POV EDWARD
Eu fui criado para ser um caçador, quando nasci meus pais me entregaram a Carlisle Cullen para que ele pudesse me treinar. Carlisle é um dos 4 vampiros originais e com ele eu aprendi tudo o que é necessário para matar um vampiro. No momento que atingi a maioridade, assumi um lugar na guarda e comecei a caçar vampiros que quebram as regras.
Sou filho de um vampiro e de uma bruxa, mas vivi como mortal até que fui emboscado durante uma caçada e meu mentor teve que me transformar naquilo que fui treinado para matar. Depois da transformação, ganhei habilidades que outros vampiros não tem, além de ser extremamente forte eu também posso controlar os elementos, principalmente o fogo. Me transformei em uma máquina de matar e assim vivi os últimos 3500 anos, dividindo meu tempo entre caçar vampiros, foder e me alimentar.
Estava a caminho da Romênia, para investigar uma denúncia que meu mentor recebeu sobre Stefan e Vladimir do clã da Romênia. Aparentemente eles estão sequestrando shifters raros com a ajuda de uma bruxa que os força a permanecer em sua forma animal, apenas para caçá-los por diversão. Mas minha fome ficou incontrolável, então parei na Bulgária para me alimentar. Apesar de ser um vampiro, eu não gosto de matar humanos para me alimentar, então sempre que estou com fome procuro por casas noturnas comandadas por seres sobrenaturais. Tocando o chão, invoco o poder da terra e procuro alguma concentração de vampiros e encontro a Leste, no outro lado da cidade.
Corro naquela direção usando minha super velocidade e cruzo a cidade dentro de minutos. Paro em frente a um lugar chamado Oтрова (veneno) e da calçada posso sentir o cheiro dos doadores, que nada mais são que humanos que se permitem ser mordidos em troca de alguns minutos de prazer. A mordida de um vampiro se for contra a vontade do doador, pode ser extremamente dolorosa, mas se for feita durante uma relação sexual, se torna prazerosa tanto para o vampiro quanto para o doador.
Entrando no local, vislumbro muitos humanos em vários níveis de nudez, enquanto fazem sexo e alimentam seus Mestres. Vou até um dos sofás no canto e me sento, logo aparece um funcionário para buscar meu pedido.
- Senhor, tem sexo ou tipo sanguíneo de preferência?
- Quero algo mais doce hoje, AB talvez? Mas estou com muita fome, então tragá-me um casal. Sempre é mais divertido a três.
- Tenho exatamente o que o senhor procura, dois novos doadores chegaram hoje. Vou trazê-los agora mesmo.
Ele saí e volta instantes depois acompanhado por um homem negro com dreads no cabelo e uma mulher ruiva.
- Perfeito, venham até aqui.
Os dois caminham até mim e se sentam, o homem ao meu lado e a mulher monta no meu colo, seu vestido curto subindo até a cintura expondo sua calcinha de renda vermelha. Seguro os dois pelos cabelos e puxo primeiro o homem para um beijo e quando ele começa a gemer, eu o solto e faço o mesmo com a mulher.
- Já que você foi tão atrevida para montar em mim, vou começar por você. Faça o que quiser enquanto eu me alimento e você, seja um bom garoto e espere a sua vez.
A ruiva no meu colo desfaz meu cinto e abre minha calça jeans, apenas o suficiente para libertar meu pau, depois de acariciá-lo algumas vezes, puxa sua calcinha de lado e se abaixa por todo o meu comprimento, rebolando devagar para se ajustar melhor, antes de começar a cavalgar e eu beijo a veia pulsando em seu pescoço, antes de cravar meus dentes e começar a sugar.
Quanto mais eu bobo seu sangue, mais ela geme alto e goza no meu pau. Quando chego ao limite do que posso tomar dela, ela está no meio do seu quinto ou sexto orgasmo.
- Pare de ser gananciosa e deixe o amiguinho se divertir também.
