Narração P.O.V
Pessoas correndo com desespero, luzes de coloração vermelha piscando, uma espécie de alarme ecoava pelo local que demonstrava pânico geral. Numa sala específica havia pessoas que mexiam em seus computadores e outras três que pareciam supervisiona-las
- O que está havendo? – Uma dessas três pessoas perguntaria, um homem branco para ser mais específico, o mesmo tinha seus cabelos e o olhos castanhos, alto com seus um metro e noventa centímetros e um físico excelente
- Parece que há uma enorme quantidade de poder
vindo do ponto A numa cidade do setor três , parece que o selamento foi desfeito – Uma das pessoas operando na computação responderia
- Não é possível! – A fala seria de uma mulher com uma descrição próxima do homem que estava ao seu lado, tendo a única diferença como seus cabelos que eram vermelhos
- Fomos irresponsáveis com os acontecimentos passados, sabia que não tinha acabado e eu estava certo – Agora seria de um homem preto com seus cabelos e olhos castanhos, um tanto velho e menor que os dois jovens, se aproximaria das telas, observando o dados que estariam sendo apresentado dali – Não temos outra opção, precisamos deles agora
- Mas senhor....... Não há mais como, a equipe foi desfeita e eles não estão mais aptos a voltar a combate – A moça diria relembrando os fatos
- Então, o que faremos agora?
- A hora deles realmente já passou.......- O velho diria colocando a mão em seu queixo pensando um pouco – Talvez seja a hora de uma nova geração assumir a equipe Delta
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Eram nove horas da noite, o clima estava um tanto gelado com ventos soprando por toda a cidade de Hansen, em uma casa específica um jovem garoto jogava um jogo qualquer em seu video-game em seu quarto que era um tanto bagunçado, roupas jogadas por todo lado, vários papéis no chão, uma toalha molhada em cima da cama e nem citaria seu armário. Já o garoto assim, não era tão alto, porém tinha um físico bom para sua condição “sedentária”, sendo branco, um cabelo curto porém um pouco liso e bagunçando sendo azul e nas pontas avermelhadas e seus olhos azuis
- DROGA! VAI, VAI! – o garoto gritaria demonstrando um certo desespero, afinal estava na parte final de seu jogo, quase perdendo – CONSEGUI...... CARALHO! EU CONSEGUI! – o garoto gritaria correndo pela casa, descendo as escadas e indo até a cozinha
- Matheus, será que dá pra parar de gritar? – uma voz gritaria da sala, mais específicamente seu pai
- Desculpa pai! – O garoto diria subindo as escadas e voltando a gritar que conseguiu zerar o jogo
- Esse menino......
- Calma amor, ele só tá curtindo, deixa ele – Diria a mãe de Matehus
O garoto apareceria na frente de seus pais com uma expressão triste, com lágrimas nos olhos que escorriam pelo seu rosto e seus pais se sentaram seriamente querendo saber o que havia acontecido
- Eu não tenho mais nenhum jogo para jogar....... Já joguei todos que o papai comprou, você pode comprar mais agora? – O garoto estaria realmente fazendo chantagem emocional para conseguir o queria e já era típico do garoto fazer isso sempre que queria algo afinal Matheus vinha de uma família rica e com um nome de peso e sempre foi mimado por seus pais
- Ok, deixa que vamos mandar alguém buscar imediatamente, tá bom, meu filho?
- Obrigado Mãe.....- O mesmo diria saindo da sala e voltando ao seu quarto enquanto enxugava as lágrimas sorrindo de uma forma “perversa” sentando numa cadeira giratória e colocando suas mãos na nuca – Eu sou demais
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Uma garota estaria com fone de ouvido escutando qualquer música, já que a mesma não se importava com isso, Ela era um pouco baixa, com cabelos longos e castanhos , olhos pretos, branca e um físico normal, algumas lágrimas saiam dos olhos
- Legal Mariana...... Novamente eles foram, sair em família, se divertir.......Porque ainda insisti – A garota falaria consigo mesma a frente do espelho, depois a mesma se vê mais uma vez e respiraria fundo, não seria a primeira vez que eles esquecem da existência da garota e é sempre a mesma desculpa, de que a mesma ficava tempo demais no celular e eles esqueciam de que ela estava lá, mas isso era uma clara desculpa esfarrapada de que eles eram pais ruins e era essa parte que Mariana não compreendia, o que afetou bastante seu psicológico.
