ESTELA - A MASSOTERAPEUTA

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— Pegue, Clarissa! Você tá precisando! Tá muito estressada! — Minha irmã falou me dando o cartão da "Relaxing – Massagens relaxantes" — Ganha desconto na primeira massagem. Minha amiga me deu, mas não vou poder ir. E o prazo para desconto já está vencendo.

— Ok, eu vou! Acho que tô precisando mesmo. Obrigada!

Assim que minha irmã foi embora da minha casa, liguei para marcar minha sessão, que ficou para dali a dois dias, às 17h.

Dois dias depois

Cheguei ao endereço impresso no cartão e, por um momento, pensei que havia errado, porque era apenas uma casa sem nenhuma placa. Liguei para minha irmã e ela disse que não era uma empresa. Era apenas uma mulher que fazia massagens na própria casa, não fazia propaganda e as clientes apareciam por indicação de outras clientes.

Com tudo entendido, desliguei com minha irmã e toquei a campainha. Segundos depois, uma mulher de cabelos longos aloirados, expressivos olhos cor de mel, uma boca bem desenhada e pintada num batom claro, abriu a porta. De cara, fiquei hipnotizada pela beleza dela. Encarei seus olhos hipnotizantes e perguntei:

— Oi! Aqui é a Relaxing?

— Sim! E você é a Clarissa? — Ela indagou com uma voz suave e um sorriso magnífico.

— Isso. — Falei sacudindo a cabeça e dando um sorriso sem mostrar os dentes.

— Pode entrar. Sou a Estela, a massagista. Tudo bem? — Ela estendeu a mão para mim.

Apertei sua mão delicada e falei entrando na casa:

— Tudo sim. Com licença.

Depois de fechar o portão, disse caminhando na minha frente:

— Vamos por aqui.

Ai meu Deus! Essa mulher é quem vai tocar no meu corpo? Além de linda, ela é gostosa! Que corpo é esse? Instantaneamente, já fiquei desconfortável!

Estela vestia um vestido branco simples, não muito colado, mas dava para ver seu delineado corpo e a belas pernas torneadas. Chegamos a uma sala, ela me indicou um sofá e disse:

— Pode sentar aqui, que vou só organizar algumas coisas e te chamo já, tudo bem?

— Tudo bem.

— Ah, você pode se servir dos chás que estão ali, se quiser. Pode ficar à vontade! — Apontou para umas garrafas térmicas que estavam em cima de uma pequena mesa.

— Ok. Obrigada!

Após a saída dela, fiquei analisando o ambiente, que era bem decorado e tudo tinha uma cor clara. E, ao fundo, tocava uma música relaxante. Levantei e me servi de chá de camomila. Que loucura! Tô precisando relaxar pra fazer uma massagem relaxante! Quando finalizava o copinho de chá, Estela surgiu diante dos meus olhos e, com sua voz suave, chamou:

— Clarissa, vamos?

Joguei o copinho no lixo e a segui.

— Você pode tirar a roupa atrás daquele biombo. Lá terá uma toalha. Você pode ficar de calcinha e sutiã, se assim for mais confortável pra você. Mas também pode tirar tudo. Fique à vontade.

Nunca havia tido problemas com meu corpo. Então, já que era para relaxar, não queria nada me apertando. Por isso, tirei toda a minha roupa, enrolei-me na toalha e voltei.

— Pode deitar aqui. De bruços primeiro, por favor.

Deitei-me e ela pôs uma pequena toalha cobrindo minha bunda.

CONTOS ERÓTICOS LÉSBICOS - Livro IVOnde as histórias ganham vida. Descobre agora