Eu atiro do meu colo, a colocando sentada ao meu lado e o rapaz toma seu lugar de costas pra mim, o ajuste do meu pau dentro de seu corpo é muito mais apertado e quando ele começa a subir e descer no meu pau, apertando o cu em torno do meu pau é algo gostosinho, mas não a suficiente para tirar minha atenção do seu sangue delicioso que flui na minha boca. A ruiva não querendo ficar de fora da brincadeira, se abaixa e começa a chupar o pau do rapaz que monta meu pau como se fosse seu novo brinquedo favorito.
Quando estou completamente satisfeito, largo seu pescoço e passo a língua para fechar a ferida e só então me permito gozar, aproveitando o aperto daquela bundinha gostosa enquanto ele atinge o clímax na boca da ruivinha.
- Foi uma refeição deliciosa, agora vão para casa se alimentar e dormir pelo menos 12h para repor as forças.
- Sim Mestre, obrigada. – ambos me respondem e eu saio dali para chegar ao meu destino e completar a minha missão.
Chegando na Romênia, chamo o poder do elemento Ar para encobrir meu cheiro e vou até o território do clã romeno para saber se as denúncias que Carlisle recebeu são verdadeiras e encontro dezenas de jaulas contendo animais raros e pelo perfume, são todos shifters. Pego o celular e ligo imediatamente para Carlisle.
- O que você descobriu, filho?
- As denúncias eram verdadeiras, existem dezenas de shifters aqui em sua forma animal e todos eles usam o mesmo tipo de colar no pescoço, o que também torna verdade a história dos romenos estarem associados a uma bruxa.
- Você sabe o que fazer.
- E os shifters?
- Vou fazer algumas ligações e providenciar o retorno deles para suas casas. E Edward?
- Sim, pai?
- Não faça nada imprudente.
- Você sabe que meu nome do meio é prudência.
Antes de desligar, eu escuto ele reclamando sobre essas crianças de hoje que acham que sabem tudo.
Me aproximo das jaulas e vejo a variedade espécies, leopardo-siberiano, rinoceronte-de-sumatra, Antílope Branco, leão branco, tigre dourado, pantera albina e leopardo das neves, esse último em particular é uma fêmea e tem um comportamento meio estranho, depois que me viu ficou ronronando e se arrastando como se estivesse pronta para acasalar, muito estranho.
Me distrai tanto com o ronronar do leopardo das neves que quase fui pego de surpresa por Stefan que me atacou por trás, antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, minha nova fã expôs suas garras e cravou nas costas de Stefan e aproveitando a ajuda, agarrei a cabeça dele e a arranquei do corpo, chamando elemento fogo fiz uma fogueira e joguei seu corpo e o vi queimar.
Logo apareceram outros vampiros e a bruxa que parecia apavorada ao ver os restos de Stefan, ela tentou correr e para impedi-la, bati o pé no chão com força criando um leve terremoto que a derrubou tempo o suficiente para que eu pudesse prendê-la no chão com raízes envolvendo seu corpo da cabeça aos pés. E usando o ar, mantive os vampiros longe até que eu pudesse dar toda a minha atenção a eles.
Foi uma luta sangrenta, com muitas mordidas e membros sendo arrancados e jogados ao fogo, o último vampiro de pé era Vladimir que estava com os dentes a mostra e em posição de ataque, ele só não contava com minha nova amiga que ficou de pé dentro da jaula e com uma parada violenta, mandou sua cabeça rolando até os meus pés. O joguei no fogo junto com o resto do clã romeno, antes de pegar a bruxa.
- Quem é você? E por que está ajudando com essa atrocidade?
- Eu sou Didyme e não devo explicações para um aprendiz de vampiro. Se Carlisle quiser explicações, ele que venha me implorar.
- Você conhece meu pai?
- Aquele miserável se recusou a me ajudar quando um dessa raça maldita matou meu companheiro. Um vampiro que seguia suas ordens de olhos fechados e Carlisle não se importou com a minha dor.
- Liberte-os, agora.
