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  • Dedicado a barriga sexy

Ed POV

"Desculpe pelo panetone voador, Ed", Sam se desculpou e sorriu, envergonhado.

"Tá, só tenta segurar na goela na próxima vez", eu sorri e pisquei. "Senta aí", eu puxei uma das cadeiras da mesa em forma de o oferecer o lugar, que aceitou sentando na mesma. Enquanto ele olhava em meus olhos e sorria, eu gemia de tanta dor e soltei um palavrão ao que ele percebeu que havia sentado em cima da minha mão.

Seus olhos arregalaram-se e ele levantou-se da cadeira. "Ops?", ele sussurrou.

"Tudo bem, Sam", eu sorri amarelo e agradeci a Deus por não ter transformado minha mão em papel. Que bunda... saliente.

"Ed", ele parecia meio desconfortável e não parava de mexer os pés sob a mesa. "Você só vai comer isso?", ele repetiu a pergunta que fez anteriormente.

"Sim...", franzi o cenho.

"Você é meu amigo agora, né? Eu não vou deixar nenhum amigo meu morrer desnutrido!", ele aumentou o tom, dirigindo-se a uma mesa aonde quatro pessoas estavam comendo e pegou algumas comidas que estavam sobre a mesa. As pessoas gritavam alguns "ei!" e "essa comida é nossa!" ocasionalmente, mas parece que Sam não os deu ouvidos.

"Sam, o que diabos...", eu arregalei os olhos ao que ele enfiou um pão de queijo na minha boca. "PORRA, NÃO, EU TÔ FAZENDO DIETA!", eu tentei cuspir o pão de queijo porém minhas tentativas foram inúteis ao que ele apertava-o contra a minha goela, por sorte o pão de queijo era pequeno e minha garganta era extensa por... algumas atividades que eu fazia com a boca... é. "SOCORRO ALGUÉM ME AJU-", eu tentei gritar, mas Sam pulou em cima de mim e tentou enfiar mais comida goela abaixo.

Naquele momento minha visão começou a ficar turva e eu apaguei. Estava tudo escuro e começou a esclarecer com uma visão daquele gordo da cafeteria, o Sam, sem camisa. Nossa, como ele era sexy com todas aquelas dobrinhas fazendo sombra em sua barriga, pensei

"Sam, o que aconteceu? Onde eu estou?", eu disse ainda me recuperando.

"Esse é meu quarto, eu não queria te levar ao hospital", ele explicou passando sua mão direita por trás de sua nuca.

Narrador POV

Sam e Ed ficaram alguns minutos em silêncio até Sam se jogar ao lado de Ed na cama fazendo-o voar pela janela.

Sam se desesperou, quando olhou para fora se deparou com Ed sendo levado pelo caminhão de lixo. Ele correu o mais rápido que pode para alcançar o caminhão, porém tropeçou em uma pedra em seu caminho e caiu. Sam rolou o morro que estava descendo abaixo, gritando e tentando parar o próprio corpo.

"Ufa, ainda bem que tenho amortecimento natural", Sam pensou enquanto se debatia para levantar. "Uh, merda! Causei uma rachadura no chão!", ele xingou alto e correu em direção ao caminhão que já estava muito longe.

Eu acho melhor pegar o carro e ir para o lixão do que ficar correndo inutilmente até Ed, Sam pensou, voltando para casa enquanto debatia os bolsos das calças a procura da chave do carro. Merda. Um flashback invadiu a mente de Sam quando ele se lembrou que sempre gostava de guardar suas chaves em volta de comida porque, além delas ficarem com um aroma ótimo, as chaves sugavam a gordura, o que deixava as mãos secas de Sam um pouco mais oleosas quando ele as pegava.

Porém, ele havia escondido suas chaves em um pedaço de bolo que ele enfiara na boca de Ed na cafeteria.

Sam engoliu em seco, com medo de que teria que esperar as suas chaves voltarem para suas mãos pelo ciclo da natureza, já que Ed havia as engolido. Ele franziu o cenho com o pensamento e pegou seu telefone para ligar para um taxi, porém algumas notificações do novo aplicativo de receitas que ele havia instalado nele o distraiu. "Hum, picolé de panetone? Interessante", ele sorriu e balançou a cabeça, lembrando-se de Ed.

Sam discou o número do taxi o mais rápido que pode, porém uma voz feminina o impediu de completar a ligação. Ela dizia "seu saldo é insuficiente para completar essa ligação."

Depois de tudo de horrível que aconteceu, ele resolveu esperar no ponto de ônibus até que algum parasse ali. Quando finalmente um ônibus que passava pelo lixão parou ali Sam embarcou no mesmo, sentando ao lado de uma idosa que ficou um tanto quanto esmagada contra a janela.

Quando o ônibus estava se aproximando do lixão, Sam apertou o botão para que ele parasse, porém quando ele parou, Sam perdeu o equilíbrio e cambaleou até a escadinha do ônibus, ainda tentando retomar o equilíbrio, e ali ele rolou para a calçada. Ele gemeu de dor e levantou-se sacudindo a poeira de seu casaco. "Okay, agora vou procurar o Ed".

(n/autora: Amor do Sam por panetone é uma história de amor melhor que crepusculo, gente)

My Sweet Whale × Ed&Sam AU☽Leia esta história GRATUITAMENTE!