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— Pai! Encontramos algo importante — Observo Nari falar ao telefone — Okay

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— Pai! Encontramos algo importante — Observo Nari falar ao telefone — Okay... Também te amo.

Eu estava sentindo algo estranho dentro de mim, eu sempre soube que não devemos confiar em ninguém.
Ele foi uma inspiração para mim desde que eu nasci, isso me dói muito, por que? Por que ele fez isso?

— Jae, você está bem? — Nari vem até mim preocupada, ela colocava a mão na minha testa repentinamente.

— Sim... — Não consigo disfarçar com as malditas lágrimas e uma dor de cabeça enorme.

— Calma, eu estou aqui... — Ela encosta sua cabeça junto a mim.

" Calma Jaebeom eu irei te ajudar"
"Confie no seu hyung"

Com esses pensamentos me afasto de Nari que me olha confusa.

— Não! — Dou passos para trás.

— Jae? Você está bem? — Ela novamente vem em minha direção.

— Você é uma mentirosa! Você não quer minha amizade! Você não gosta de mim! Ninguém gosta de mim! — Continuo a dar passos para trás e me agacho com as lágrimas já descendo.

— Lim...

— SAI DAQUI!

Ela me olhava diferente, talvez com decepção? Ou raiva? Eu não sabia naquele momento, eu só estava sentindo turbilhões de sentimentos estranhos.
Eu estou fora de mim, não consigo sequer me mexer e agir em algo. O que é isso? Por que minhas pernas tremem?

— É assim né? Sempre é assim! Você sempre dificulta! Eu sempre tentei te ajudar, você imagina o quanto eu dei de mim? Isso foi em vão? Eu te odeio Lim! Te odeio!

Seus curtos cabelos castanhos balançavam quando ela batia os pés com raiva, o rubor em sua bochecha se formava, seus olhos estavam cheios de lágrimas e decepção. Eu queria falar algo, mas o som não saía de minha boca, eu não consigo. Não consigo...

— Eu perdi minha paciência! De todos os momentos que eu demonstrei meu amor por você, você acaba falando que eu não gosto de você? NÃO MISTURE AS COISAS LIM! — Ela expreme os olhos ao ver que levantou sua voz — Olha, eu sei que está com muita coisa na cabeça, mas não misture as coisas tá? Mantenha a calma.

— Você não me entende Nari! Você nunca me entendeu! Você sempre teve uma vida tranquila, seus pais te amam, todos na escola gostam de você! O Jinyoung o garoto popular e mais bonito da escola gosta de você! Você tem o total apoio dos seus pais, e eu? Eu nunca tive isso! Todos me odeiam, todos me julgam! NINGUÉM, ninguém me apoia! Não somos compatíveis! — Termino com lágrimas já descendo, eu não me importo se estou chorando, eu só quero acabar com isso.

Você acha que só você tem problemas Lim!? Você está errado! Quer saber? Eu não vou discutir com você! Já que não somos compatíveis, okay! — Ela se vira para a porta logo saindo e a batendo forte.

Sr.Kim

Estaciono o carro no local, foi aqui...
Foi aqui que meu cunhado morreu, foi aqui que aquelas duas crianças inocentes morreu!

Não havia indícios de ninguém, a rua estava deserta e só podia ouvir o som dos meus passos e minha respiração alterada.
Pela primeira vez eu estava assustado com o trabalho que faço.
Entro no grande galpão, a porta estava enferrujada, o cheiro era horrível, não sabia distinguir.

Me assusto com o celular tocando, no ecrã aparecia minha filha.

— Oi filha — Continuo olhando minimamente para o local — O que houve? Está chorando?

— Não pai, onde está?

— No posto — Minto franzindo os lábios.

— Para onde eu levo a mala?

— Escute, sabe o senhor Min? Ele está esperando vocês lá na oficina dele.

— Pai você sabe que isso pode destruir sua carreira né? — Sua voz parece assustada.

— Não me importo minha filha, conto com vocês dois, tchau.

— Pai!

— Sim?

— Eu te amo!

Antes de eu falar algo, uma mão prende o meu pescoço em um mata leão, tento olhar para cima.
Eu estava certo, Lim Iseul.

— Eu queria me divertir sabe? — Aperta mais ainda me fazendo ficar vermelho e sem respirar.

Me debato tentando tirá-lo, reverto a posição agora ficando em cima dele e apertando seu pescoço.

— Você vai ver seu babaca! Você vai apodrecer na prisão! — Aperto mais ainda.

— Nunca!... Eu... Vou.... Ganhar... — Fala pausadamente ofegante.

— VOCÊ VAI SE ENTREGAR SEU BABACA? DIGA! DIGA! SE NÃO EU TE MATO! — grito apertando mais ainda, eu não me importo se ele morrer logo ali, eu realmente não me importo!

— Mate! — Ele tinha uma expressão assustadora, sorria de lado e me olhava com ódio. Ele parecia estar gostando daquilo.

Essa foi a última coisa depois de algo se chocar contra mim, e eu escutar uma risada escandalosa.

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Recomendação de música:

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Estamos na reta final....
Vou chorar aaaaaa!

Mas é óbvio que vem mais estórias quentinhas por aí heheheh!

Demons | Jay b Got7Onde as histórias ganham vida. Descobre agora