Prólogo

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"Os sonhos sempre estiveram entre os seres que andava sobre a terra, o ato desejar caminhava junto aos sonhos. Todos olhavam para as estrelas e sonhavam e desejavam com toda a sua alma. Era um tempo onde falar de sonhar era falar de desejar.

Uma vez que desejavam esses desejos seguiam um caminho, as vezes perto e as vezes tão longe, mas todos os desejos iam para serem escutados um feerico.

Um feerico que aqueles desejos puros eram atendidos quase imediatamente. Desejos tão forte que era difícil até mesmo ignorar.

O caldeirão admirado com aquele Ferrico lhe deu um povo, de presente um território conquistado não por guerra ou por sangue, mas por merecimento e respeito admiração. Esse feerico encontrou sua parceira em meio uma guerra ele lutou e ajudou.

No entanto quando seu povo precisou de ajuda, apunhalado pelas costa e deixado de lado e em um ato de proteger aquilo que  fora dado ele pediu e desejou com todas as suas forças, todas as suas lagrimas  ele pediu para que sua corte fosse esquecida e escondida.

E foi assim que a corte dos desejos deixou de "existir" Se tornando apenas uma lenda, e depois esquecida em meio á tanta dor e guerra."

"—sua filha irá se tornar a rainha da corte dos desejos meu irmão eu prometo—a voz feminina soou pelo quarto e assim o macho deixou que a escuridão o levasse confiando em sua irmã e ainda mais em sua filha."

Corte dos Desejos Donde viven las historias. Descúbrelo ahora