Capítulo 22: Pai?

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- Pai? - Falou Júnior surpreso. O homem baixo, magro, de óculos de grau, sorria. - O que faz aqui? - Júnior não conseguia decifrar o que ele estaria pensando, ele tinha se divorciado da Emmy, há três anos, e tinha viajado a trabalho.

- Vim ver você, vou passa umas semanas trabalhando por aqui. - Júnior se levantou da cadeira, e o encarou, quando o pai ia o abraçar ele recuou.

- Raquel, você não disse que minha mãe estava nós esperando? - perguntou ele sério.

- Bom foi o que ela me disse. - Sussurrou.

- Falei com ela para levá-lo para casa.

- Vamos pega um táxi, Kell. - Falou, e puxou Raquel pelo braço.

- Deixa eu leva você filho. - Falou o homem pondo a mão do ombro de Júnior, que parou e olhou para a mão do pai.

- Não precisa da uma de pai, no fim do segundo tempo, okay? - falou o encarando sério. - Pode continua seu "trabalho", não se preocupe comigo, já aprende a me virar nesses 3 anos, e Minha mãe já é o bastante. - o sorriso do homem fugiu, e ficou parado enquanto Júnior e Raquel, ia para um táxi que estava parado ali perto.

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- Cadê a Kell? - perguntou Anne ao bater na porta da casa de Raquel.

- Não está. - Falou Giovani.

- Sério isso? - quase gritou ela.

- Não precisa grita, ok? - falou Giovani fazendo careta.

- Quem tá gritando, garoto? - rebateu ela o encarando.

- Deve está chegando, ela foi ver o Júnior. - Gritou a mãe de Raquel da cozinha de Giovani revira os olhos, e voltou para o sofá - Deve está chegando. - Anne foi até o sofá e se sentou a uma certa distância do Giovani.

- Sério? - debochou Anne. - Não tem um filme de terror de verdade, "Gritos Mortais"?

- Oh... então gosta de filme de terror, flor?

- Flor sua... uma ova, seu palhaço, e isso é filme de terror onde? - falou Ela rindo.

- A casa de cera, Flor. - riu Giovani.

- Coisa de bebê, Querido. - Riu alto Anne.

- O chamado. - falou ele confiante.

- Aaa vá uma garota descabelada saindo do poço? - ela ergueu uma sobrancelha.

- A maldição de Chuck. - Gritou ele, já sem paciência.

- Chatoooooo. - Rebateu ela.

- Anabelle? - perguntou ele franzino o cento.

- É de Bonecos, e é deve ser chato também. - Falou ela e ele sorriu.

- Então não assistiu Anabelle? - perguntou ele sorrindo.

- Não por que estou cheia de ver bonecos possuidos. - o sorriso dele se a largou.

- Te desafio a assistir.

- Brincadeira, né? - Falou ela indignada. - deve ser mais um filme de bebês.

- Está com medo, Flor? - debochou Giovani.

- Quê? Claro que não, ora, só acho sem graça esses filmes de bonecos a maldiçoados. - Falou revirando os olhos.

- Oh que bom, vamos assistir a noite esse, que tal Jogos Mortais agora? - Ele sorriu, mostrando a capa do DVD que tinha dois dedos.

- Tá okay, estava pensando em assistir mesmo.

Amargo Amor DoceWhere stories live. Discover now