A garota tirou suas roupas, entrou no box, ligou o chuveiro e apenas ficou refletindo debaixo d’água, enquanto a água quente escorria por todo o seu corpo, Mariana suspirou e então pensou para que todo esse drama, afinal, é um dia normal
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Um garoto estaria sentando em sua cama, com um livro em sua mão que o mesmo havia terminado, o garoto suspira, deitando na cama e dando um suspiro, já este tinha um físico normal, estatura levemente baixa, preto, seu cabelo era curto e perto, seus olhos eram castanhos
- O que eu faço ago- - O garoto nem terminaria sua frase, se levantou de forma brusca na cama, havia sentindo alguém se aproximar de sua casa, o mesmo pegaria uma frigideira que havia visto na cozinha e estaria esperando na porta, porém abaixou sua arma, quando viu que era sua irmão, cheio de sacolas
- Olha que lindo, mais uma vez, tenho uma plateia para entrar em casa – O maior diria com um sorriso brincalhão em seu rosto, que seu irmão apenas revirou os olhos dizendo “ Não enche, Ricardo” – Mas sério Miguel, porque me esperar na porta toda a noite?
- Eu já falei, parece que meio que eu sinto as pessoas, é difícil explicar.....
- É eu sei, só queria entender isso melhor, mas de qualquer forma aonde está a Alice?
- Saiu com as amigas delas, disse que voltaria amanhã depois da escola – Os dois já se dirigiam a cozinha, com Ricardo guardando as coisas que trouxe, enquanto Miguel lhe ajudava
- Inclusive, amanhã é seu primeiro dia de aula também, como se sente?
- Normal, qualquer dia de aula é igual, nem me importo muito com isso – O mesmo disse sentando na mesa que havia ali, pensando um pouco, sobre escola, o garoto nunca teve muitos amigos, além de seus irmãos.
Miguel, Alice e Ricardo tinham uma relação fraternal bonita e podendo até ser invejada. Os três irmãos viviam juntos, após a morte de seus pais, quando eles ainda eram pequenos, porém a notícia só chegou de conhecimento de todos, depois de Ricardo atingir a maior idade e nunca souberam como isso tudo aconteceu desse jeito.
- Bem, eu vou para a cama, não tenho muito o que fazer -, Miguel disse dando de ombros e saindo da cozinha, indo ao seu quarto, ouvindo um “boa noite” de seu irmão, após chegar na cama, o mesmo deitou nela novamente e então apenas respirou fundo e virou-se de lado e foi dormir
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Uma garota varria a casa, estava terminando, faltando apenas um cômodo e ela não estava se importava em limpar, na verdade, isso dava a oportunidade da garota refletir consigo mesma
Ela é branca, tinha cabelos loiros e um pouco longos e olhos azuis, sua estatura era levemente baixa, seu físico era normal
- Camile, já fez o que eu te pedi? – A mãe da garota chegava no cômodo, estaria com um telefone em mãos
- Sim senhora, lavei os banheiros, passei a roupa, coloquei as roupas para lavar e deixei a comida de amanhã pronta.......E acabei de terminar de varrer a casa – O que a incomodava de verdade que todas os favores que recebiam dos seus pais, a garota praticamente cuidava de tudo sozinha
- Ótimo, agora vá para cama, amanhã tem aula e quando chegar tem mais coisas para fazer
A garota então andou até fora do cômodo, chegando na porta e se virando para mulher – Mãe....No fim de semana, eu posso ir ao cinema? Tem um filme que eu quero assistir
- Claro, com que dinheiro? Já começou a trabalhar?
“ Mas a senhora nem deixa eu trabalhar, porque eu que tenho que cuidar de tudo por aqui” - A garota pensou, apertando um pouco a maçaneta, a entortando levemente a esquerda – Certo, boa noite senhora!
A garota se retira do ambiente, estaria com o corpo dolorido, era a primeira vez no dia que parava, deitando na cama de seu quarto e suspirando lá, deitando e indo dormir
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Os barulhos de latidos e gritos eram ouvidos de longe, o garoto mesmo com os fones podia ouvir seu pai gritando e brigando com mais uma mulher que ele trouxe para apenas ter uma noite divertida e cheia de luxúria, acabou que está sendo uma noite estressante , Luiz, estaria tentando ignorar tais barulhos com música, o que fez ele tirar os fones, já que coisas estariam sendo quebradas e algo como socos e golpes poderia ser ouvidas, o menino sairia do quarto e se dirigia até a sala, vendo seu progenitor enforcando a garota, ambos estariam com gostas de sangue escorrendo o pai por um corte que vinha em seu braço e a mulher desconhecida por um golpe na cabeça, ela debatia as pernas, tentando se soltar das mãos do outros que a sufocavam
- Sua vagabunda! Respira agora, vai!
