𝑯𝒆𝒓𝒆 𝒘𝒆 𝒈𝒐 𝒂𝒈𝒂𝒊𝒏

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𝑨 𝒇𝒂𝒏𝒕𝒂𝒔𝒎𝒊𝒏𝒉𝒂 𝒄𝒂𝒎𝒂𝒓𝒂𝒅𝒂 𝒕𝒆𝒎 𝒑𝒓𝒐𝒃𝒍𝒆𝒎𝒂𝒔 𝒅𝒆 𝒔𝒊𝒏𝒕𝒐𝒏𝒊𝒛𝒂𝒄̧𝒂̃𝒐

𝑨 𝒇𝒂𝒏𝒕𝒂𝒔𝒎𝒊𝒏𝒉𝒂 𝒄𝒂𝒎𝒂𝒓𝒂𝒅𝒂 𝒕𝒆𝒎 𝒑𝒓𝒐𝒃𝒍𝒆𝒎𝒂𝒔 𝒅𝒆 𝒔𝒊𝒏𝒕𝒐𝒏𝒊𝒛𝒂𝒄̧𝒂̃𝒐

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Primeira Parte

𝑶 𝑺𝑶𝑳 𝑺𝑼𝑩𝑰𝑨 𝑵𝑶 𝑪𝑬́𝑼 𝑩𝑹𝑨𝑺𝑰𝑳𝑬𝑰𝑹𝑶, trazendo consigo a manhã e a luminosidade do dia. Na maioria das regiões também levava o calor, enquanto em outras se tornava apenas um aquecedor agradável no dia frio e em algumas, ele somente escondia-se nas nuvens cinzentas.

Cada manhã começava de forma tão diferente para os membros do Fawsley Team quanto o tempo do país tropical. Um grupo já estava desperto e pronto para iniciar sua jornada, ao mesmo tempo que outra porção recém acordada procurava a coragem para deixar a cama e tomar seu café da manhã. Também haviam aqueles que estavam inertes ao horário e seguiam dormindo solenemente.

Mantinham o costume de enviar um singelo "Bom dia" em seu grupo virtual durante o tempo livre que ainda possuíam, planejando e repensando os afazeres daquele dia. Mal sabiam eles que seus planos seriam interrompidos, existiam outros assuntos a serem tratados e nem mesmo os dorminhocos seriam poupados.

Júlia foi a primeira, o que ela nomeava de "intuição", para seus amigos, pulsava de forma agitada dentro dela. Estava levemente ciente de que aquele não seria um dia comum, concordava que estava mais do que na hora daquilo finalmente acontecer. Mesmo assim, não conseguia evitar de se sentir ansiosa ou mesmo nervosa, afinal sempre fora muito emotiva.

Ela estava pronta, a manhã quente anunciava que o dia esquentaria ainda mais durante a tarde. Suas mãos um tanto trêmulas checavam novamente se sua bolsa continha todos os pertences necessários. Não era apenas precaução, mas também uma forma de enrolar a sua passagem pela porta. Ouviu palavras de conforto, mesmo que ninguém houvesse o feito em voz alta.

Ajeitou sua blusa clara de mangas curtas mais uma vez e despediu-se de sua família, então foi em direção a porta de sua casa e tocou a maçaneta. Respirou fundo e a girou, fazendo com que esta se abrisse e revelasse o pátio de casa e a rua pacata. Mais um dia normal se não fosse pelo fato de que quando a atravessou, o chão que seus pés tocaram foi o de uma estufa.

Seus olhos brilharam ao ver tamanha beleza do local. As paredes eram todas feitas de vidro com a proteção de algumas grades brancas trabalhadas em espirais. O teto, também feito de vidro, estava tão alto que ela não conseguia contar a distância. Andou alguns passos e virou-se admirando a estreita porta por onde acabara de passar, toda a região ao redor desta possuía trabalhos que a deixavam semelhante a um portal.

Notando cada detalhe, Júlia percebeu quando a maçaneta da porta lentamente começou a girar, abrindo-se e revelando ninguém menos do que uma amiga conhecida. O queixo de Eris caiu assim que ela pôs os olhos naquele lugar, visualizando Júlia em seguida e correndo para abraçá-la. Apesar da recém-chegada ser um pouco mais nova, era bem mais alta do que a cacheada.

𝙁𝘼𝙒𝙎𝙇𝙀𝙔𝙑𝙀𝙍𝙎𝙊Onde as histórias ganham vida. Descobre agora