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Hoje é Sábado 8 horas, Gerluce vai para Casa da Dona Josefa como todos os fim de semana. O dia está calmo, o tempo está de sol e quente. Gerluce ainda anda com decotes como antigamente, ela não mudou de visual. Maya fica com a avó Lígia em casa.

Quando Gerluce entrou na Mansão ela estava com uma sensação estranha e com um aperto no peito, mas estava feliz de ver a Dona Josefa. Ela estava na sala na poltrona dela como todas as manhãs depois do Café da manhã.

G: Olá Dona Josefa, tudo bem com a senhora?

Dona J: Olá Budi Budi, sim está e com você?

G: Está. A Gislene não está?

Dona J : Não, foi às compras e ...

Ela pausou a frase e olhava muitas vezes para as escadas. Gerluce entendeu que ela queria falar mais algo e pergunta:

G: a senhora ia dizes mais alguma coisa?
O que tem as escadas?
Você quer algo que eu vá buscar?

Dona J: Não filha, olha ... senta aqui tenho algo a dizer antes que você se assuste.

Gerluce não dize nada, sentou-se ao lado de Dona Josefa e a olhou desconfiada.

Dona J: Você já ouviu que a Arminda saiu da Prisão né?
O Rogério já tinha falado com você.

G: Sim eu sei, mas o que tem?

Dona J: Ela está lá em cima no quarto antigo dela ...

Gerluce olha chucada não sabe o que dizer. Dona Josefa olha para ela e continuou a falar.

Dona J: Ela vaio ontem a noite, eu e ela conversamos muito. Ela vai morar aqui e eu vou dar uma 2 oportunidade a ela.
A Arminda parece ter mudado, está mais calma, toma medicação, não foi tão fria como sempre, o meu coração de mãe reconhece quando ela fala a verdade, ela tá arrependida... eu quero acreditar e ajudar lá.

G: Eu nem sei o que falar, eu não confio nela, mas a senhora é que sabe.
Eu ainda tenho muito medo dela mas ...

Gerluce parou de falar porque sente uma presença e passos lentos do lado das escadas e congela completamente, ela ainda não olhou.

Arminda tava a descer a escadas a pilhar em direção a Mãe e Gerluce. O coração dela estava acelerado em ver Gerluce depois de tantos anos, ela nunca admitiria mas ela sentia saudades dela, das brigas e dela por perto, já antigamente ela sentia alguma coisa diferente quando estava perto de Gerluce, ainda mais quando Gerluce encarava a Dona Cobra frente a frente sem medo.

Arminda tinha entrado na Sala e começa logo a falar.

A: Olha, olha quem está aqui.

Dona J: Arminda você dormiu bem?

A: Sim. O que a Gerluce está aqui a fazer?

G: Eu aos fim de semana fico aqui a tomar conta da sua mãe para a minha mãe e a Cláudia poder descansar.
Algum problema?

A: A então vou ver a miss chacrinha mais vezes que lindo.

G: Dona Arminda você sabe o meu nome porque você ainda me chama assim so porque moro lá?

A: Não gosta do apelido?
Eu acho o muito íntimo... não gosta?

Arminda dá passos para frente. Gerluce começou a olhar para ela, olhos no olhos. Gerluce alevanta automaticamente para não se assentir rebaixada e pequena. Elas estavam poucos passos de distância  uma da outra. Dona Josefa olhava as duas com um sorriso fraco porque ela tinha flashbacks de antigamente - tesão. Ela nunca falou nada porque depois Gerluce começou a conhecer Paulinho e ela esqueceu o que pensava. Mas hoje ela repara que não mudou nada entre elas, parece que tanto uma como a outra não conseguem sem a outra, gostem de brigas e amostravam assim que até gostam algo na outra.

G: Não, não gosta, eu quero que você me chame pelo o meu nome.

A: Tá bom. Você está muito tensa.

Arminda dá mais um passo em frente. Gerluce fica nervosa, mas também dá um para não parecer fraca, e cruza os braços. Arminda sorri manhosa, sem perceber os olhos verdes começam a descer para os lábios da morena, depois descem mais até o decote. Gerluce fica mais tensa mas fala.

G: Oi os meus olhos estão aqui em cima.

Arminda ficou nervosa. Olhou para os olhos castanhos de novo. Faz um passo em frente e para ninguém perceber que tava a ficar com uma sensação estranha no coração e com calor no corpo, ela começou a provocar.

A: Eu não tenho culpa que você amostra os seus peitos assim, uma pessoa tem vontade de olhar. não é proibido.

Depois Geluce queria rebater mas Arminda virou as costas e saiu. Geluce ficou toda vermelha e olhou para Dona Josefa com vergonha. Dona Josefa estava a rir.

G: Você ainda ri? Ainda diz que ela mudou ela ainda gosta de me tirar do sério.

Dona J: Ai Geluce eu acho a vossa química tão linda, vocês são únicas.

G: Química? Eu estou com raiva.

Dona J: Pois pois.

Geluce sabia que estava com muita raiva mas ao mesmo tempo estava com outras sensações depois de ouvir as últimas frases de Arminda e ainda ouvir aquilo da Dona Josefa. O coração dela estava acelerado e ela achava estranha porque não era raiva e ódio mas sim ela tinha outros pensamentos.

No meio de tudo ela prestou atenção como Arminda veio para a sala, achava-lá linda, ela usava um vestido simples preto que assentava nas curvas. Geluce também prestou atenção quando sai da sala como ela andava e olha ali de cima a baixo e ficou presa na bunda antes de olhar para Dona Josefa, ela estava vermelhar e com vergonha porque percebeu o que tinha feito e para onde olhava.

O dia passou assim entre conversas, risadas e brincadeiras.
Geluce ficou até as 21 horas em casa da Dona Josefa. Comerão a noite juntas, e depois Geluce a ajudou a deitar no quarto.

Arminda não apareceu mais. Ela está no quarto. Pensava na conversa com Geluce, no momento em que olho para o decote e quando Geluce entendeu isso e rebateu. Ela odiava a Geluce mas também tinha um desejo estranho quando estava perto dela. "Ela tem uns lábios gostosos eu gostaria de mordê-los". Foi o que Arminda pensou. Ela assustou-se com esses pensamentos que tinha de Geluce. E foi assim que ela foi dormir.

Geluce já estava em casa na cama, também pensava na Dona Cobra "eu odeio aquela mulher, mas ela está ainda mais linda e sabe intimidar ainda mais as pessoas". Geluce percebeu o que estava a pensar e tentou não pensar mais nela, e depois de algum tempo ela também adormeceu.

Continuação Três Graças - GERMINDA e RONILDADes histoires addictives. Découvrez maintenant