- Nunca!
Ela tenta correr e eu salto sobre ela cravando minhas presas em seu pescoço e puxo com força, arrancando um pedaço de sua carne. Enquanto ela grita de dor, eu arranco seus membros um por um, para depois assistir seu corpo queimar.
Com a bruxa e os outros vampiros fora do caminho, começo a quebrar as trancas das jaulas, permitindo que os shifters possam sair. Com a bruxa morta, a magia que prendia seus colares acabou e pude enfim libertá-los. Todos voltaram a forma humana, menos o leopardo das neves que começou a se esfregar nas minhas pernas, mesmo quando eu tentava afastá-la.
- Pare com isso!
- Já era para ela ter voltado a ser humana. – O rinoceronte de Sumatra fala e os outros concordam.
Ela volta a se esfregar na minha perna, passando entre elas, ronronando como um gatinho e do nada sinto algo quente na minha perna.
- Mas que porra é essa? Você acabou de mijar em mim? Qual é o seu maldito problema? -Os shifters começam a rir e eu olho feio pra eles. – Não vi graça nenhuma, porque vocês estão rindo?
- Ela está marcando território. – O leão branco responde
- É o que?
- E pelo jeito que ela ronrona e se esfrega em você, quer dizer que ela está entrando no cio e que ela te elegeu como um parceiro em potencial. – O tigre dourado avisa.
- Parceiro em... Nem pensar! Volte a forma humana e pare com esse palhaçada. Agora mesmo!
Mais que criatura teimosa, ela parece que não quer me ouvir, continua se esfregando e ronronando.
- Se ela te escolheu como parceiro, não tem muita coisa que você possa fazer. – A pantera diz.
- Eu posso tentar falar com ela. – O leopardo siberiano oferece, mas ela mostra os dentes e entra em posição de ataque, quando ele da o primeiro passo em direção a ela. – Ou talvez não.
Suspirando, dou um leve puxão na cauda dela para chamar sua atenção de volta pra mim e ela recomeça com o ronronar, então eu seguro a cabeça dela e me abaixo até estarmos cara a cara.
- Você precisa voltar a forma humana, agora. A ajuda está chegando para levar vocês pra casa, então por favor volte. – A única resposta que ela me deu foi uma lambida com aquela língua áspera que me deixou com a cara toda babada. – Só pode ser brincadeira. Eu tô fora, vou procurar algo pra vocês vestirem e vou dar o fora daqui.
Me viro para entrar na casa atrás de algumas roupas, quando sou atingido por trás. Um pequeno corpo, me abraça com braços e pernas e fica grudado nas minhas costas igual um macaco.
- Meu!
- Cara, ela já te reivindicou.
- Não tem mais jeito, agora você é dela.
- Desce daí, garota!
- Meu?
- Não, eu não sou seu.
- Não vou descer, então.
Eu poderia tirá-la facilmente, mas não quero correr o risco de machucá-la com a minha força. Estou prestes a tentar tirá-la de cima de mim de novo, quando meu celular toca com uma chamada de vídeo de Carlisle.
- Oi pai.
- Tem alguma coisa pendurada bem aí a trás. – Ela solta uma das mãos para acenar pra ele.
- Meu.
Carlisle tenta prender o riso e falha miseravelmente.
- Isso não é engraçado. Nem. Um. Pouco.
- Na verdade é sim. – Um dos shifters fala e eu olho pra eles de cara feia.
- É melhor vocês entrarem para procurar algo pra vestir.
- Ok, cara.
- Como você se chama, querida?
- Bella.
- Será que você pode soltar meu filho por um momento?
- Mas é meu.
- Ela me mijou pra provar que sou dela.
- Oh, sinto muito te dizer filho que você agora é dela.
- Até você?
- O que você quer que eu diga? Se ela te marcou, você é dela.
- Meu.
- Será que você não sabe outra palavra?
- Sim, companheiro.
- Como eu estava dizendo, Edward. O pessoal de Aro está a caminho para ajudar todos os shifters a voltar para suas casas.
