A PODEROSA CHEFONA

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Depois de fazer uma árdua seleção, consegui um emprego de secretária executiva numa grande multinacional. Iria trabalhar diretamente com Leonor Sanches, uma linda mulher de 40 anos, que tinha instigantes olhos azuis, uma boca deliciosamente bem desenhada, cabelos pretos cortados no estilo Chanel e um charme descomunal. Seria um martírio para mim ver aquela mulher todos os dias sem poder agarrá-la como quis fazer desde o primeiro dia que pus meus olhos nela.

E realmente foi bem torturante! Tentava, com muito esforço me concentrar no trabalho, mas observar Dra. Leonor, como os funcionários a chamavam, com aquela seriedade que a deixava ainda mais sexy, muitas vezes me tirava do meu eixo.

Mulheres poderosas e elegantes sempre me excitaram. Além disso, Leonor ainda era misteriosa, pois ninguém da empresa sabia muito da sua vida pessoal, o que aumentava ainda mais minha atração por ela. Só sabíamos que ela havia sido casada e não tinha filhos.

Certo dia, passados alguns meses de trabalho, Dra. Leonor chegou ao seu escritório dando a seguinte ordem para mim sem nem me olhar:

— Guilhermina, viajarei novamente para a Alemanha. Então, compre uma passagem e reserve o hotel de sempre.

— Anotado... — Falei escrevendo na agenda. — Algo mais, Dra. Leonor?

— Preciso que você vá nessa viagem. Serão apenas três dias. Reserve um quarto pra você também.

— Tudo bem.

Meu coração imediatamente pulou dentro do meu peito. Nunca tinha viajado a trabalho com ela e, ao mesmo tempo que fiquei em êxtase, fiquei nervosa. Iria passar três dias inteiros com aquela mulher que se fazia presente em meus sonhos eróticos há meses num país distante longe de todos que conhecíamos! Era tentação demais! Entretanto, eu sabia muito bem manter as aparências e o profissionalismo.

Uma semana depois estávamos viajando. Durante o voo, conversamos sobre o trabalho que seria bem intenso nesses três dias. Ao chegarmos ao aeroporto, pegamos um táxi e nos dirigimos ao hotel. Chegando lá, nos acomodamos em nossos respectivos quartos. Fiz questão, durante à reserva, de pedir quartos vizinhos.

Os três dias que se seguiram foram de intensas reuniões e trabalho cansativo. Quando terminávamos, íamos cada uma para seu quarto descansar. Trabalhamos muito e dormimos pouco. Ocorre que, no último dia, terminada a última reunião, Dra. Leonor sugeriu que jantássemos no restaurante do hotel. Voltaríamos ao Brasil apenas no fim da manhã seguinte.

Por volta das vinte horas, desci para o restaurante e esperei minha charmosa chefa por longos minutos. Finalmente, ela surgiu para iluminar o ambiente! Meus olhos não acreditaram quando a viram num vestido vermelho um pouco colado ao corpo — bem diferente das roupas que usava para trabalhar —, sapatos altos, cabelo bem arrumado e uma maquiagem que enfatizavam seus olhos. Quase engasguei com a bebida que tomava para tentar relaxar um pouco antes de ela chagar. Guilhermina, se segura. Ela é sua chefa!

— Me atrasei muito? — Leonor perguntou com aquela voz rouca e sexy, que me deixava ouriçada demais.

— Não, Dra. Leonor. Cheguei há pouco.

— Só Leonor, por favor. Não estamos trabalhando... — Ela sorriu sem mostrar os dentes.

Nossa! Esse sorriso é lindo demais! E esse olhar?! Por favor, Dra. Leonor, não me olhe desse jeito!

— Você está bebendo o quê? — Ela me perguntou.

— Martini.

— Hum! Vou de vinho. Não me dou bem com Martini.

Leonor então chamou o garçom e pediu um vinho branco seco. Assim que ele colocou o líquido em sua taça, ela comentou:

— Vamos brindar ao sucesso das reuniões! — Leonor levantou a taça, fitou-me e sorriu.

CONTOS ERÓTICOS LÉSBICOS - Livro IOnde as histórias ganham vida. Descobre agora