Senhora Emily Johnson, uma mulher de boa família que acabou de se mudar estava para sua nova mansão (herdada após o falecimento de uma tia), havia entrevistado cinco mulheres, mas nenhuma delas parecia se encaixar bem no trabalho de empregada que ela desejava (E era urgente, o local estava uma zona). Foram três semanas e ninguém mais apareceu ou ligou sobre o trabalho. Ela realmente precisava de alguém para cozinhar e limpar a casa logo, estava imunda. Emily estava olhando para o meu anúncio novamente e pensando: A próxima pessoa que vier, vai ser a escolhida, não posso ser mais exigente do que já sou, o local está imundo.
Emily Johnson é uma mulher de 40 anos extremamente atraente e constantemente bem vestida, desde sua meia calça a suas luvas estava sempre impecável. Ela possui longos cabelos escuros e olhos belíssimos. Algumas horas depois do pensamento que contrataria a próxima candidata, o telefone toca e a senhora Johson para de se admirar e atende:
"Olá."
"Oi, é a Sra. Emily Johnson falando?" Sua voz parecia bem jovem.
"É sim, quem seria?."
"Meu nome é Donna Stanton. Estou muito interessada na posição de empregada que você está oferecendo."
"Finalmente alguém! Você gostaria de vir hoje por volta das 10:30 para uma entrevista?"
"Sim, estarei aí no endereço do anúncio." Ela disse.
"Ótimo, te vejo logo então."
"Ok, obrigada, beijinho." E então Donna desligou o telefone.
Mal sabia que sua vida estava prestes a virar de ponta cabeça.
Prontamente às 10:30 a campainha tocou:
"Oi meu nome é Donna. Liguei mais cedo sobre o trabalho de empregada." Ela não tinha mais de dezenove anos de idade. Estar na casa dos quarenta fez Emily desejar por sua juventude novamente. Ainda assim, ela era um pouco mais velha do que as outras que se candidataram (Parecia que ela só atraia jovens). Ela tinha cabelos loiros e olhos azuis impressionantemente lindos, que encantariam qualquer um.
"Oi, por favor, entre. Eu sou a Sra. Johnson." Ela a levou para a sala. "Sinta-se a vontade. Você tem currículo e referências, Donna?" Dei uma boa olhada nela e pensei: "Ah, não, espero que ela não seja uma loira idiota; ela está mascando chiclete ainda por cima, cruzes, mas não posso ser tão exigente dessa vez. Ela tem que ser a escolhida." Ela entregou seu currículo e folha de referência nas mãos de Emily.
"Muito bom, Donna. Vejo que você também trabalhou como babá, então também sabe cozinhar? Perguntei.
"Sim, eu tenho experiência nessa área senhora Johnson." Ela disse a encarando.
"Bom, vou precisar de alguém para cozinhar de vez em quando, isso é um problema?"
"Não, de jeito nenhum."
"Ótimo, por que você não tira seu casaco e eu penduro para você?"
"Claro." Donna apenas sorriu com uma expressão boba. Ela tirou o casaco, revelando uma roupa de empregada muito sexy. Era preto e branco com todos os enfeites padronizados.
"Meu Deus", pensei, "ela com certeza está confiante sobre este trabalho, bem, talvez isso seja uma coisa boa. Agora, por que não te mostro o lugar?"
"Legal." Ela disse enquanto estalava uma bolha do chiclete rosa em sua boca.
"Como você pode ver, o lugar é uma verdadeira bagunça. Os tapetes precisam de lavagem e limpeza. A cozinha também está imunda, e essas janelas precisam ser cuidadas logo"
"Desculpe, eu não cuido de janelas, Sra. Johnson." Emily fez uma careta e respirou fundo, mas estava tentando não ser exigente demais.
"Bem, eu espero que você pelo menos faça banheiros, como você pode ver..." Donna me cortou, "Sra. Johnson, eu não cuido de banheiros. Talvez você devesse encontrar outra pessoa nesse departamento." Seu tom era prático, quase como um comando no lugar de uma declaração. Ela soprou outra bolha. Fiquei obviamente chateada, mas tentei não demonstrar. "Devo encontrar outra pessoa?" Eu pensei: "não, TEM que ser ela. Estou desesperada agora. Eu só vou ter que lidar com a outra limpeza sozinha."
"Bem, você não se opõe ao resto do trabalho por aqui, não é?" Eu perguntei com a minha melhor e firme voz. Eu não sei por que eu estava tão nervosa na presença dela, afinal, eu era a responsável aqui.
"Não, de jeito nenhum Sra. Johnson." Ela olhou diretamente nos meus olhos. Seus olhos eram tão azuis, quase hipnotizantes. Eu me perdi neles por um segundo.
"Hmmm, muito bem então, você pode começar hoje querida?" Eu perguntei em um tom muito suave. Eu realmente deveria ter checado suas credenciais, mas eu precisava muito de uma empregada.
"Não, eu vou começar amanhã, Sra. Johnson." Ela falou sem piscar, olhando diretamente para a senhora Johson, que deveria ter dito à putinha para ir embora ali mesmo, e que ela não servia para o trabalho, mas por algum motivo parecia concordar com ela. Havia algo em seu tom de comando. Ele apenas fez sua boca e pernas tremerem.
"Hum, bem, acho que amanhã está tudo bem, então." disse meio envergonhada.
"Bom. Vejo você amanhã, Sra. Johnson." Ela sorriu com uma expressão infantil e soprou outra bolha de chiclete rosa
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Tornando-se sua empregada
RandomEmily Johnson precisa urgentemente de uma empregada, mas isso pode acabar lhe custando caro demais
