cap 1

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-mamãe a senhora tá me machucando!

as lágrimas caindo ao decorrer do meu rosto.

-o que eu fiz a senhora!? me desculpe!

ela bebendo seu whisky enquanto esquenta algo.
já esperava algo ruim vindo dela com toda certeza, não é de hoje que ela chega bêbada em casa

- como uma pirralha que você é está merecendo isso! não chore e não me chame de mãe!

- você era a única coisa que deveria ter evitado! seu pai me abandou por sua culpa!

ela nem olha pra mim enquanto reprimo meu choro. ela termina de esquentar algo e assim que vejo é um faca. uma faca fervente  sua ponta vermelha e minha mãe? apenas ri bebendo do whisky

-vê se não grita e morde isso!

ela coloca um pano em minha boca rasga a camisa.

assim que seus olhos pousam sobre as outras cicatrizes do qual ela fez sorri. procurando outro ponto para fazer outra seus olhos pousam em minha cintura, mas pouco a baixo

assim que a lâmina entra em contato ao meu corpo grito de dor. mas o pano impede um som tão alto

ela cantarola desenhando algo.

-assim que eu a vender você que vê vire para esconder como uma boa puta

assim que ela termina apenas sai.
olho minha cintura e vejo que ela fez um "x" e um "z" do lado

por que? que não sei. porém vejo que ela cortou as cordas que me prendiam na cadeira.
me  libero e coloco um pano rasgado em minha cintura remendo algo para não deixar aquilo a mostra.
me deito em um canto da sala do qual ela falava  ser meu "quarto"

totalmente cansada me envolvo em meu aperto.

oque Fasso aqui?..oque eu fiz pra merecer isso?...

17 anos e maltratada pela minha mãe, não seio de casa não Fasso nada para a atrapalhar..

oque eu tô fazendo aqui?....me sinto suja..muitos homens tentam passar a mão em mim.
já tentaram me violentar porém os vizinhos ligam sempre a polícia os impedindo.
para eles sou uma menina normal. bonita que chama atenção, e minha mãe?..ela nem liga pra isso só quer saber de beber e homens

minha mãe volta ao meu quarto e me joga uma camisa, parece ser de um homem do qual ela trouxe  noite passada.

não ligo apenas visto não séria a melhor coisa do mundo mas é vestivel, ela também deixa grandes meias e um shorts meio curto. meio não acima da coxa.

coloco a camisa ela fica cobrindo até minha cintura suas mangas são compridas.
apenas coloco sem reclamar pode ser umas das roupas mais úteis do que ela me deu em toda a minha vida.

coloco o shorts, e a meia e como já sabia vem até pouco acima do joelho  minhas coxas realsadas bonitas  porém não gosto.

lembro dos homens do qual me tocaram me sinto suja.
solto meu cabelo o penteado com os dedos, não tô das mais bonitas mas serve. esconde algumas cicatrizes

ela abre a porta com seu whisky em uma mão escorada na porta

-vamos logo

já me sinto horrível assim que ando em direção a saída.
o lugar era limpo, cheiro de cigarro é algo que não gostava e queira sair dali, minha mãe me senta em uma poltrona e ela senta no sofá.

-é ela, ela que vou vender

ela diz simpática eu apenas tento esconder minhas coxas e acima delas.

noto um homem se aproximando, ele estava com um terno aberto em seu peito gravata desajeitada e o cigarro na mão.

seus cabelos negros bagunçados olhos verdes travando em mim, parecia que via me corpo e alma por completo

é escutavel uma risada meio rouca e baixa

- eu levo.

sua voz firme me faz olhar pra minha mãe

-ótimo!

ela volta a me olhar e abaixo a cabeça

- o dinheiro está no cartão, saia daqui quero falar com ela asós

minha mãe sai toda animada e ele se aproxima de mim.

-qual seu nome garota?

ele fica a minha frente se inclinando um pouco.

- Aiko...me chamo aiko moço..

ele levanta meu queixo o forçando a olhar pra ele.

seu olhar fitando o meu, desvio o olhar já esperando o pior

- vai ser bom como minha esposa..

ele murmura me fazendo olhar pra ele surpresa

- que foi? eu quero você.

-mas moço..

-Jhonny  Thobias

-..ah..tá bom moço..digo! jhonny!

ele sorri olhando para meus lábios dando um selar rapido

oque é isso?? por que ele encostou seu lábio no meu

jhonny: ah...você é tão perfeita.. não entende a maldade do mundo não é?

abaixo o olhar.

jhonny:...vamos a minha casa.

olho para ele com minhas mãos no peito, seu aperto em meu rosto continua ele acarecia ali e beija minha testa.

minha mãe olhava no canto da sala

- leve ela logo

bebendo do whisky ele segura minha mão forçando a nossos corpos a colar um ao outro

jhonny:..vamos

assim que ele anda apenas sigo abaixando a minha blusa

jhonny: mais uma vez que abaixar essa camisa vou fazer você ficar sem ela.

ele diz sério eu sinto algo estranho em meu corpo minha barriga está estranha.
assim que chegamos no carro ele abre a porta pra mim
assim que sento ele vai ao seu lugar e começa a dirigir segurando a minha blusa para não subir ele coloca a mão em minha coxa abaixo da camisa.

seu olhar continua na rua

jhonny: a propósito...tenho  24 anos

sem falar uma palavra apenas fico quieta meio sem jeito, assim que o aperto em minha coxa fica apertado respondo de imediato

-tenho 17!...farei 18 daqui a uns dias senhor jhonny

ele parece gostar da obediência e sorri enquando dirige deixando o aperto mais leve

suspiro aliviada, por que me sinto assim?..meu corpo está estranho.

jhonny: assim que chegamos você toma um banho e a apresento a casa.

-ta bom..

Jhonny sorri, ainda dirigindo 

-o que o senhor fará comigo assim que não ser mais útil

jhonny: você é minha. não vou a deixar a nada agora que minha esposa não quero ninguém a tocando

....

🥀🔥

De corpo e almaWhere stories live. Discover now