capitulo unico!

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COREIA- 15 de janeiro/ 2018
Seul

Mais um dia... eu cansei dessas férias, nem minhas músicas me salva mais, tudo que eu faço além de ser escrava da minha mãe é olhar pela janela, esperando que um meteoro caia em cima de mim; mas enfim, não vou levantar.

20 dias depois

Pai -Han Byul... acorda, vai perder a aula.

Mais um dia, pelo menos vou poder sair desse cheiro de drogas, e essa poeira, eu não sei como ele aguenta.
Quem olha nem suspeita, o quanto minha vida é uma merda, ser a única filha que sobrou pra cuidar do pai que nunca esteve lúcido, nos últimos 5 anos; é melhor eu para de reclamar pra não piorar, como se tivesse essa possibilidade.
Depois de reclamar da droga da vida que venho levando, tive coragem de levantar e me arrumar para ir pra escola. Ao pisar fora daquele lugar que chamo de casa, o sol veio em minha cara; mais um dia como outro qualquer, onde o sol dar pra derreter qualquer um.
Para todos aquele era um dia lindo e ensolarado, mas para mim significava ter que aguentar meu pai bêbado dando chilique, eu odiava dias assim; por mais que eu já tivesse acostumada a aguentar isso, em dias assim ele piorava, e a maioria das vezes eu tinha que buscar ele no bar que tinha perto da minha casa, é um horror.
Naquele mesmo dia, na volta da escola, entrando em casa, percebi que meu pai não estava lá, então logo suponhei que estava no mesmo bar de sempre, mas dessa vez estava decidida que não iria buscar ele, mais isso foi em vão; quando deu 1h da manhã acordei com gritos de meu pai que tinha acabado de chegar do bar bêbado, quando me levantei da cama para ir ver sua situação, me deparei com o meu pai,com sua testa sangrando, e uma garrafa de bebida na mão; geralmente eu nunca me preocupava com as merdas que meu pai fazia, mas dessa vez aquela merda avia o machucado; - pai oque aconteceu com você, deixa eu ver... Eu fui em sua direção preocupada, tentei ver seu ferimento que jorrava sangue, mas em troca da minha preocupação, meu pai quebrou a garrafa de vidro em minha cabeça dizendo, - saia de perto de mim! Quero saber porque você não foi me buscar sua imprstavel, eu te criei para aque?eu te criei para fingir que teu pai nem existe? Saia daqui agora!.
Na hora cai com o impacto, enquanto ele gritava comigo; aquela noite foi a minha última noite, eu não aquentava mais aquilo; depois que conseguir focar a visão, com dificuldade, me levantei, e fui para o meu quarto, enquanto meu pai sentava no sofá, e ligava aquela droga de TV; entrei em meu quarto disposta a acabar com aquilo, então peguei uma corda que tinha quardada, a amarrei no telhado com um banco e dei um nó; aquela foi a minha última noite. Mas minha história não acaba por aí, pois minha alma foi escolhida para sofrer, e fazer as pessoas sofrerem, já que fui escolhida por Gênese Primordial para ser a deusa dos medos, e é aí que fui criada.
Em meu mundo sou chamada de Zara-Yukumi, ou a Deusa dos medos, mas mesmo sendo criada em Gênese Primordial, fui criada para vagar pelo universo, sendo alimentada pelo medo que os humanos transmitem, com os quais me fortaleço cada vez mais, já que estes seres são cheios de medo.
Mesmo depois de me matar para fugir do sofrimento e medo que sofria, fui escolhida para vagar por constelações, me alimentando dos mesmos sentimentos que me tiraram da terra.
Na mesma terra que deixei,vago observando os humanos, que aliás, acho seres bem Insignificantes; e tão imprestáveis ao ponto de não se ajudarem.
Em uma de minhas voltas pela terra percebi algo estranho,os humanos estavam cada vez mais fracos, e desesperados por algo que faltará, então olhei para cima e vi a falta de algumas estrelas no céu, então decidi ir para a Galácia; e percebi que várias estrelas estavam morrendo rápido demais, e isso não era normal; as estrelas que morriam era as mesmas que significavam a esperança dos seres, foi então que me deparei com um ser estranho, ao qual nunca avia visto; ele descia na terra e escolhia sentenças de humanos e sugava suas esperanças e forças, os deixando loucos. Quando ele voltava ao nada onde vivemos ele se fortalecia, e cada vez que ele se fortalecia, avia um pequeno buracos negro que crescia junto a ele; eu o observava, todos os dias, e via o ficar cada vez mais forte, até que algo me encomomou; por que ele fazia isso?, eu pensava isso todos os dias até que fui até que, quando vi, ele estava crescendo descontroladamente, e isso me preocupou, por mais que não me importasse com seres tão insignificantes como os humanos, eu não conseguia me conter, então esperei uma de suas voltas pela terra e fui falar com ele, - oque estais fazendo com estes seres?. Ele me olhou sem nenhuma reação e disse, - eu estou dando um fim nessa pequenas pragas. Olhei para ele com desaprovação e lê disse, - e dá onde tirou essa ideia que pode os destruir? Ele se aproximou, - des de quando olhei para você e lhe perguntei algo? Onde que você um ser tão inferior a mim, tem o direito de me impedir? Agora sai do meu caminho e me deixe continuar.

