reencontro - Capítulo1

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Oioi, essa é a minha primeira fic, vai ser muito amadora e também vai ter erros de digitação, por conta que eu estou no tablet, essa fic (in)felizmente vai ter esses ships:

007n7 X Elliot
Azure X Two times
Mafioso X Chance
Natasha X Eunoia
(Vou ver se coloco mais ships)

Infelizmente, por que? Porque eu sou multishipper, eu tava me contorcendo para saber quem era para eu colocar com o 007n7🕊️🖤
Também queria adicionar Taph X Dussekar, mas não sei se eu coloco, depende de vocês.
Fiquem com o capítulo que veio direto de uma pessoa que usou uma planta enquanto escrevia

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Segunda-feira - 05:30 - 05.06.2025

O som do despertador tocava, logo foi desligado pelo o apostador, ele abria seus olhos devagar, seus olhos estavam com orelhas ainda, ele balançou as pernas fazendo uma birra silenciosa para não querer viver mais um dia naquele lugar. Ele resmungava se perguntando se deveria fazer isso, já que estava morto, não queria sair, não queria trabalhar, não queria se levantar, depois de muito tempo, ele decidiu levantar, seu quarto estava bagunçado, a cama desarrumada, lixo jogado pelo chão, fazia tempo que não limpava. Sua cabeça guiava seu corpo até seu banheiro, passava pelo corredor e via sua sala bagunçada que nem o seu quarto, ele ignora, fazia meses que não arrumava a casa em si. Quando entrou no banheiro, ele se deu de cara para o espelho e viu seu rosto cansado, não havia "vida" naquele rosto, mas que vida? Já estava morto, ele se recusava a fazer mais uma coisa, tem dificuldade em tudo, absolutamente tudo, ele joga a água molhada no seu rosto, e escova os dentes. Ele caminha para fora do banheiro, vai até sua cozinha e pega uma lasanha da geladeira, coloca no microondas, ele vai diretamente para o seu quarto na força da vontade e começa a tirar sua roupa preguiçosamente, ele pega sua camisa branca social, o seu jaleco, sua calça, seu cinto e sua gravata e seus óculos, ele pega um elástico preto e começa a fazer um rabo de cavalo no seu cabelo, o cabelo também estava sujo, tudo estava sujo nele, tudo... Desde o dia que... O som do microondas ecoava pela casa escura, ele pega a lasanha e se senta para comer, ele comia a lasanha devagar, ele era lento em si, o gosto da lasanha não tinha mais graça. Ele termina, ele deixa a lasanha jogada no lixo e sua colher na pia que havia um conjunto de louças, fedia, fedia muito. Ele pega o seu fone de ouvido e sua fedora que estava perto da bancada da porta, ele pega sua moeda e abre a porta, cores vibrantes entram na sua pele, ele abriu um sorriso grande, não parecia que estava mal, ele começou a caminhar pelas ruas com um sorriso ardente no rosto, ele cumprimentava as pessoas, ele era educado na visão delas, não parecia havia problemas. Mas por outro lado...

Uma lebre acordava pelo sol da manhã, sem enrolação, ele vai direto até o seu banheiro, havia uma grande diferença entre a casa do apostador e a dele, a casa da lebre era tão luxuosa, era tudo tão organizado e perfeito, o apartamento entre as outras, a grande janela na sala que dava pra vê tudo pela cidade, era tão gostoso. Ele liga o chuveiro entrando no banheiro, sua pele quente entrava no chuveiro, ele fecha os olhos, como se aquilo fosse uma terapia para ele mesmo, ele se afasta do chuveiro depois de alguns minutos e desliga, ele coloca a toalha na cintura e vai para o seu quarto, ele coloca seu terno, e coloca seu chapéu, ele vai até sua cozinha e começa a fazer café da manhã, extremamente preparado. Ele se senta para comer, era delicioso para ele, era bom, tinha graça, tinha "vida" naquilo que ele fazia. Ele termina de comer e vai até a louça para a pia para lavar, era delicado tudo em que fazia, como se alguém muito importante o observava. Ele termina e vai até seu escritório, ele se posiciona na sua cadeira e começa a fazer o que tinha que fazer, cobrar impostos ou outras coisas, em tudo aquilo que fazia tinha sentimento, em tudo aquilo que fazia tinha graça, em tudo aquilo que fazia... Não tinha graça sem ele, bom, ainda focado em suas coisas com uma expressão neutra, ele continuava fazendo as coisas deles, ele era rápido, diferente dele, ele que o ajudava quando estava devagar, era ele que motivava ele ainda viver quando vivos. Ele ouve o som do telefone tocar, ele pega o telefone, sua "irmã", Eunoia, ele atende e coloca o telefone no ouvido enquanto faz suas coisas.

You are Mine! (Doublefedora Mafioso X Chance)Stories to obsess over. Discover now