1- CANSAÇO E CURA

77 8 0
                                        

Faziam alguns dias da batalha de Hogwarts e Hekate estava simplesmente cansada. Tudo nela doía, mas o que mais lhe doía era a sua alma que estava dilacerada de dor.

Houve muita morte e dor ao redor dela, e pessoas com que ela se importava e, até amava, se foram para sempre. Como Remus Lupin, que deveria ter sido seu padrinho honorário, mas que por culpa de outros nunca pode realmente estar na vida de Harry. Ou Fred Weasley, seu primeiro amor e namorado, que morreu salvando seu irmão em uma guerra em que nenhum deles deveria estar.

Tudo isso era demais para ela, e ela só queria descansar. Mas o mundo não pára só porque você está caído, ele continua girando. Ela se levantou de sua cama na Grimmauld Place, se lavou e foi até a cozinha onde um café já a esperava, graças ao Monstro. Depois se trocou e foi de flu até o beco diagonal, já tinha decidido ir resolver qualquer problema que tivesse sobre o roubo da taça. Era necessário, mas agora é só mais um problema para Hekate resolver.

Ao entrar no beco diagonal, Hekate conseguia ver bem o que a guerra causou, ou seja, muita destruição e dor

¡Ay! Esta imagen no sigue nuestras pautas de contenido. Para continuar la publicación, intente quitarla o subir otra.

Ao entrar no beco diagonal, Hekate conseguia ver bem o que a guerra causou, ou seja, muita destruição e dor. Haviam pessoas no chão mendigando pelo que comer, lojas fechadas e escuridão, mas o Banco Gringotes realmente parecia o mesmo, ao entrar nele ela foi encarada por todos os goblins pelo qual passava. Ela foi para a frente de um contador goblin e esperou até que fosse reconhecida.

-Ah, senhorita Potter, a que devemos o prazer dessa visita?- Perguntou o contador goblin.

-Vim conversar com alguém sobre o roubo que eu e meus amigos fizemos alguns dias atrás.- Disse Hekate.

-Entendo, Bannok, leve ela até Fangorn.- O contador goblin falou com um goblin próximo a ele.

Depois de entrar em um longo corredor e passar por várias portas, eles pararam em frente a uma delas, o goblin Bannok bateu na porta, a abriu e me pediu para entrar, depois falou com o goblin que estava atrás de uma mesa enorme e de aparência escuro e pesada.

-Senhorita Potter veio para falar do roubo e do incidente com o dragão.- O outro goblin acenou e fez sinal para ela sentar e Bannok sair.

-Bem senhorita Potter, depois de anos nos ignorando, a senhorita finalmente resolveu se apresentar no banco.- Disse o goblin chamado Fangorn.

-Ignorando, como assim?- Perguntou Hekate.

-Bem, nós enviamos a senhorita várias missivas para se apresentar no banco para que pudesse resolver os assuntos Potter e Black pendentes.

-Como assim? Eu nunca recebi nada do banco! E o que tenho que resolver sobre os Potter? É sobre o cofre que eu uso? E os Black? Eu não ganhei só uma casa e um elfo velho?- Hekate perguntou tudo isso rápido, pois estava se sentindo confusa. Já o goblin a encarava com um olhar indecifrável, e depois respirou fundo.

-Bem, senhorita Potter, acho que têm algo suspeito acontecendo, e como a senhorita é uma figura de interesse para o banco, gostaria de nos oferecer para fazer um diagnóstico completo, pois desde os 11 anos enviamos corujas para a senhorita sem resposta, e mesmo quando a senhorita vinha ao banco nunca permitiam que nos aproximarmos da senhorita. A senhorita permite o diagnóstico?-

Prazeres CulpadosHistorias para obsesionarse. Descúbrelo ahora