Eu me aproximei dele calmamente, mas por dentro furiosa, e disse - se eu tivesse olhos, eles estariam refletindo a falta de inteligência de sua parte. Olha para mim e veja se tenho tamanho demonstração de insignificância; eu venho te avisar que se não parar agora, eu te extermino de onde não deverias nem ter aparecido. Ele me olhou com fúria nos olhos e me disse, - Quem é você para que faça eu ,Nihilor originalizado de Orion, que lhe obedeça.
- se eu tivesse lê perguntado tais informações faria sentido sua apresentação, mas pelo que me lembro não lhe direcionei nenhuma pergunta do tipo. Quando lhe disse essa coisas ele se irou, deixando tudo ao redor pesado, tão pesado ao ponto de me fazer ajoelhar, em seus pés. Ali ele pegou em meu queixo, apertando-o, logo ele sugou de mim todas as minhas forças, as quais saíram pela espiral que tinha em meu rosto; depois de tirar os medos que me mantinha forte o suficiente para ficar de pé, ele me prendeu em correntes, tão pesadas quanto a dor que sentirá quando era humana. - Deusa dos medos, conhecida até pelos humanos, e temida por todos que a conhecem; essa é a mesma que acabei de prender em minhas correntes, a onde a deixarem para ver estes seres que tanto se importou, morrerem na minha mão.
Ao ouvir essa palavras, algo de mim saiu como se fosse lágrimas; cada gota que caia, virava meteoros, e quanto mais dor eu sentia mais lágrimas caiam demonstrando a dor e o sofrimento que meu corpo sentia.

"Madrugada do dia 13 de novembro de 1833 "

Durante milhares de anos, eu absorvi o medo de todos os seres do universo. Cada pesadelo, cada lágrima, cada desespero aumentava meu poder, mas também me aprisionava em correntes cósmicas forjadas pelo próprio Nihilor.

Cada meteoro carregava um medo que ela havia retirado de alguém. Até que percebi uma verdade que nunca havia compreendido: o medo não existe para ser destruído, mas para ser enfrentado.
Então fiz um sacrifício.

Com um grito que ecou pelas galáxias, eu quebrei as minha próprias correntes. Milhões de meteoros nasceram de minhas lágrimas e se espalham pelo universo. Ao tocar oplaneta, eles libertam as pessoas dos medos que as controlavam.
Até que meu corpo começa a desaparecer, transformando-se em poeira estelar, mas antes de sumir tive o prazer de sorrir pela primeira vez.
Minha morte trouxe a vida a uma nova constelação; e dizem que quando meteoros cai em do céu são minhas antigas lágrimas.

Caro leitor (a), essa é uma história fictícia, vinda de uma imaginação juvenil dando a vida a uma possível origem,sobre a maior chuva de meteoros do mundo. A personagem principal foi inspirada por uma criação de uma aluna do colégio Cetep araci ba.

Deusa dos Medos Stories to obsess over. Discover now