Prefácio

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— Você não pode decidir o meu futuro, pai!

— Ah, eu posso sim, rapaz! Foi o meu dinheiro que bancou suas viagens pelo mundo, as festinhas com os amigos, as roupas de marca, enfim, a vida luxuosa ao qual está tão acostumado.

— E, isso te dá o controle da minha vida?

— Hum, deixe-me pensar... — Tamborilou os dedos no queixo. — Sim!

— Não preciso do seu dinheiro, posso me bancar sozinho.

Hahaha! Escarneceu. — Na primeira oportunidade, voltará rastejando e implorando por minha ajuda, ou melhor, minha carteira.

— Prefiro morrer! — Papai gargalhou de forma afrontosa.

— Gael, Gael. Não pense que suas palavras me abalam. Se isso acontecer, terei uma despesa a menos.

O Tempero do AmorWhere stories live. Discover now