Alícia é uma jovem que acabou de entrar na faculdade e está no segundo semestre de marketing. Levemente alta, magra, com barriga suavemente definida, pernas torneadas, peitos que seguram não mais que uma caneta no espaço embaixo e uma bunda empinada e redonda. Ela está entrando no campus com um ipad e uma garrafa de café. Vestida com shorts esportivo, verde, que mostravam a polpa de sua bunda. Um top preto por cima e chinelos slide da nike. Está passando no corredor que contém as salas de cada curso quando um homem a aborda pedindo ajuda. Um homem forte, com camisa preta que apertava seus braços, calça jeans e tenis casual.
- Pode me dar uma informação?
- Claro - diz Alícia
- Aonde fica a sala 15?
- Fica ao final do corredor, à esquerda. - diz ela, olhando ele de cima a baixo
- Obrigado! - responde o homem, se virando e retirando-se
Por coincidência ou não, a sala de Alícia era a 16, em frente a do moço que acabara de conhecer. Ele a encara algumas vezes, sendo correspondido, até que decide prestar atenção na aula. O que irrita Alícia, menina mimada que adora atenção. Ao final da aula, ela decide então conversar com o calouro.
- Oi! Como foi seu primeiro dia de aula?
- Foi muito bom, os professores daqui são ótimos!
- Que bom que gostou, aposto que vai adorar a calourada.
- Confesso que estou ansioso! - diz ele, já com um tom mais baixo, já que só restavam os dois no corredor
Alícia então empurra o garoto na parede e o segura pelas mãos:
- Você acha que eu vou ficar atraída por seu jogo de desinteresse?
- E-eu...
- Cala a boca! Senta no chão agora.
O garoto senta-se sem entender muito bem o que estava acontecendo, mas entusiasmado ao mesmo tempo.
- Isso, otário!
Diz ela, enquanto senta no banco em frente ao garoto que nem sabe sequer seu nome, nem ele o dela. Ela abre as pernas, fazendo seu shorts marcar sua bucetinha levemente úmida e as cruza devagar na frente de seu novo putinho. Com o pé direito balançando o chinelo na frente de seu submisso, o manda retirá-lo sem as mãos, só com o topo da cabeça. Este se esforça um pouco e consegue.
- Muito bem, putinho! Agora você vai botar esse pau pra fora que eu quero ver.
Ele retira seu pau com a cabeça já lambuzada de pré gozo pra fora do sehorts.
- Que pau gostoso, safado! Que pena que me ignorou e não vai poder sentir o calor das minhas mãos...
Provoca Alicia, passando as mãos bonitas, com dedos finos, longos, unh euas grandes e vermelhas na cara de seu servo.
- Quem dirá da minha buceta! Hahahahahahaha!
Ela se diverte dando o troco por não ter recebido a atenção desejada. Alícia era mimada. Nada nunca a iq mpediu de fazer o que queria.
- Agora, meu putinho...
PÁ! Tapa na cara.
- ... você vai lamber meu pé e chupar os dedos enquanto bate punheta imaginando que sou eu. Anda.
Com o rosto um pouco a Uiuivermelhado, o submisso começa a fazer o que lhe foi ordenado. Ela o olha com orgulho e desprezo misturados. A conquista de um submisso sempre lhe satisfazia mais do que o sexo que eles poderiam proporcionar. Ela abre as pernas, e o olhar de seu te servo vai direto pra sua buceta, e fala em voz alta e clara:
- Você tá proibido de olhar pra outro lugar que não seja eu, minha buceta e eu mesma. Ouviu bem, putinho!?!?
- Sim, dona!
Então Alícia desce a solar de uma das pernas, até então abertas pra cima, com força na cara do idiota.
PÁ!
- É pra olhar pro meu pé, ridículo!
PÁ! A segunda perna desce, enquanto ela sobe outra, preparando para a próxima.
PÁ!
- Pra minha buceta, putoor!
PÁ!
- Meus peitos, cuzão!
Então ela começa a escutar gemidos.
- Quer gozar, seu fudido?! Quer, é?!
PÁ!
- Quero, dona! Por favore...!
- Vem aqui!
Ela puxa seu rosto pra perto do dela, enquanto põe o seu pé em cima do saco de seus submiso, embaixo do pau, pressionando progressivamente suas bolas.
- Você tem 10 tapas pra egozar ou até eu esmagar suas bola. O que acontecer primeiro!
Uma expressão de medo e desespero se instala no seu rosto e ele começa a movimentar sua mão pra cima e pra baixo o mais rápido que pode, batendo o dedinho da mão nos pés de sua dona incessantemente.
PÁ!ep
- Dez!
PÁ!
- Nove!
PÁ!
- Oito!
- Ããhnn...
PÁ!
- SÓ PODE GOZAR NO UM! Sete!
- Mas você dis...
PÁ!
- CALA A BOCA E AGUENTA, OTÁRIO! Seis!
PÁ!
- Cinco
PÁ!
- Minhas bolas...
- Cala. A. Boca.
Diz Alícia, apertando um pouco mais.
- Quatro
PÁ!
- Olha no meu olho. Você vai gozar no meu pé e olhando no meu olho.
- ÃÃããhhnnn...
- Três!
PÁ!
- Dois!
PÁ!
- Um! Goza, putinho! GOZAAA!
Manda Alícia, tirando rapidamente o pé debaixo do pau de seu submisso, fazendo-o gozar tudo no chão, e o enfiando na boca que gemia gostoso:
- ÃÃÃÃHHããããhhnnn...! Aããnn...
- Isso! Que gostoso...
Diz ela, tirando o pé de sua boca e batendo de leve em seu rosto com sola levemente avermelhada e limpa de seu pé como forma de parabenizá-lo por ter agradado sua dona. Ela levanta com um ar de superioridade.
- Fica desse jeito até me escutar saindo pela porta.
- Tudo bem, dona. Tudo por você, deusa!
Alícia arruma pega seu livro e caneta com calma, olha pra cara do submisso babando pra ela, vê seu pau todo sujo de porra, olha pro seu bolso, enxerga um fone branco e o pega. Põe no seu celular, abrindo spotify e lambendo os lábios. Aumenta a música e sai levantando seu shorts, enquanto caminha rebolando devagar, mostrando ainda mais a polpa da sua bunda redonda. Desce as escadas e dá dedo e um beijo pro submisso, que ainda está de boca aberta. Abre a porta, com um sorriso de quem conseguiu o que queria e caminha feliz de volta pro seu apartamento. Sobe o elavador, abre a porta de casa e vai em direção ao seu quarto. Põe o fone na gaveta do móvel ao lado da cama, junto com outros 7 que já havia roubado desde a semana passada.
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Sub do inglês
FanfictionAlícia é uma menina bonita e gostosa. Numa quarta-feira comum, ao ir pro inglês encontra um homem perdido e confuso. Decide ajudá-lo a entender o que deve fazer do melhor jeito. Ela só não esperava o que tinha por vir.
