CAPÍTULO 24
Ele ergueu o tornozelo dela que estava coberto de feridas antigas. Foi onde um pedaço de madeira penetrou do calcanhar ao tendão de Aquiles. Havia também um rasgona parte superior do pé, e o formato dele estava um pouco torto depois que ela se forçou a correr.
Não importa o quanto olhasse para ele, não era um pé bonito. Para completar, até as unhas dos pés foram arrancadas depois que Gilotti a torturou. Roselyn nunca se envergonhara de seus pés nem se atrofiara por causa disso. Mas mesmo assim, não era algo que ela se orgulhasse o suficiente para mostrar publicamente aos outros.
Tamon casualmente beijou seu pé horrível. Ele a beijou delicadamente, sem pressa. Não ouve luxúria ou irritação quando a beijou. Roselyn amaldiçoou a si mesma.
"Esse pé não está doendo?"
"De jeito nenhum"
Na verdade as vezes doía, mas não era o formigamento da ferida, era dor mental.
Gilotti, enquanto a torturava jogou coisas nela e a insultou quando seu tornozelo ficou um pouco exposto.
"Você é muito boba, hein? Você não pode se livrar desses pés horríveis imediatamente? Você acha que é um herói só porque matou um desses monstros, não é? Você é uma boba! Insensata!"
Sua voz estridente ainda ecoava em seus ouvidos.
"Você não acha meus pés horripilantes?"
Tamon olhou para ela, "Nem um pouco, eles são apenas bonitos, eu adoraria chupar."
Não havia dúvida de que ele estava cheio de libertinagem, a maneira como ela a olhava era como um demônio da luxúria. Pródigo, sexy, lascivo e real era a descrição perfeita.
