Capítulo UM

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Já se passaram dias e eu nunca o encontrava, tudo o que restava no final era uma casa destruído e a marca que o ladrão sempre deixava nas paredes das casas das suas vitimas, um desenho de uma máscara feito a sangue que eram das pessoas que ele sempre matava no final, eu estava ficando cada vez más louco com a investigação desse ladrão, ele não deixava nenhum rastro para trás e nem uma digital para me ajudar a descobrir quem e ele.

Depois de um dia cheio de trabalho eu decido ir para casa de carro, eu morava sozinho e quase não trazia tantas pessoas naquele lugar, eu preferia ficar no meu quarto mexendo no computador a procura de pistas sobre o ladrão que estou atrás, isso parece meio obsessão eu estar fazendo isso tudo...e eu estava mesmo obcecado. Eu estava deitado na cama olhando pro teto e me perguntando onde aquele Diabo estava e o que ele estava fazendo naquele momento, decido me levantar e sair um pouco para aliviar a minha mente desses pensamentos, pego o meu carro e vou dirigindo pela cidade que era até que bem pequena e todos dali conhecem uns aos outros, fiquei um bom até andando de carro até que eu recebo uma ligação vindo do meu celular que estava dentro do meu bolso da calça, pego o celular e atendo.

-Quem tá falando?- pergunto para a pessoa do outro lado da linha, ao invés dela responder eu só ouço a respiração da pessoa, aperto o celular com força pensando que alguém estava pegando uma peça em mim.

-Se for um trote eu vou desligar!- Grito para a pessoa do outro lado da linha, quando eu ia desligar eu ouço uma risada rouca e uma voz que fez a minha pele se arrepiar.

-Eu te deixei bravo, bebê?- Fico confuso e com mais raiva ainda com o que ele tinha me chamado, paro o carro em uma estrada que quase não tinha ninguém passando por ali e volto a falar com o estranho do celular.

-Quem e você?! E por que me caralhos me chamou de bebê!?- Não consigo segurar a minha a minha raiva e grito bem alto pro estranho que está na linha.

--Logo logo você vai me conhecer, senhor polícia, e respondendo a sua outro pergunta, eu gosto de te chamar assim porque você e um bebê...o MEU bebê- A última fala dele me deixa com o corpo arrepiado e sem saber o que falar para ele, mordo o meu lábio e decido desligar a ligação na cara dele, olho pro celular e vejo o número do desconhecido que me ligou, entro no contato dele e bloqueio o contato para a pessoa nunca mais me ligar, desligo o celular e guardo no bolso da calça, ligo o carro e decido sair daquela rua.

Eu não parava de pensar na ligação e na voz da pessoa, deu para perceber que era um homem falando só pela voz grossa e grave.

-Quem era ele? E por que caralho ele me chamou de seu bebê?!- Eram tantas perguntas passando na minha cabeça que eu quase não prestei atenção por onde estava dirigindo, respiro fundo e tento focar na estrada e voltar pra casa e tomar um belo banho é esquecer dessa ligação estranha  que recebi, depois de um tempo dirigindo eu chego em minha casa, estaciono o meu carro na garagem e entro dentro de casa em seguida,  olho em volto e vejo umas das minhas janelas abertas, quando eu saí eu tinha fechado ela...

-Devo ter esquecido, eu estava com tanta coisa na cabeça que eu nem devo tá lembrando que deixei aberto- Vou até a janela e fecho ele, quando eu fecho eu vejo uma rosa preta cair sobre os meus pés, me agacho e pego a rosa na mão e fico olhando ela.

-Como essa flor foi parar aqui?!- Me levanto com a rosa na mão e ouço um barulho vindo no meu quarto, viro o rosto para onde veio o barulho e fico em alerta, deixo a rosa em cima da mesa e vou andando em passos leves até o meu quarto que estava com a porta meio aberta, aperto os punhos com força e chuto a porta fazendo ela abrir com tudo, olho em volto do quarto e não vejo ninguém ali dentro, olho para a janela e vejo que ela estava aberta.

-Filho da puta! Ele fugiu!- Vou até a janela e olho para baixo tentando ver se tinha alguém ali, olho pro outro lado da rua e vejo um carro preto estacionado e vejo que tinha um homem ali dentro, me arrepio e entro no quarto, fecho a janela e olho em volto para ver se não estava faltando nada,  meus olhos vão direito a cama e fico de boca aberta com o que tinha ali em cima.

-UM BUQUÊ DE ROSAS?! MAIS QUE PORRA E ISSO?!- Grito em fúria e vou até o buquê e pego em minhas mãos, vejo que no meio das rosas tem um cartão ali, pego ele com os dedos e abro o bilhete, é começo a ler.

"Você nunca vai se livrar de mim, senhor polícia, eu estou te observando e vejo cada passo que você da, espero que você goste do buquê de rosas, são os seus favoritos né"

-Esse cara não sabe com quem está mexendo- Amassou o papel e vou até o banheiro e jogo o papel e o buquê na lixeira, eu não ia aceitar buquê de um maluco que invadiu  a minha casa e sabe qual rosas eu gosto, saio do banheiro e vou até o meu escritório que eu tinha em casa, me sento na cadeira de rodas e abro o notebook, eu não ia me estressar por coisa como isso, eu tenho mais coisas importantes a fazer e uma dessas coisas e encontrar "O diabo".

Noite sem leiTempat cerita menjadi hidup. Temukan sekarang