Deveria ser um novo começo...

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E cá estamos nós, nova cidade, novo começo, novo sobrenome.

Eu sou Estela Miranda agora, acabo de completar 16 anos e como presente de aniversario recebo divórcio dos meus pais.

Pelo que parece o pai traiu a mãe com uma amiga dela e a engravidou pela segunda vez. Sim, ele sustentava duas famílias, só descobrimos porque a amante ficou com ciúme de não ter ficado muito com ela e foi tira satisfação com a minha mãe, sendo que a própria nem sabia do caso.

De todo modo, eu preferi morar com a mãe do que aguentar o drama que teria com meu pai e minha suposta madrasta.

Agora estamos terminado a mudança na nova casa, é uma dessas casa de vó pequena em uma cidade pequena e quase isolada.

Monte Castino, o nome de cidadezinha do interior que ninguém ouviu falar, a cidade mais proxima fica a duas horas de carro daqui. Bem, pelo menos tem alugues baratos e muita oferta de emprego.

- Estela! Vem me ajuda aqui querida! - chama minha mãe no portal de casa com muitas sacola em mãos. Abro o pequeno portão de ferro para ela e pego as maiores sacolas de suas mãos.

- Eita! Você não disse-

- A se-nho-ra.

- A SENHORA - corrijo - não disse que ia comprar apenas básico?- questiono, enquanto a sigo para a cozinha.

- Isso é o básico, querida. - colocamos todas as sacola na mesa, tanto um total de nove sacolas de compras - Pode guadar as coisa de geladeira pra mim estrelinha - ela sorri, me impedindo de recusa.

Pego as sacolas e as coloco no pé da geladeira: ... ainda acho que é demais. - resmungo.

- Estela! Você sabe que as coisa estão apertadas para nós. - ela suspira - Eu sou uma cirurgiã, a única nessa cidade. Eu-

- Eu sei! - a corto - emergências pode acontecer a qualquer momento, você pode ficar horas fora e não ter um horário fixo. E eu tenho que me cuidar e cuida da casa. - termino de colocar as carnes no congelador. E começo a guarda os ovos na bandeja de baixo. - Eu não sou mais uma criança.

- Mas é minha única filha. - ela lagar os sacos de arroz no balcão e me abraça por trás - Minha estrelinha grandona. Se eu vira as costa você se mete em confusão sem saber como.

- Como eu ia saber que tinha uma fossa no meio do parque.

- Era uma enorme mancha cinza no meio do verde. - rebate

- O mato era quase do meu tamanho. - revido

- Tinha placas ao redor em vermelho. - contra-argumentar

- Eu tinha cinco anos. - nos duas rimos da nossa discussão sem sentido.

Terminamos de arruma as compra, jantamos e fomos assistir teve. Des do divórcio ela começo a assistir doramas, é adoravelmente bobo, nos tornamos esse momento de mãe e filha.

- Estrelinha.

- Hm.

- Vai dormir, amanhã você tem aula de manhã.

Eu estranho: - Não era pra ser de tarde?

- As turmas de tarde estão fechadas. - encaro ela seriamente - Não me olhe assim, já estamos em março e você começa o seu ano letivo amanhã. Agora cama.

Além de me arrasta até meu quarto, ela teve a cara de pau de desliga a Internet. Que mãe é essa BRASIL!

As 6:00 horas da manhã seguinte, a senhora minha mãe começa a bater as panelas pela casa.

Sobre  Presas E MedoWhere stories live. Discover now