Capítulo 2 o Chapéu Seletor

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Quando chegam lá Hagrid leva os primeiros anos até o castelo, Minerva explica sobre as regras e as casas e eles vão para a cerimônia de seleção.

— Hermione Granger. — chamou McGonagall.

Hermione hesitou, mas Harry disse que ela conseguia e ela foi, sentou-se no banco e McGonagall colocou o chapéu na cabeça dela.

— CORVINAL! — anunciou o chapéu.

— Ronald Weasley. — chamou McGonagall.
Rony vai e se senta no banquinho.

— GRIFINÓRIA! — anunciou o chapéu.

— Draco Malfoy. — chamou McGonagall.

Draco se senta no banquinho.

— SONSERINA! — anunciou o chapéu.

— Harry Potter. — Chamou McGonagall.

Harry se senta no banquinho.

— Hmmm, difícil, muito difícil, inteligente como um Corvino e corajoso como um Grifinório, tem talento, se tem, e uma sede de se provar, mas onde devo colocá-lo?

— Pode ser Corvinal? Foi onde você colocou minha amiga. — sussurrou Harry.

— Tem certeza? Você podia ser grande sabia? Está tudo aqui na sua cabeça, e Grifinória iria ajudá-lo a alcançar essa grandeza. Não? Melhor que seja... CORVINAL! — anunciou o chapéu.

Harry sorriu e correu para o lado de Hermione, que também estava sorrindo. Ele cumprimentou todos enquanto os alunos eram selecionados.

Agora ele via bem a Mesa Principal. Na extremidade mais próxima sentava-se Rúbeo Hagrid, cujo olhar encontrou o seu e fez um sinal de aprovação. Harry retribuiu o sorriso. E ali, no centro da Mesa Principal, em frente a um caldeirão dourado, encontrava-se Alvo Dumbledore. Harry o reconheceu imediatamente pela figurinha que tirara no sapo de chocolate comprado no trem. Os cabelos prateados de Dumbledore eram a única coisa no salão inteiro que brilhava tanto quanto os fantasmas. Harry viu o O Prof. Quirrell também, o rapaz nervoso do Caldeirão Furado. Parecia muito extravagante num grande turbante púrpura. 

Harry baixou os olhos para o prato dourado e vazio diante dele. Acabara de perceber como estava faminto. As varinhas de alcaçus pareciam ter sido comidas havia anos.

Alvo Dumbledore se levantara. Sorria radiante para os estudantes, de braços bem abertos, como se nada no mundo pudesse ter-lhe agradado mais do que vê-los todos ali.

— Sejam bem-vindos! — disse. — Sejam bem-vindos para um novo ano em Hogwarts! Antes de começarmos nosso banquete, eu gostaria de dizer umas palavrinhas: Pateta! Chorão! Destabocado! Beliscão! Obrigado.

E sentou-se. Todos bateram palmas e deram vivas. Harry não sabia se ria ou não.

— Ele é... um pouquinho maluco? — perguntou, incerto, a Penélope.

— Maluco? — disse Penny despreocupada. — Ele é um gênio! O melhor bruxo do mundo! Mas é um pouquinho maluco, sim. Batatas, Harry?

O queixo de Harry caiu. Os pratos diante dele agora estavam cheios de comida. Ele nunca vira tantas coisas que ele gostava em uma mesa só rosbife, galinha assada, costeletas de porco e de carneiro, pudim de carne, ervilhas, cenouras, molho, ketchup, e, por alguma estranha razão, docinhos de hortelã.

Não é que os Dursley deixaram Harry com fome (na verdade sim), mas nunca lhe permitiram comer quanto quisesse. Duda sempre tirava tudo que Harry realmente queria, mesmo que acabasse doente. Harry encheu o prato com um pouco de cada coisa exceto os docinhos e começou a comer. Estava tudo uma delícia.

Harry e Hermione | Fanfiction (HPPF)Onde as histórias ganham vida. Descobre agora