O vento gélido passava entre os cabelos dourados do príncipe, os bagunçando levemente. O clima era gélido, a brisa mexia as flores daquele imenso jardim.
Flores de todos os tipos, de uma variação imensa de cores. O jovem herdeiro segurava um rosa, tão vermelha que contratava bem com sua pele tão pálida quanto leite.
- . . . Ahh..
Um suspiro cansado soava de seus lábios, tingidos de carmim naturalmente. Não era de se espantar seu cansaço, como um sucessor ao trono mal tinha tempo para o lazer.
- Mariah, o que faz aí?
Levando o olhar para porta, arima se deparava com sua própria rainha atual dali.
Ela trajava um esvoassante vestido rosa claro, com detalhes em branco. Era belíssimo para um dama.
- Venha, hoje terá aulas diferentes.
Soaria gentil, caso seu rosto não exibisse um sorriso estranho de se ver. Era rígido, forçado a se estender aos lados, não duvidaria caso sorrisos pintados em bonecas de porcelana soassem mais gentis e agradáveis.
A mulher estava irritada novamente, assim como todo os dias dês do acontecido. Mariah deveria estar feliz, pelo menos agora não precisava usar vestidos e cuidar de um cabelo exageradamente grande.
Em um silêncio cortante, ele se levanta passando pela mulher.
Algo que saísse de sua rotina estava sendo incrivelmente comum ultimamente, de um jeito drasticamente corrido. As aulas eram dadas por um senhor nobre, com uma educação espetacular.
Ainda que secretamente apenas o entregue um livro, indo fazer qualquer outra coisa que não envolvesse ensinar um garoto que mal muito sobre tais exigências mornacas básicas.
Ao chegar o diálogo fora bastante breve, com um apontar para o livro e palavras secas e breves.
- Escolha algo e execute.
Era cortante. Porém não era como se fosse difícil de escolher algo. Também, não era como se esperasse que aquele senhor passasse algo de útil, mal fala as páginas do livro. Um professor tão terrível quanto os que fingem saber o que ensinam.
O livro era vasto, e Mariah sabia o mesmo de ponta cabeça caso questionado sobre o conteúdo de suas páginas amareladas.
Então, o jovem garoto apenas se virou, indo para o próprio quarto. Vestir roupas mais simples era essencial para o que ecolhera.
Uma blusa branca, por cima um colete vermelho vinho e um sobretudo preto. Não se esquecendo de suas luvas pálidas. Nada muito nobre, pondo a rosa pega anteriormente sobre a cama.
Um príncipe deve-se conhecer o povo e seus mares, tratar os problemas nele e tratar oposições. Ainda mais quando se é um novo príncipe.
Mal demorou para chegar até o pátio, saindo do castelo como se fosse um mero funcionário.
Dando passos curtos, sua visão sobre o lugar era breve. O povo burguês aparecia aos montes em volta do castelo, se estendendo por todo o centro.
Talvez os manter fosse difícil, como na França.
Não era organizado, pessoas negociavam preços por toda parte, alguns reclamando da qualidade ou até mesmo questionando se possuíam algo em específico.
Crianças agarravam as saias de suas mães, pedindo algo que não compreendia ao certo, até levar o olhar para o lugar que as crianças apontavam. Era um teatro de rua talvez cultural deste lugar.
Dentre as pessoas reunidas alí, havia um alerquin, um pierrot e uma garota vestida de bailarina.
A atenção do garoto se decipou alí, como se sugasse por inteiro. Quando era menor, participou de atos de ballet em teatro, o que permitiu assistir peças de teatro.
