Eu nunca tinha pensado muito sobre o amor até conhecê-lo. Mas ainda não gostaria de apresentá-lo neste início de narrativa, mas gostaria de falar sobre uma analogia que criei por conta desse ser. Todos dizem que não existem regras para o amor, mas eu acho que elas deveriam existir... a primeira seria tomar cuidado com quem se apaixona, a segunda, não se apaixone por seres não humanos e a terceira e última, nunca se apaixone pelo Deus Nórdico da trapaça. Eu sei que essas são regras muito específicas, mas a história que vou contar vai explicar o porquê de eu achar que essas regras deveriam existir.
Bom preciso contar um pouco sobre mim, é tão clichê, eu devo deixar o meu caro leitor na curiosidade??? Bom acho que vocês deveriam saber mais para o meio, mas vou falar um pouco sobre mim, eu sou um conjunto de raridades, sou alto, é eu sei que isso não é raro, eu tinha 1,84 isso que na época em que tudo começou eu tinha apenas 17 anos, e hoje tenho 1,88. Agora vamos às raridades, eu sou uma pessoa albina, para ser mais raro eu tenho heterocromia, um de meus olhos é de um verde quase transparente e o outro é de um cinza quase branco, tenho cabelos branco e não possuo nem um pelo sequer, mesmo hoje aos 24 anos, fora o cabelo, as sobrancelhas e os cílios , eu não possuo nem barba, e nem pelos nas pernas, e não ,eu não raspo eles simplesmente não nascem, tenho também leves sardas espalhadas em torno da minha zona T do rosto, bom acho que isso é mais que o suficiente para o início de uma narrativa, agora o leitor terá que descobrir se quiser saber mais os detalhes.
Voltando ao Deus nórdico da trapaça, bom acho que essa descrição eu não farei agora, pois ele nem aparece no início desta narrativa, mas tudo que os leitores precisam saber é que não devem invocá-lo por mera curiosidade sobre sua existência, afinal ele pode ser um tanto quanto irritante para os não habituados à sua forma de agir, e mesmo para os habituados, e pessoas que estudaram muito sobre ele, ele pode ser irritante, mas me estendi demais neste prólogo então, acho melhor prosseguir com minha história. Mas antes preciso dizer que não é normal isso que estou fazendo, alguém na minha atual posição jamais escreveria a sua própria história afinal sempre temos alguém para escrevê-la em nosso lugar, mas graças a exceções que foram concedidas a mim, posso estar escrevendo pessoalmente esta dissertação sobre o transcorrer de minha vida, caberá a meu leitor se continuarei narrando mais sobre isto ou não, este adendo explicando isso foi ideia de Odin, para deixar claro o fato de eu só estar escrevendo este livro com minhas próprias mãos, é pelo que segundo ele é um capricho infantil e sem menor sentido, mas é isso que escritores fazem não é mesmo??? Mesmo pessoas que não estão na minha atual posição poderiam fazer uso de outrem para escrever suas histórias, mas a sensação de estar à frente da narrativa sempre vai acalentar a alma do escritor, mesmo quando este está em uma posição onde não há pessoas para questioná-lo, ou quase isso. Então desde já quero tecer meus agradecimentos primeiro a Thor que usou de sua influência para que este livro fosse escrito por este que vos fala, e segundo a Odin que em sua infinita necessidade de uma amaciada ao ego permitiu meu pedido caprichoso e infantil e por fim a Loki, cujo qual sem a existência não haveria história para contar e eu estaria de mãos atadas, assim dito posso dar continuidade a minha exegese. Vivendo onde vivo sempre se tem conhecimento de mais e pouca utilidades para vários deles, afinal sempre ficamos muito atoa, raramente interferimos no mundo humano, nossos conhecimentos são basicamente usados ou em grandes crises, ou para distração, mas ultimamente não tem havido muitas crises que envolvam nossos seguidores, e Odin se recusa a se envolver com não devotos aos deuses nórdicos, a menos que tenha interesse específico no humano em questão. Por tanto espero que o leitor possa julgar por si só o que venho apresentar.
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Entre Deuses e Desejos
RomanceThor está furioso. Odin está indiferente. E o coração do protagonista está irremediavelmente perdido. Entre gritos, regras quebradas e paixões que desafiam o divino, esta é a história de um amor que não deveria existir - e que, por isso mesmo, é imp...