- Voltar? Eu não vou voltar!
- Por que você não quer voltar pra casa, querida?
- O chefe da minha tribo quer se casar comigo, mais eu não quero. Minha irmã, Jéssica, me ajudou a fugir. Foi ela que me deu o colar, ela disse que enquanto eu usasse o colar o chefe não iria me encontrar e eu não seria obrigada a casar com ele. Eu me transformei, ela colocou o colar e depois eu só me lembro de sentir algo me picar e quando vi, já estava aqui.
- Carlisle?
- Eu sei, se a própria irmã deu o colar pra ela... para a segurança dela, ela não vai poder voltar.
- E o que nós vamos fazer com ela?
- Ela vai ficar com você.
- Não!
- Você não me quer? – Ela começa a fungar, como se estivesse prestes a chorar.
- Ok! Você pode ficar comigo, só não comece a chorar.
- Tá bem.
Não sei porque, mas tenho a sensação que ela acabou de me manipular para fazer o que ela quer.
- Alec, Demetri, Félix, Afton, Corin e Santiago acabaram de chegar.
- Cada um vai cuidar do retorno de um shifter para casa. Vejo você e Bella em casa. Tchau querida, cuide bem do meu filho.
- Eu vou.
- Não preciso que cuidem de mim. Adeus, pai.
- Olá, Edward. Acessório legal esse que você tem aí.
- Cale a boca, os shifters estão lá dentro. Vamos.
Entramos, todos se apresentam, conversam um pouco e depois cada um segue seu destino. Quando todos vão embora, levo Bella, que ainda está grudada em mim, até o quarto para encontrar alguma coisa que possamos usar. Com a porta trancada, ela finalmente desce e eu tenho o primeiro vislumbre do corpo dela. Mesmo sendo pequena, ela tem um corpo tonificado, coxas grossas, cintura estreita e quadris largos que caberiam minhas mãos confortavelmente, longos cabelos brancos que cobrem os seios e descem até o osso do quadril e os olhos cor de gelo mais lindos que eu já vi.
- Você é linda.
- Obrigada, você também é bonito.
- Bem, é melhor nos apressarmos. Encontre algo para vestir.
Vou ao banheiro tomar um banho para tirar o sangue seco e quando volto ao quarto, Bella está usando um vestido que ela encontrou por aí e eu pego um jeans, camisa e jaqueta de couro, provavelmente de Stefan, e me visto rapidamente para podermos sair o mais rápido possível.
Como eu não esperava companhia, não trouxe um veículo, então tive que carregar Bella todo o caminho até a Itália, não que ela reclamou de ficar grudada em mim, mas sei que não foi muito confortável pra ela, tanto que no momento que chegamos e ela foi descer, suas pernas falharam e ela desabou no chão.
- Você está bem?
- Não sinto as pernas e meus braços doem.
- Não se preocupe, daqui a pouco vai estar melhor. Agora vamos, você precisa descansar e comer um pouco. – A pego no colo e a levo até meu quarto para que ela possa descansar. – Fique aqui, eu vou buscar algo para você comer.
- Não me deixa.
- Está tudo bem, eu só vou pegar algo pra você comer. Eu vou voltar.
Saio do quarto e vou buscar um lanche pra Bella na cozinha, ainda bem que Esme sempre deixa comida armazenada para emergências, e encontro Emmett que me pergunta como tudo aconteceu. Ficamos conversando e nem percebi que quase uma hora tinha se passado, até que começo a ouvir os rosnados de Bella.
- Merda, eu me esqueci dela.
Agarro a bandeja de comida e corro para o quarto e vejo Bella na forma de animal, ameaçando meus companheiros da guarda.
- Bella, não! Está tudo bem, vocês podem sair agora.
Quando todos saem e eu fecho a porta, Bella volta a ser uma mulher e corre pra mim.
- O que aconteceu?
- Você não voltou.
- Eu me distrai, me desculpe. Eu trouxe seu lanche.
