Novamente Wade adentrava o quarto pela janela, está que ficava no pé da cama de Peter.
O garoto o ajudava a passar pelo quadrado o puxando pelas mãos e segurando em seus costas, tinha um sorriso nos lábios durante o ato, completamente animado para o que viria naquela noite.
Sempre que o mais velho chegava assim, significa que teriam uma longa e bela noite cheia de prazer. Com amassos, beijos, é extremamente barulhenta, Peter amava essas noites tanto quanto Wade.
Antes do rapaz ir se sentando na cama lentamente e o puxando o loiro para cima de si, eles ficavam parados se encarando com sorrisos bobos e soltando suspiros, igual a todas as noites anteriores.
Wilson selava os lábios aos de Parker, um beijo calmo, apenas toque de boca e boca como se fosse um selinho. Aos poucos tudo ia ficando mais intenso, o frio na barriga como se fosse borboletas no estômago, e a fisgada excitante no pênis. (Junto de uma piscada anal necessitada.)
Os estalos do beijo ia ficando mais alto, e Peter subia cada vez mais ao acolchoado, até estar lutando a língua do loiro pelo espaço e deitado em seu travesseiro, naquele momento o acastanhado estava entregue.
Ofegante, vermelho e com vergonha, era assim que se sentia o pequeno.
Já Wade estava maravilhado, encantava-se sempre com a beleza daquele ser.
— Como foi o seu dia? - perguntou assim que o beijo cessou e foi parar em seu pescoço, sendo marcado com chupões, mordidas e até mesmo recebia lambidas. Céus, tudo aquilo o fazia soltar alguns arfares e ofegante cheio de desejo. Wade riu contra o pescoço alheio, Peter como sempre puxando assunto durante um momento sexual, acha adorável como este ainda tinha consciência de cada palavra mesmo estando nos céus quando o loiro o tinha.
— hmm, cala a boca, baby boy. - mandou, descendo as mãos até a cintura fina e apertando, segurando-o como posse. Após deixá-lo com marcas vermelhas - que logo ficariam roxas - desceu a barriguinha do menino, erguendo a camisa e parou um tempo admirando cada detalhe daquele castanho.
A pele branquinha e macia, a cintura bem delineada, peitinhos com mamilos rosados durinhos, como se implorassem para serem chupados pelo maior. Suspirou pesado começando a beijoca-lo em trilha, sendo beijos demorados pois também gostava de apreciar o cheiro que a pele soltava, um cheiro suave e gosto de neném que por Deus, parecia tão errado fazer aquilo com o mais novo.
Chegando aos peitinhos, wade sorriu passando a ponta da língua no mamilo durinho, conseguindo arrancar um espasmo junto de um gemido manhoso e arrasto do garoto. Aquele era um lugar sensível, e qualquer toque já deixava Peter louco, e wade amava isso.
O garotinho por sua vez, gemeu alto quando começou a ser chupado, levando as mãos aos fios loiros e os puxando com um pouco de força, seu peito descia e subia rapidamente já começando a se contorcer em baixo do homem, uma mordidinha, puxada e uma chupada com força o fez engasgar em seus próprios gemidos e morder os lábios. Enquanto um de seus mamilos recebia toda a atenção, sua mãozinha subia até o outro que estava formigando para ser chupado, apertou o bico fazendo movimentos de puxar e esfregar, roçando o polegar no meio do bico onde o deixava com mais tesão.
Peter se sentia uma bagunça, e Wade amava cada detalhe dela.
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Mess.
FanfictionOnde Wade e Peter tem uma noite em suas próprias bagunças. Também publicada no Spirit.
