#01😋😋

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Era dia 27 de junho de 2025 quando tudo começou — e ninguém ali imaginava que aquele avião rumo a Orlando levaria muito mais do que malas cheias de expectativas: levava também sete corações prontos pra se encontrar.

Eu lembro de chegar no hotel com a sensação boa de liberdade. Mal sabia eu que nos quartos vizinhos estavam três meninas e dois meninos que mudariam tudo. A gente se encontrou pela primeira vez no saguão, esperando o guia liberar os quartos. Foi um papo rápido sobre os parques, mas a conexão foi instantânea. Era como se já fôssemos amigos de infância — e no fundo, acho que a gente era, só que de outras vidas.

Nos dias seguintes, viramos inseparáveis. Parques, shoppings, filas gigantes, churros com gosto de infância e risadas que ecoavam nos corredores do hotel. Nossas noites? Viraram verdadeiras resenhas — sempre no quarto de alguém (às vezes no meu, porque minha mãe e meus avós são os melhores do mundo). A gente se esparramava entre as camas, com sacos de doces abertos e conversas que iam de teorias conspiratórias da Disney até confissões sobre crushes e medos bobos.

Uma noite dessas, estávamos todos no meu quarto, rindo de alguma piada interna quando meu celular tocou. Era ele, meu namorado. Atendi com um sorriso:
— Gente, fala oi pro meu namorado! — E fui apresentando um por um. Ele riu, conversou com todo mundo e não demonstrou ciúmes nem por um segundo. Aquilo me deixou com o coração quentinho.

O grupo tinha uma energia única. *Menino 1* virou meu melhor amigo, daquele tipo que sabe quando eu tô fingindo que tô bem só pela minha respiração no áudio. Era hilário vê-lo fazendo lição de Duolingo no meio da bagunça só pra conseguir conversar com a gringa linda do parque (sim, eu peguei o @ dela pra ele — cupida profissional).

Enquanto isso, *menina 1* e *menino 2* estavam numa tensão romântica que dava vontade de rir e revirar os olhos ao mesmo tempo. Até que um dia ele puxou ela pela cintura bem na hora que a gente tava gravando vídeo juntas no espelho. Mostrei o dedo do meio pra eles enquanto dublava o áudio com a cara mais debochada do mundo — e precisei de muita força pra não rir. Spoiler: eles viraram casal, postamos no pvd falando que odiávamos ser vela, e ela repostou xingando a gente (com amor, claro).

*Menina 2* era minha parceira de alma. Andávamos grudadas, ríamos igual e sabíamos tudo uma da outra em questão de dias.

Já *menina 3*... ai, ela. Os pais dela eram mais rígidos, então nem sempre podiam deixá-la com a gente. Ela se sentia um pouco de fora às vezes, mas a gente sempre fazia questão de atualizar ela sobre tudo e inclui-la sempre que possível.

A gente tirou fotos icônicas na frente do castelo, aquelas que você olha e sente vontade de congelar o tempo. Cada uma parecia tirada da capa de um filme. E sobre as comprinhas... Bom, tive que comprar mais malas. Literalmente.

Quando a viagem acabou, choramos no aeroporto, mas logo no caminho de volta já estávamos rindo no grupo que criamos — com um nome tão icônico que dava vontade de tatuar. Desde então, a gente se encontra o tempo todo. A amizade virou parte de quem eu sou.

E o mais louco? Eu manifestei tudo isso. Cada segundo. E foi ainda melhor do que eu imaginava.

orlando 2025Where stories live. Discover now