50 REAIS

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— Boa noite! Quanto custa o programa? — Perguntei assim que parei o carro em frente a linda prostituta parada na esquina da rua escura e erma.

Ela usava um corselete preto de renda tão decotado, que parecia que seus seios saltariam a qualquer momento. Cobrindo-lhe o quadril, uma saia vermelha muito curta ajudava a denunciar o que ela fazia ali. Suas pernas longas e torneadas estavam cobertas por meias pretas de tarrafas e seus pés, abraçados a sapatos de saltos altíssimos. Seu rosto fino cheio de maquiagem estava emoldurado por cabelos no estilo chanel de um loiro quase branco, que julguei que fosse peruca. Enfim, ela era uma típica prostituta exagerada que me serviria naquele dia.

— 50 reais! — Ela respondeu escorada na porta do meu carro, enquanto mascava um chiclete.

— E o que você faz por 50 reais? — Perguntei tentando colocar sedução na minha voz.

Ela invadiu ainda mais a janela do carro e, aproximando-se de mim, sussurrou me encarando:

— Tudo!

— Então, pode entrar! — Respondi já com o tesão a mil.

Depois que ela entrou no meu carro, saí em disparada para o motel mais próximo. Nunca tinha contratado uma profissional do sexo, mas foi incrível como não fiquei tímida. Mal entramos no quarto alugado, ataquei a prostituta com um beijo intenso. Não tinha perguntado antes se ela beijava na boca, mas como ela não me repeliu continuei. Depois, passei para o pescoço, onde dei umas chupadas bem fortes, porque queria deixar minha marca naquela mulher.

— Caralho! Como você é gostosa! — Sussurrei abafado na curva do seu pescoço. — Quero te foder toda!

Depois de soltar uns gemidos, ela falou com a voz manhosa:

— Sou toda sua...

Aquela frase permissiva parecia que tinha sido a senha para eu me transformar em um animal no cio. Abri seu corpete com toda força, fazendo seus seios saltarem na minha frente. Eles eram de um tamanho médio, bem empinados e com os mamilos pardos. Fiquei hipnotizada por alguns segundos até segurá-los em minhas mãos e dizer com um olhar sedento:

— Que peitos deliciosos você tem! Sou tarada por peito, sabia?

— Hummm... pois vem me mamar gostoso, vem! — Ela pediu cheia de manha e eu obedeci com prazer. Afinal, estava ali para isso. Tudo o que eu desejava naquele dia era me esbaldar com uma garota de programa.

Destinei minha boca para um dos seus seios, enquanto o outro era apalpado por uma das minhas mãos. Minha língua deslizou pelo mamilo e eu o senti duro quase que instantaneamente. O outro também se enrijeceu entre os meus dedos. E, por alguns instantes, fiquei ali alternando minhas carícias entre seus seios ao som dos seus gemidos e de nossas respirações ofegantes.

— Se continuar assim, vou gozar! Consigo gozar só com chupada nos peitos... — Ela murmurou enquanto me assistia me deliciando com seus seios.

Aquela declaração me deixou ainda mais excitada. Ia sair dali me sentindo orgulhosa se fizesse uma prostituta gozar daquele jeito. No entanto, queria me aproveitar mais, torturá-la antes de fazê-la atingir a plenitude das sensações. Então, deslizei minha mão pela sua barriga, enfiei-a por debaixo de sua saia até alcançar sua intimidade. Senti sua calcinha molhada. Era sinal de que ela estava pronta para mim.

Eu a queria fácil para mim, mas também queria deixá-la com algumas peças de roupas. Meu tesão sempre foi maior quando as mulheres com quem eu transava permaneciam durante o sexo com uma peça de roupa. Com ela não foi diferente. Arranquei sua saia e a joguei no chão. Depois foi a vez de sua calcinha. A meia de tarrafa, só a rasguei na parte do quadril para ter acesso ao seu sexo com mais facilidade. E, por fim, antes de me divertir com a prostituta de rua, tirei toda a minha roupa e mandei que ela permanecesse de sapatos.

CONTOS ERÓTICOS LÉSBICOS - Livro IOnde as histórias ganham vida. Descobre agora