“Estou procurando por alguém para saciar meu desejo – por toda a eternidade.”
—Luna Maxwell.
Eu estava pronta para me tornar uma vampira. Eu estava no em pé no meio do cemitério de
Dullsville, vestindo um mini corset preto e minhas botas de combate. Eu estava segurando
um buque de rosas pretas com minhas luvas, graciosamente com meu batom e sombras
preto.
Meu vampiro é, Alexander Sterling, usando uma capa preta e um chapéu, esperando a
alguns metros no nosso altar gótico – um caixão fechado adornado com velas e uma taça
peltre.
A cena estava comovente. Uma névoa fluía ao redor da sepultura como fantasmas marotos.
Um grupo de morcegos estavam empendurados sobre um galho de uma árvore solitária.
Pingos de chuva começaram e mandaram calafrios gelados pelas minhas veias. Eu tinha
esperado uma eternidade por esse momento. Meus sonhos de criança agora se tornavam
realidade – Eu queria ser um anjo negro da noite.
Eu estava tão exitada quanto um grupo de fãs que se casaria com um astro do rock.
Minúsculas tochas iluminaram meu trajeto, como uma pista de decolagem gótico. Mas
quando eu dei meu primeiro passo em direção a Alexander eu comecei a me perguntar se eu
estava fazendo a escolha certa. Meu coração começou a bater enquanto eu seguia adiante.
Imagens da vida que eu tinha passaram em flashes por mim. Minha mãe me ajudando a
remendar um corvet meu na cozinha. Eu dei um passo. Assistindo Drácula em DVD com
meu pai. Outro passo. Meu irmão nerd, Billy Boy, gentilmente me ajudando com meu
dever de casa de matemática. Mais um passo. Minha melhor amiga, Becky, e eu tentando
escalar o portão da mansão. Mais um passo. Minha nova gatinha, Pesadelo, ronronando nos
meus braços. Mais um passo. Todas essas pessoas importantes na minha cabeça.
Com uma mordida minha vida mudaria para sempre.
Eu estava levando uma chata, segura, ainda cheio de amor por um perigoso, desconhecido e
sombrio mundo dos não-mortos
Eu continuei a andar pelas alas do cemitério, eu pude ver atrás de Alexander, que agora
estava a um passo de mim, levantando a taça do caixão.
Eu me lembrei de estar fazendo a escolha certa. Eu não precisava gastar longas e mórbidas
horas do dia na Dullsville High. Eu teria a capacidade de voar. E o mais importante, eu teria
um elo com o meu verdadeiro amor, por toda a eterninade. Eu finalmente alcancei o caixão
e parei em pé ao lado de Alexander.
Ele colocou sua mão branca de veludo na minha, seu anel de aranha brilhando a luz das
velas.
Ele levantou a taça em direção a lua e tomou um longo gole. Meu coração corria quando ele
passou a taça pra mim e eu hesitantemente ergui o meu véu pra minha boca. Minha mão
estava tremendo e o liquido ondulava dentro da taça.
“Talvez você não esteja...” Alexander começou e colocou sua mão sobre a taça.
“Eu estou!” Eu disse desafiadoramente. Então levei à taça a boca e tomei avidamente o
doce e grosso líquido.
Minha cabeça começou a rodar. A névoa grossa ao nosso redor. Eu mal pudia ver a silhueta
de Alexander quando ele colocou a taça no caixão e depois veio para mim. Com suas mãos
brancas aveludadas, ele gentilmente levantou meu véu preto do meu rosto. Agora eu podia
ver claramente. Mas eu não tinha muita certeza do que estava vendo. No lugar do longo
cabelo preto de Alexander tinha um cabelo loiro colorido debaixo de um chapéu.
Eu suspirei. Não podia ser!
“Jagger...” Eu exclamei congelada.
Mas quando e olhei dentro dos seus olhos, eu não vi o azul esverdeado do rival do
Alexander que uma vez me hipnotizaram no gazebo da mansão. E eles também não eram os
olhos negros pelos quais havia me apaixonado. Esses olhos eram verdes e eu os tinha visto
por toda a minha vida.
“Trevor!” As palavras caíram da minha boca.
Meu nêmeses de infância deu um sorriso doentio, duas presas reluziam em sua boca.
Eu me afastei.
Isso foi somente ontem a noite no carnaval Dullsville que Alexander e eu tentamos alertar
Trevor da irmã gêmea de Jagger, Luna, que estava procurando por suas recentes presas na
nuca do esnobe jogador de futebol.
