Esperança, palavra curiosa.
Uma das mais belas riquezas da humanidade, doce como mel, lisa como gelo.
A última que morre, ou a mais difícil de manter viva?
Quantas vezes ela nos escorre por entre os dedos, deixando em seu lugar o vazio de não saber mais caminhar, o medo do que vem pela frente, o gosto amargo do que já passou, o peso esmagador do presente gelado, a solidão pertinente aos cérebros agitados.
E em meio a essa cacofonia de incertezas, buscamos incansavelmente retomar a imortal esperança, para que ela possa quem sabe, iluminar o amanhã...
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Devaneios
PoetryRápidos devaneios de um cérebro agitado, para aqueles que pensam de mais...
