Parte 1

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Eu sempre fui diferente dos demais garotos, fui crescendo fechado pois esse meu jeito e trajeito incomodava muito minha família, principalmente meu pai que é pastor e comandava a 6 meses uma igreja num vilarejo;
- Seu primo Renato vem ficar conosco, quero que dívida seu quarto até a gente terminar de ajeitar a casa.

Respondi apenas com um sim e voltei a organizar algumas atividades pro culto da noite.

No outro dia pela tarde meu primo Renato chegava de longe dava pra ouvir o sotaque diferente, que logo entrava e me dava um abraço de cumprimentos.
Renato) - Esta enorme guri.

Retribui timidamente as falas e o analisei, fazia muito tempo que não o via, aliás eu era criança a época.

Alto 1.80, e um olho azul de parar o trânsito; corpo parecia ser bacana, provavelmente por trás daquela camisetona despojada havia um belo corpo; branco e uma comunicação muito ágil, falava rápido e gostava de uma prosa.
- Coloca as coisas no quarto do Marcelo, lá que você vai dormi por uns dias.  (Dizia minha mãe Marta)

Recado dado e feito, meu quarto era nos fundos da casa, anexo a varanda, até nisso fui jogado de lado, a vantagem era a liberdade de organizar do jeito que queria.
- Que tela maneira você tem, olha vídeo gameeee (falava ele encantado)

Éh eu tenho, era meu refúgio, meu esconderijo, foi uma luta meu pai deixar eu trazer, ele me fez prometer não falar ou se quer convidar alguém pra jogar, segundo ele por der um vilarejo a moda antiga isso poderia ser entendido na igreja como um modernidade.

Logo meu primo foi se enturmando, meu pai estava todo alegre com a presença dele, esbravejava que Renato ia ajudar muito na obra.

Na primeira noite dormindo no meu quarto ele ficou de boa, me fez algumas perguntas que brevemente respondi,  só levei um susto ao ver ele de cueca, na hora que vi fiquei abismado com o pacote, tentei disfarçar, mas logo ele me informava que só dormia assim, de todo jeito voltei a me concentrar no meu jogo pra não dar lado pro pecado, torcendo pra que ele nao tenha percebido meu susto.

Quase uma semana do meu primo em casa e nada mudou, apenas o fato dele ser o queridinho da papai e as irmãs doidas achando ele o máximo até por ser prestativo e charmoso, mas eu ainda me pegava observando Caleb, suspirava por ele, afinal desde que chequei no vilarejo o achava muito bonito, mas claro sabia que era errado achar homem bonito, porém seu jeito me fazia gostar, ele era o baterista da igreja, moreno, magro, cheio de marra e um sorriso encantador, seus olhos  castanhos brilhavam e seu jeitão me fazia pensar e pensar.

Quando não ouço no pé do meu ouvido.
- Então esse é o boy?!?

Eu me virei era Renato que soltou e saiu de trás rumo ao coral das irmãs, notável que tinha me visto observar Caleb, na hora fiquei sem jeito, com medo dele falar pro meu pai, mas agora nada poderia fazer, era esperar a noite.

A hora de dormir era a pior, além de ter que se esquivar e fugir de olhar o pacotão que Renato carregava no meio das pernas tinha essa lance dele ter entendido tudo.
Entrei no quarto ele estava no banho, cai na cama ligando meu playstation quando não ele sai do de toalha.
- Então é o baterista que te faz viajar primo?

Eu não sabia como reagir, a pergunta, a cena... A situação.
- Ele namora aquela ruiva gostosa que vive nos fundos da igreja.

Eu meio que tentando sair.
- Eu não viajo, gosto de bateria, sempre quis aprender, por isso estava observando.

Ele deu uma gargalhada, enquanto retirava sua toalha pra se secar, era a primeira vez que via um pau daquele tamanho balançando minha frente. Fino na ponta e ia ficando grosso, muito grosoooooooooo, enorme e cheio de veias e olha que estava mole.

Meu primo abalou a igreja com seu cajado!Stories to obsess over. Discover now