Jagger estava procurando por vingança por Alexander não ter transformado ela numa
vampira, e agora que ela foi transformada por um outro vampiro, o infeliz está aqui em
Dullsville procurando um parceiro eterno para ela. Mas Trevor não teve o cuidado de
escutar o nosso alerta.
Quando Alexander e eu saímos da casa-de-humor e procuramos ao redor do Carnaval,
Trevor tinha ido.
Somente agora meu nêmeses me achou.
Ele pegou minhas mãos quando eu tentei escapulir.
“Você é minha agora, garota monstro. Para sempre.” Ele passou sua língua pelos meus
lábios e foi em direção a minha nuca.
Eu procurei ao meu redor para poder encontrar alguma coisa que me ajudasse a me soltar.
Mas quando eu alcancei o candelabro eu me senti tonta. A boca do Trevor estava na minha
nuca.
“Sai fora!” Eu gritei “Se afaste de mim!”
Ele me apertou mais contra ele como só um jogador de futebol americano sabia fazer. Eu
coloquei minha bota entre nós, e, com toda a minha força, eu tentei empurrá-lo para longe.
Trevor caiu pra trás ainda segurando o meu braço. Ele tentou me colocar mais perto dele,
mas eu mordi o seu braço. Eu me libertei e ele ficou de pé e me deu um sorriso confiante.
Sangue começou a escorrer pelo canto da boca dele.
Eu alcancei minha nuca, eu senti minha palma úmida e molhada. Eu arfei. Quando eu
baixei minha mão para vê-la, ela estava coberta de sangue.
“Nãããããão!” Eu gritei.
Quando eu vi um Alexander confuso, ainda vestindo sua capa preta, correndo pelo
cemitério. Eu me virei para Trevor, que ainda estava de pé sorrindo.
“Você não! Não por toda eternidade!” Eu gritei com todas as forças que ainda restavam em
mim.
Eu sentei, gritando tanto que minha garganta doía.
Eu abri meus olhos na escuridão. Eu mal podia respirar. Onde eu estava? Num caixão?
Numa tumba? Numa gaiola vaia?
Eu sentia alguma coisa nas minhas pernas, mas meus olhos não conseguiam se ajustar ao
meu redor. Eu imaginei estar envolta a uma mortalha de funeral.
Meu coração estava palpitante. Minha pele suada. Minha boca seca.
De repente números vermelhos estavam nos meus olhos. Duas e cinqüenta da manhã.
Eu dei um suspiro de alívio. Eu não estava deitada em um caixão do cemitério de
Dullsville, mas sim na minha própria cama.
Eu estava tão segura quanto eu pensava? Talvez isso fosse só parte do meu pesadelo. Meus
dedos estavam tremendo, eu desliguei o meu abajur do Edward-mãos-de-tesoura e corri
para o meu espelho. Eu fechei meus olhos, antecipando o que eu poderia não ver. Quando
eu os abri, minha fantasmagoria reflexão me encarava de volta. Eu coloquei meus de um
lado só e examinei minha nuca.
Aporta do meu quarto se abriu e meu pai apareceu vestindo boxes e eu uma camisa dos
Lakers com os cabelos desgrenhados.
“Qual o problema?” Ele perguntou mais aborrecido do que preocupado.
“Uh, nada.” Eu respondi, espantada. Eu ajeitei meu cabelo e sai da frente do espelho.
“O que houve?” Minha mãe perguntou preocupada.
“Eu escutei um grito.” Billy Boy disse, logo atrás deles, seus olhos cansados estavam
pesados.
“Me desculpem se eu acordei vocês. Eu só tive um sonho ruim.” Eu confessei.
“Você?” Meu pai perguntou arqueando suas sobrancelhas. “Pensei que você adorasse
sonhos ruins.”
“Eu sei, você consegue acreditar?” eu perguntei, meu coração ainda acelerado. “Quem
imaginaria!” eu disse.
“O que foi? Você perdeu o seu batom preto?” Billy Boy provocou.
“Exatamente. E encontrei no seu armário.” Eu respondi.
“Pai!” Billy Boy disse querendo pular em mim.
“Agora eu não estou sonhando mais.” Eu disse embaraçando o cabelo do meu irmão.
“Muito bem, já tivemos diversão o bastante por essa noite. Vamos todos voltar a dormir.”
Meu pai ordenou, colocando o braço ao redor do meu irmão pra levá-lo até o seu quarto.
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beijos de vampiro 3- A cidade dos vampiros.
FantasyA pequena e entediante Dullsville está prestes a se tornar a cidade dos vampiros?! Era tudo o que Raven mais queria! Mas, 'infelizmente', ela terá que impedir que isso aconteça. Jagger, vampiro e rival de longa data de Alexander, está na cidade com...
