- Eu já disse, eu sou sozinho, não tem ninguém para assinar essa viagem,- eu dizia para a professora enquanto o restante dos alunos saiam da sala.- mas eu quero ir, eu nunca fui em um museu.
- Hyeon .. vai contra as regras do colégio..- a professora Molly diz pacientemente.- e eu sei da sua condição, mas eu não posso liberar.
- droga, como eu vou. Ah já sei..- eu lembro de algo.
- Amanhã é o passeio e....
- Tudo bem professora, eu entendo, até amanhã..- eu falo lhe dando tchau e saindo.
- Sorry..- prof Molly diz e olho para seu rosto e dou um leve sorriso.
- Se eu conseguir, eu trago a tarde.- eu falo saindo da sala.
Já que eu não tinha amigos fui direto para casa, abri meu guarda-chuva e fui. Estava um pouco sol, pela janela da sala eu vi, no jornal disse que a semana toda vai fazer sol, e eu só queria um frio. Minha casa ficava menos de 1h do colégio, e como eu andava rápido, era moleza de chegar.
Quando eu tinha 10 anos, eu fui adotado por um homem, eu conversei com ele antes do mesmo me adotar, e era como se eu o conhecesse a anos, mas acho que era felicidade de ter um lar, alguém que me amasse e que eu possa ver todo dia e estar ali comigo. Mas não foi como eu pensei, ele trabalha muito, quase não o vejo em casa. Wang po-chieh é meu Ajusshi biólogo, ele disse que precisava fazer aquilo, mas parece que ele já tinha certeza, a amostra depois de examinada ele trouxe para casa e deixa bem guardada. Não queria mentir para a professora dizendo que não tinha ninguém, mas é como se eu não tivesse, é como se ele morasse no trabalho.
Eu estou no último ano do ensino médio, depois pretendo ir para faculdade, mas não sei ainda o que fazer, ainda tenho um tempinho para pensar. Atualmente eu tenho 18 anos, no começo de Janeiro terei meus 19. Meu Ajusshi me contou que minha Ommŏni foi uma mulher incrível, talentosa e divertida, ele disse que eu iria gostar dela. Ela faleceu assim que eu completei 2 anos, mais não lembro tanto dela, meu Ajusshi disse que foi um mistério a morte dela. Wang po-chieh não fala do meu Aboji, ele só diz que ele foi um homem horrível para minha Ommŏni, que ele a fez sofrer por muito tempo, eu via e sentia a raiva dele quando falava do meu Aboji, era uma áurea negra e pesada, havia um pouco de angústia e tristeza ali. Ele sabia alguma coisa, e ele escondia algo.
Peguei a chave de casa e abri a porta da mesma, e entrando logo em seguida e fechando; retiro os sapatos ali mesmo e sigo descalço, e coloco as chaves na mesinha que havia ali.
- Estou de volta...- falo e só recebo o silêncio em troca.
Subo para o quarto e me jogo na cama. Eu só queria não ter que ir para a escola de guarda-chuva, mais o sol está muito quente essa semana. Quando eu era um bebê ainda, as pessoas que cuidavam de mim no orfanato, descobriram que eu era sensível ao sol, é ruim. Eu não podia ficar o dia todo sob ele; se não minha pele ficava avermelhada, era estranho.
(...)
Resolvi sair, já que o sol já havia baixado e era tedioso ficar em casa sozinho. A casa não estava bagunçada, eu já havia arrumado a casa ontem; então só deixei um bilhete na geladeira avisando que eu tinha saído, caso ele chegue em casa cedo, coisa que nunca acontece.
Peguei minha carteira e chaves de casa, meu celular já estava comigo então sai de a pé, já que eu não tinha carro ou moto, mas é bom andar eu queria algo pra amenizar a vermelhidão.
(...)
Eu estava andando e acabei encontrando uma lanchonete, ela é bem bonita e arrumada, eu não sou muito de sair e prefiro comer em casa, mas hoje eu mudei de ideia, é bom da uma mudada na rotina.
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Time Will Tell Everything
RandomYahweh e Samael e o tempo, assim que a vida de Hyeon é resumida. A história se repete. Yahweh queria que seu filho fosse alguém melhor, uma pessoa melhor e sem pestanejar, expulsou seu filho do paraiso, o proibindo de retornar. Com a fúria cor...