- Tenho fome, mas não de comida. Eu preciso de você, companheiro. Dói muito, você tem que fazer melhorar.
O cheiro de excitação é forte no ar e se ela realmente está no cio, eu sei que só vai piorar e por ela ser tão jovem, acredito ser o primeiro. Bem, foda-se. É só sexo mesmo.
- Vem cá, eu vou fazer a dor passar.
Ela pula no meu colo e começa a me beijar como se sua vida dependesse disso. Quebrando o nosso beijo, eu a levo até a cama, arranco minhas roupas e me posiciono sobre ela, agarrando meu pau, o coloco em sua boceta esfregando para cima e para baixo sobre seu clitóris, antes de ir até sua entrada e me aliviei dentro dela até sentir a sua resistência. Eu enfiei minha mão entre os nossos corpos, acariciando suavemente o seu clítoris, querendo lhe dar o máximo de prazer possível, como uma pequena distração do que estava por vir.
Eu comecei a empurrar gentilmente para dentro dela, esticando a sua barreira, esfregando o clítoris dela com meus dedos.
- Agarre-se a mim, Gatinha.
- Edward, é tão bom.
Eu me segurei, deixando ela se acostumar com o meu tamanho e senti o calor molhado dela ao redor do meu pau. Deus, eu sempre tive orgulho do meu auto-controle, mas os músculos da boceta dela me agarravam tão apertado, me forçando a lutar contra a vontade de começar a bombear o mais rápido que eu pudesse.
Comecei com impulsos lentos e deslizantes, um ritmo natural que cresceu a um ritmo rápido e descontrolado.
-É isso mesmo. – Eu olhei para ela e ela estava olhando para onde estávamos unidos, vendo-me levá-la. – Enrole suas pernas ao meu redor.
Ela obedeceu, e eu imediatamente me enfiei mais fundo nela, o meu pau cercado por sua doce boceta quente.
Eu senti tudo que tocou o meu pau – a umidade , os tremores se acumulando, a maneira como os músculos dela me agarravam em cada impulso. Eu angulei o meu pau para esfregar sobre o seu ponto G, empurrando para a sua libertação, assim como eu sentia a minha em construção. Começando na base da minha coluna e depois nas minhas bolas, tudo se apertou. O prazer atravessou o meu corpo. Eu bombeei mais rápido, a minha respiração agora alta, combinando com a de Bella enquanto ela garrava nas minhas costas enquanto gozava.
Eu cerrei os meus dentes enquanto o tremor convulsivo do clímax dela ordenhava o meu pau. Meu controle só durou um tempo. A pressão construída a partir das minhas bolas, correndo através do meu pau, queimando uma trilha de fogo que eu não podia mais controlar.
Eu comecei a rosnar como um animal selvagem com meu clímax. Agarrei a cabeceira da cama com tanta força que pude ouvir o ferro se partir , enquanto explosões de prazer disparavam através do meu pau quando pura sensação substituiu qualquer outro pensamento. Eu caí em cima da Bella enquanto os restos do orgasmo dela eram uma doce tortura, prolongando o meu com cada espasmo.
- Porra, isso foi intenso.
- Meu?
- Depois dessa foda? Definitivamente.
Nem preciso dizer que não saímos da cama durante os 5 dias do cio, graças a Deus por eu ser um vampiro porque a mulher é insaciável.
Quem diria que eu, que fui treinado desde o nascimento para ser um caçador acabaria virando a caça de uma gatinha selvagem, que me tentou de todas as formas, me fez desistir da minha crença de que viveria a eternidade sozinho. Mas agora ela é minha e eu sou dela, seu Companheiro Relutante.
Fim.
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Reluctant Fellow
FanfictionSinopse: Desde o nascimento fui treinado para ser um caçador, eu não conhecia outra vida até que ela apareceu e me enfeitiçou com seus cabelos brancos como a neve e olhos cor de gelo, me fazendo questionar minhas crenças, me tentando com seu corpo...
