O que acreditamos ser o agora, pode-se ser vários outros incontáveis "agoras". Dentro de vários universos e também fora deles. O que acreditamos ser o nascer, pode-se ser vários outros que já foram e ainda serão. O "vir" de "lá" para o "aqui"... é relativo. O nascer em Samsara é o possível rio que sempre corre e encontra o mar.
Um acontecimento atemporal e dentro dele - acredita-se ser. - é o que mostro nesse conto.

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