hotel sinto a terra tremer, no fim da tarde as coisas começam a desmoronar pessoas gritando e correndo para todos os lados e eu simplesmente não sabia para onde ir ou o que fazer, então voltei ao Marriott onde encontrei Mitchel calmo como se o mundo não estivesse desabando ao redor.
-Mitchel, você tem como sair daqui?
Eu estava com medo de não conseguir sair logo.
-O helicóptero vai pousar em quinze minutos. Sente-se te dou uma carona.
Eu apenas sentei e tentei me acalmar. No horário o helicóptero pousou e nós subimos, Mitchel ficou ao lado do piloto e eu fiquei atrás após decolarmos houve um balanço brusco, seguido uma perda de altitude e um balanço ainda mais brusco, meu coração acelerou e eu pensei que íamos morrer. Maldita hora que resolvi ir atrás da cabeça de Mitchel e voar durante um terremoto. Começamos a cair e o piloto havia desmaiado.
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Damn Hours
RomanceNathaniel Sykles se apaixonou por Easy Bates mas acabou perdendo-a por uma atitude impensada. Mesmo sabendo que ela também era apaixonada por ele se manteve afastado, atendendo a um pedido dela. Tudo mudou quando foi sequestrado por Tomas Moore, um...
