QUEM TÁ VIVO SEMPRE APARECE NÉ?!!
E com isso eu voltei galera! Com uma one das minhas mamães caitvi,
História baseada na música "numa ilha" da Marina Sena
Leiam a história ouvindo a música para melhorar a experiência de vocês.
Agora chega de blá blá e vamo pra históriaaa!
A ilha parecia não existir em nenhum mapa de Piltover ou Zaun. Talvez fosse por isso que Caitlyn Kiramman não a questionava. Pela primeira vez em muito tempo, ela não queria respostas, só queria ficar.
E Vi estava ali.
Descalça, com os pés afundando na areia morna, Caitlyn observava o mar escuro refletindo a luz da lua. Era quase hipnotizante. O brilho prateado dançando nas ondas, o som suave quebrando o silêncio da noite. Tudo parecia... mágico.
- Você tá pensando demais, Cupcake - Vi disse, surgindo atrás dela.
Caitlyn nem percebeu quando ela se aproximou. Só sentiu os braços fortes envolvendo sua cintura e o calor que vinha junto. Um contraste perfeito com a brisa salgada.
- Estou tentando entender como viemos parar aqui - respondeu Caitlyn, embora sua voz já não carregasse tanta lógica assim.
Vi soltou uma risada baixa, encostando o queixo no ombro dela.
- E eu tô tentando entender como você ainda liga pra isso.
Caitlyn virou o rosto, encontrando os olhos dela - intensos, vivos, impossíveis de ignorar.
- Talvez porque... - ela começou, mas parou.
Vi arqueou uma sobrancelha.
- Porque?
Caitlyn hesitou por um segundo, mas então deixou escapar
- Porque eu não quero que isso acabe.
Por um instante, o mundo pareceu parar. Só existiam elas, o mar e a lua.
Vi sorriu. Não aquele sorriso provocador de sempre - era mais leve, mais verdadeiro.
- Então não acaba - disse simplesmente.
Ela entrelaçou os dedos nos de Caitlyn e começou a puxá-la em direção à água.
- Vi- - Caitlyn tentou protestar, rindo. - Está fria!
- Você confia em mim?
A pergunta fez Caitlyn parar.
Ela olhou para o mar, depois para Vi. E então assentiu.
- Confio.
E foi o suficiente.
As duas correram juntas, rindo, até que a água alcançou seus tornozelos, depois os joelhos. O frio fez Caitlyn prender a respiração, mas logo se transformou em algo libertador. O vento bagunçava seus cabelos, e Vi não soltava sua mão.
Quando finalmente pararam, já mais fundo, a lua refletia ao redor delas como um espelho quebrado.
Vi se aproximou, devagar dessa vez.
- Sabe... - murmurou, - se essa lua fosse minha...
Caitlyn inclinou a cabeça, curiosa.
- O que você faria?
Vi deu um meio sorriso.
- Eu te levava comigo. Pra longe de tudo isso. Pra algum lugar onde nada pudesse encostar na gente.
Caitlyn sentiu o coração apertar - não de dor, mas de algo mais forte.
- Orbitar a Terra, talvez? - ela
sugeriu, com um leve tom de brincadeira.
Vi riu.
- É, algo assim.
O silêncio que seguiu não foi desconfortável. Era cheio. Vivo.
Vi encostou a testa na de Caitlyn.
- Eu te amo, sabia?
Caitlyn fechou os olhos por um instante. Aquilo não era algo que ela ouvia com frequência. Muito menos de alguém como Vi.
Mas ali... fazia sentido.
- Eu também te amo.
O beijo que veio depois foi calmo, sem pressa. Como se o tempo tivesse decidido dar espaço pra elas.
Dia seguinte
A manhã chegou suave.
Caitlyn acordou com a luz do sol entrando pela janela de madeira e o som distante das ondas. Por um momento, achou que tinha sonhado.
Até sentir.
O cheiro de café.
E Vi.
- Bom dia, dorminhoca - Vi disse, entrando com uma bandeja improvisada.
- Você... fez café? - Caitlyn perguntou, surpresa.
- Ei, eu tenho talentos escondidos.
Caitlyn se sentou, ainda meio sonolenta, mas sorrindo.
- E o que mais você sabe fazer?
Vi colocou a bandeja na cama e se inclinou, apoiando uma mão ao lado dela.
- Depende... você vai levantar pro dia ou prefere ficar aqui comigo?
Caitlyn olhou para o mar pela janela, depois para Vi.
E decidiu.
- Acho que... posso ficar mais um pouco.
Vi sorriu daquele jeito que fazia tudo parecer mais leve.
- Boa escolha, Cupcake.
E ali, entre risadas, café simples e a brisa do mar entrando pela janela, Caitlyn percebeu algo que nenhuma investigação jamais lhe ensinaria:
Algumas coisas não precisam ser entendidas.
Só vividas.
Como uma ilha mágica.
Como a lua refletindo no mar.
Como amar alguém... e, por um instante, sentir que o mundo inteiro orbitava ao redor disso.
Notas finais da autora: fim de mais uma one das minhas mamães que eu amei escrever, e sinceramente acho que vocês vão gostar de ler.
Não esqueçam de votar pois é uma forma de saber que vocês realmente gostaram e me impulsiona a escrever mais para vocês!
Me perdoem pelos erros, não revisei!
Beijão meus amores! Até a próximaaa!
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Numa Ilha
RomanceEm um raro momento de paz longe de Piltover e Zaun, Caitlyn Kiramman e Vi se encontram em uma ilha misteriosa, onde o tempo parece desacelerar e as preocupações deixam de existir. Entre o brilho da lua refletido no mar, mergulhos noturnos e manhãs p...
