Entre Renjun, Jaemin e Jeno o que não pode faltar é...

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tenham uma boa leitura e perdoem os erros ortográficos e o tanto de melação que essa fic tem pra quem não é tão chegado em coisa muito boiola, quando tiver tempo eu irei revisá-la e tudo. É isso, até as notas finais, pessoal (◍•ᴗ•◍)


🥺

O sentimento de lar aconchegante e muito amor.

Renjun via estrelas e sentia a maciez das nuvens quando estava com eles.

Ele sentia que poderia ser iluminado não apenas pelas estrelas incandescentes do olhar de Jaemin e se sentir protegido, mesmo não sendo necessário, pelo abraço quente de Jeno.

Ele tinha a certeza que eles estariam ali consigo, com Jaemin lhe mostrando o universo inteiro através de seus sorrisos brilhantes e idéias mirabolantes de novos pratos culinários, e Jeno sendo a quem poderia lhe confortar por meio das palavras melodiosas das poesias dele que eram recitadas para o Huang.

Era desse jeito.

O chinês despertava pelo incômodo trazido pelos raios solares que atingiam o seu rosto da janela de seu quarto pela manhã ( ou quase começo de tarde, visto que ele odeia acordar cedo) e toda vez que ia levantar o edredom protegendo o seu rosto do Sol, tinha os seus pensamentos interrompidos pelo cheiro de panquecas e a risada alta de Jeno.

Ele, mesmo com toda preguiça do mundo saía do conforto da sua cama e do seu cobertor quentinho calçando as pantufinhas de pão que Jaemin lhe deu como presente de 3 anos de namoro e caminhava entre os corredores sonolento, coçando os olhinhos limpando a sujeirinha acumulada do cantinho dos olhos, esfregando a pontinha dos dedos desleixadamente no pijama laranja com a estampa do seu desenho favorito que Jeno lhe presenteou no aniversário passado, até chegar na cozinha escorando-se na porta vendo os dois namorados abraçados rindo e trocando beijinhos enquanto iam enchendo de frutinhas e xarope de bordo as torres de panqueca dos três pratos sob o balcão do local.

Coisas tão simples que lhe hipnotizavam mais do que qualquer magia de filme, de livro, ilusão ou truque mágico dos quais o seu primo Kun vivia fazendo para tirar sarro da cara espantada do Huang quando ele fazia a caneta sumir entre os seus dedos ou fazer com que a moedinha parasse atrás da sua orelha de forma misteriosa, na sua infância.

Ele que sempre foi de se deixar levar pelos livros que lia, tinha certeza que a cada sorriso de Jaemin uma fada nascia e voava acima de sua cabeça destilando o brilho do pózinho mágico colorido que só podia ser encontrado no planeta das duas luas.

As luas que só Jeno tem.

E o planeta em que a noite é eterna e só Renjun habita.

Sempre preferiu a noite do que o dia, então toda vez que chegava em casa depois de um longo dia de trabalho, via as flores neons brilharem junto a imensidão negra carregada das constelações e as nebulosas de Jaemin e as luas de Jeno.

Ficava a observar os dois até o momento em que o Na corresse para os seus braços e lhe enchesse de beijinhos nas suas bochechas e Jeno colocasse os pratos na mesa lhe perguntando se se sentia descansado e se tinha dormido bem.

Sorria preguiçoso e ia a passos apressados até Jeno, o abraçando por trás enchendo o seu pescoço de beijos sempre rindo soprado por sentir Jaemin envolver a sua cintura com seus braços fortes e rir bobinho pela fofura de Renjun com Jeno.

Sentava-se à mesa, às risadas e conversas banais enquanto comia pedaços generosos de panqueca direto do garfo e de vez em quando resmungava ou revirava os olhos seja pelas teorias de conspirações sem pé nem cabeça que Jeno e Jaemin criavam ou pelos afagos, beijinhos e coisas melosas demais que os mais novos faziam e lhe atrapalhavam na degustação da tão gostosa massa.

O momento mais especial; norenminStories to obsess over. Discover now