- Pai solta ela.......- Luiz disse de forma baixa, sendo ignorado este partiu para cima, desferindo um soco no rosto dele, a garota agora liberta ofegava, recuperando o ar e indo embora correndo do local- EU JÁ TINHA MANDANDO SOLTAR!
O garoto estava alterado, era sempre a mesma história, se repetindo incansavelmente, um homem bêbado solteiro tentando arranjar diversas mulheres na noite, sendo estas na maioria das vezes salva pelo menor e este já não aguentava mais
- O que você tem haver com isso? Seu merdinha! – Este diria desferindo um soco no rosto do garoto, fazendo ele cuspir certo sangue antes de ser chutado na barriga caindo ao chão – É melhor limpar tudo isso
O garoto estaria no chão, escorrendo algumas lágrimas, não havia a hora de sair daquele lugar, ficar melhor que todos e esfregar essa vitória em todas as derrotas que seu pai teve na vida nele. Já o garoto em si, seria preto, alto e com um físico levemente definido, seus cabelos seriam pretos, com vermelho perto e em suas pontas, seus olhos seriam castanhos
Este sendo acalmado pelo pequeno cachorro vira-lata, o cachorro tinha uma estatura média, pelos de cor dourados e estaria a deitar ao lado de Luiz, este sorriu acariciando seu cachorro – O que eu faria sem você, amigo?
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A garota chegaria em casa, saindo de cima do skate e o pegando na mão, entrando em casa – A garota seria preta e ruiva, seus olhos seriam pretos e teria uma estatura médio e físico normal - dando de cara com sua mãe lavando louça, está se dirigiu até ela, lhe dando um beijo na bochecha.
- Oi Filha, como foi o rolê?
- Ah, foi bom, aprendi umas manobras novas e me diverti, mas agora eu preciso de um banho mãe, licença!
Raíssa e sua mãe tinham um relacionamento saudável e estável, mais do que isso, uma linda amizade, ambas era totalmente unidas e inseparáveis
A garota sairia indo ao banheiro, se despindo e inciando seu banho. Sua vida era ótima, não tinha problemas familiares, sua vida social era muito boa, porém havia um problema, ela não se sentia em casa, ela achava que aquele modo de viver, todo o sentido por trás, ela odiava tal modo, queria poder se mudar porém para onde iria?
Ela então após sair do banheiro, iria até o seu quarto a passos silenciosos, se dirigindo até a sua janela, depois de abri-la, ela se pôs a ficar ali com seus fones de ouvido, sentia a brisa em seu rosto e isso a acalmava, pois normalmente, ela é muito estressada, mas o vento, o desejo de sentir a brisa em seu rosto, a velocidade e as manobras no ar em seu skate, era uma coisa que ela amava de paixão, um hobby no qual a garota sempre podia se referir a dias ruins
Enquanto a brisa dominava, Raissa pensava sobre tudo, afinal, amanhã ainda teria aula e ela já não tinha nenhuma desculpa para não ir, então, ela teria que enfrentar os dias de aulas, pelo menos era isso que estava em sua mente nesse momento, ela resolve pegar seu celular, visualizando algumas mensagens no whatsapp e reagir a tweets em sua timeline para ignorar tudo o que seus pensamentos diziam.
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Raissa, Matheus, Camile, Miguel, Mariana e Luiz, estas seis pessoas, junto de suas informações pessoais apareciam na tela principal daquele lugar desconhecido, o Homem, a Mulher e o Velho pareciam analisa-los, ninguém disse uma palavra até o homem se pronunciar
- Então, estes são os predestinados a nova geração da equipe Delta?
- Exatamente
- Senhor, tem certeza que colocá-los em treino será uma boa ideia? Quer dizer, ainda são muito jovens e inexperientes, dúvido muito que serão competentes
- Isso já não é sobre o fato de serem Jovem ou incompetentes, precisamos da equipe reunida e isso é de senso comum, certo? Minha visão não falha! Não iremos dar conta sozinhos, afinal, o mundo precisa de heróis!
O velho responderia a mulher que após a fala, ela simplesmente suspirou, encarando mais uma vez o monitor
- Hm.....Heróis, não? – A mulher continuaria olhando a tela – Eu vou querer conferir isso de perto – Diria de certa forma determinada e desafiadora, ela queria ver se aqueles seis adolescentes poderiam se intitular de herois
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The World Needs Hereos
FanfictionSeis jovens são unidos quando sabem que estão predestinados a assumirem o novo posto da equipe Delta e salvar o mundo (História postada também no Spirit Fanfics)
