Fios

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Alegria e tristeza estão em suas posições controlando o imóvel e sensível corpo da riley, avia se passado algumas horas desde que o papai e a mamãe haviam se encontrado com a riley, Alegria e tristeza estão ansiosas para vê-los de novo.

Onde eles estão? - a lágrima pergunta um pouco preocupada.

Está bem escuro, onde estamos? - a estrela comenta. - Eles deveriam estar com a gente né?

De repente a sala de comando estava um pouco mais escura igual do lado de fora, as duas garotas se surpreendem e rapidamente tentam descobrir do que se tratava. E perceberam que a escuridão na verdade era fios, muitos fios, que estava cobrindo grande parte da sala de comando fazendo parecer mais escuro.

O que está acontecendo?! - Tristeza pergunta com medo.

E- eu não sei! - Alegria diz um pouco nervosa e colocando a tristeza atrás dela para que, o que quer que seja aquilo, não machuque a lágrima.

Aquele fios estranhos estavam se juntando e descendo até elas.
Quando chegaram aos seus pés passaram reto e foram em direção ao local onde as garotas aviam surgido, ou nascido.

Espera! Será que é uma nova emoção? - Alegria falou empolgada.

Menos mal, não é? - Tristeza responde um pouco curiosa.

No local de nascimento, os fios formaram um longo emaranhado ser, escuro, frágil e com colocação roxa. Que tipo de coisa iria sair de lá?

A garota amarela tentou se aproximar dando pequenos passos, ela realmente ficou interessada naquela bagunça. A lágrima também estava interessada, mas não está pronta a qualquer tipo de contato, e ela queria esperar aquela ou aquele indivíduo se formar completamente.

 A lágrima também estava interessada, mas não está pronta a qualquer tipo de contato, e ela queria esperar aquela ou aquele indivíduo se formar completamente

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A forma do indivíduo estava um pouco mais definida e aos poucos mudava a sua cor para lilás. O nervo tinha um nariz longo e engraçado, olhos grandes, sobrancelhas que se separam de sua cabeça, porém, o mais bizarro era que seu corpo estava conectado à fios enrolados na parte do troco. Suas pernas pequenas e parte do que seria o tronco e a cabeça estáva juntos graças a esses fios frágeis. Resumindo, não era uma visão muito bonita.

Alegria está perto o suficiente, e aquele ser está criando camadas de roupas. Agora ele usava uma calça jeans, sapatos iguais aos do papai e uma camisa de botão listrada.

Ohhw, que bonitinho! - A estrela comenta.

O nervo olha rapidamente em direção a voz da alegria e a percebe. Seu rosto era cheio de desenhos de espirais pretas e que se moviam. Ele grita assustado tentando se afastar, ele apenas se arrastava e não tentava ficar de pé, apenas gritava espantado com o brilho daquela emoção até agora desconhecida em sua frente.

Alegria espera! - A tristeza alerta.

Porque ele tá gritando?! - Alegria tampa os ouvidos. - Eu só queria me apresentar! Ei, eu sou legal!

O nervo não parava de gritar, estupidamente alegria insiste em se aproximar. O nervo de repente com a aproximação da estrela tenta se levantar e correr para longe, ele não conseguiu correr muito longe e acaba caindo no chão, porque suas pernas ainda não aprenderam a andar.

Deixa ele! - Tristeza corre em direção a alegria para segurá-la. - Acho que ela ainda não está pronto pra te conhecer.

O garoto lilás está engatilhado até o botão para se apoiar, e instintivamente o aperta.

Riley agora estava preocupada, olhando de um lado para o outro procurando alguém para o proteger. Papai? Mamãe? Onde eles estão? Eu não quero ficar sozinho!

Riley agora também estava gritando e chorando, com esperança de que seus pais apareceram e protegê-la. Nada aconteceu, ninguém veio, seus gritos foram em vão? NÃO! Temos que pedir ajuda! Eles devem estar em algum lugar! Não é?

O nervo ainda apertava o botão em negação, enquanto isso, tristeza tentava conversar com o tal para que se acalme.

Não... - O Medo diz baixinho.

Espera um minuto, qual é seu nome? - Tristeza tenta desviar a atenção dele para que pudesse se acalmar.

Ué? - Alegria coça a cabeça. - Mas era isso que eu ia fazer.

Ele olha por um momento para a lágrima e volta rapidamente a olhar para a tela sem responder. Tristeza notou que o mesmo se acalmou um pouco, e pergunta seu nome novamente.

Me- medo. - Ele responde.

Que legal te conhecer medo. - Ela fala orgulhosa. - Sou a tristeza, e ela é a alegria. Nós não vamos te machucar.

Medo ouve barulhos de fora do quarto, ele agora tinha certeza que seus pais estavam vindo. Realmente veio alguém, era a mamãe, finalmente o escuro e a solidão não era mais tão ameaçador.

A mamãe viu que riley estava assustada e a segurou em seu colo, estava quentinho e confortável, medo finalmente pode se acalmar de verdade. Seu trabalho estava feito.

Alegria estava apertando o botão agora, o nervo avia deixado de lado já que não tinha mais motivos para temer. Tristeza ainda está o acompanhado e esperando mais alguma coisa daquele garoto.

Medo nota que a lágrima está o encarando, então virá a cabeça pro lado levantando uma sobrancelha e seu cabelo faz um sinal de interrogação.

Seu cabelo é legal! - Tristeza comenta.

O- obrigado... - Ele responde nervoso, porém com um pequeno sorriso.

Depois do caloroso abraço da mamãe a riley foi dormir e todos já estavam mais calmos.

A noite foi tranquila e quieta, Alegria, tristeza e Medo estavam começando a se entender. Tristeza estava feliz por ter ajudado o medo a interagir com elas duas, ele ainda estava aprendendo a falar e seu andar era totalmente desajeitado. O nervo não parava quieto e não conseguiu dormir, mas as garotas foram pacientes e o botaram para deitar no chão e descansar, logo em seguida foram dormir.

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