- Pai? - Falou Júnior surpreso. O homem baixo, magro, de óculos de grau, sorria. - O que faz aqui? - Júnior não conseguia decifrar o que ele estaria pensando, ele tinha se divorciado da Emmy, há três anos, e tinha viajado a trabalho.
- Vim ver você, vou passa umas semanas trabalhando por aqui. - Júnior se levantou da cadeira, e o encarou, quando o pai ia o abraçar ele recuou.
- Raquel, você não disse que minha mãe estava nós esperando? - perguntou ele sério.
- Bom foi o que ela me disse. - Sussurrou.
- Falei com ela para levá-lo para casa.
- Vamos pega um táxi, Kell. - Falou, e puxou Raquel pelo braço.
- Deixa eu leva você filho. - Falou o homem pondo a mão do ombro de Júnior, que parou e olhou para a mão do pai.
- Não precisa da uma de pai, no fim do segundo tempo, okay? - falou o encarando sério. - Pode continua seu "trabalho", não se preocupe comigo, já aprende a me virar nesses 3 anos, e Minha mãe já é o bastante. - o sorriso do homem fugiu, e ficou parado enquanto Júnior e Raquel, ia para um táxi que estava parado ali perto.
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- Cadê a Kell? - perguntou Anne ao bater na porta da casa de Raquel.
- Não está. - Falou Giovani.
- Sério isso? - quase gritou ela.
- Não precisa grita, ok? - falou Giovani fazendo careta.
- Quem tá gritando, garoto? - rebateu ela o encarando.
- Deve está chegando, ela foi ver o Júnior. - Gritou a mãe de Raquel da cozinha de Giovani revira os olhos, e voltou para o sofá - Deve está chegando. - Anne foi até o sofá e se sentou a uma certa distância do Giovani.
- Sério? - debochou Anne. - Não tem um filme de terror de verdade, "Gritos Mortais"?
- Oh... então gosta de filme de terror, flor?
- Flor sua... uma ova, seu palhaço, e isso é filme de terror onde? - falou Ela rindo.
- A casa de cera, Flor. - riu Giovani.
- Coisa de bebê, Querido. - Riu alto Anne.
- O chamado. - falou ele confiante.
- Aaa vá uma garota descabelada saindo do poço? - ela ergueu uma sobrancelha.
- A maldição de Chuck. - Gritou ele, já sem paciência.
- Chatoooooo. - Rebateu ela.
- Anabelle? - perguntou ele franzino o cento.
- É de Bonecos, e é deve ser chato também. - Falou ela e ele sorriu.
- Então não assistiu Anabelle? - perguntou ele sorrindo.
- Não por que estou cheia de ver bonecos possuidos. - o sorriso dele se a largou.
- Te desafio a assistir.
- Brincadeira, né? - Falou ela indignada. - deve ser mais um filme de bebês.
- Está com medo, Flor? - debochou Giovani.
- Quê? Claro que não, ora, só acho sem graça esses filmes de bonecos a maldiçoados. - Falou revirando os olhos.
- Oh que bom, vamos assistir a noite esse, que tal Jogos Mortais agora? - Ele sorriu, mostrando a capa do DVD que tinha dois dedos.
- Tá okay, estava pensando em assistir mesmo.
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Amargo Amor Doce
RandomUm amor Doce e Um amor amargo, o doce é apaixonadamente fofo, enquanto o Amargo uma promessa para se viver.
