Abri mão do meu nome por tiDeixei de lado as cores do cabelo só pra te fazer sorrir
E agora?Bem, tu se foi, e estou aquiIndigente e incolor, no peito toda dor
E no estomago as borboletas morrendo em forma de apelo,aos poucos de desgosto desde que me abandonou
Como pôde ser tão frio em pleno Dezembro?
Como pôde ser tão vazio em meio ao amor?
Como pôde retornar pros braços dela, sendo que os meus abraços a ti cedi?
Me fez infinita, finitas vezes, me fez sentir bonita, fez brotar a sensação de que vivi.
Agora, percebo, que nunca servi.
BINABASA MO ANG
Não me chamo Clarissa
PoetrySabe, sempre fui observadora. Dia após dia, reparava no mundo, e não me sentia parte dele, pensei algumas, muitas vezes que nunca faria parte daquilo, e olha, que nem sabia o que de fato era “aquilo”. As pessoas andando na rua, esbarrando seus corpo...
