Capítulo 1

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Como qualquer garota digamos "comum" Mary Collins de 19 anos, porém todos á apelidaram desde pequena com o apelido "May", vive com seus pais (Suzan e Paul) em uma pequena cidade no estado de Connecticut-Stamford. Suzan sua mãe, uma mulher super concentrada e apegada á família, já seu pai Paul, super empenhado no trabalho e acertos na empresa onde é dono. A família Collins com uma grande renda de dinheiro e herança dos avós vivem bem, porém Mary não se sente confortável, aliás sempre se achou "estranha" desde a infância mas não se sabe o por quê.

Mais um dia em seu trabalho na cafeteria Starbucks, seu chefe Steve Johnson muito amigo de seus pais, ele considerava a garota como uma sobrinha ou até mesmo filha.

-Oi Steve.

-Olá May. Como vão as coisas?

-Bem e o senhor?

-Tudo ótimo. -Diz o homem abrindo a cafeteria para os clientes poderem finalmente entrar.

-Bom dia. -Diz a senhora conhecida como Dona Marta, uma velhinha de cabelos brancos amarrados na forma de um coque com grampos e um lenço cobrindo ás vezes. Usando como vestimenta um vestido simples estampado com flores como qualquer outra idosa, ás vezes acompanhada com uma echarpe nos dias de frio.

-Olá, Dona Marta como vai?

-Vou bem minha filha. -Diz Dona Marta olhando profundamente nos olhos castanhos amarelados de Mary.

-O que vai querer hoje? -Disse Mary vestindo o avental com o símbolo da cafeteria.

-O de sempre querida. -Disse a idosa se sentando em uma das mesas.

-Ok. Dois pães e um cappuccino saindo. -Disse Mary confirmando o pedido de Dona Marta.

Como todos os dias Mary já acustumada á trabalhar no Starbucks com o grande costume pegou a rotina de seus clientes, Dona Marta era a primeira á chegar mesmo o horário sendo cedo, depois o Senhor Bonner Coners um senhor alto e magro sempre elegante com vários ternos de todos os tipos sempre com uma maleta preta de couro nas mãos. Em seguida um casal de adultos uma mulher loira acompanhada de seu marido é claro. Sempre visitavam a cafeteria pois Mary os conhecia devido á empresa de seu pai depois alguns outros clientes aleatórios.

-Aqui está Dona Marta. -Mary disse levando o pedido de Dona Marta até a mesa onde a idosa estava.

-Obrigada querida. -Dona Marta pegou o café e tomou um gole, Mary á olhou preocupada com a reação da senhora se ela gostaria ou não.

-Está ótimo querida, obrigada. -A velhinha disse abrindo um sorriso no rosto de Mary.

-Não á de quê Dona Marta. -Mary disse saindo em direção ao balcão para atender á freguesia. Depois de algumas horas á mais ou menos umas 11 hrs depois de atender alguns clientes Steve resolveu puxar assunto.

-Sabe May, acho que está na hora de você arrumar alguém. -Steve disse saindo das portas dos fundos fazendo Mary não entender.

-Como assim? -Mary perguntou.

-Você sabe, arrumar um "acompanhante".

-Sério isso Steve? Parece minha mãe. -Mary disse sorridente. -Não quero ninguém agora.

-E por que não?

-Sei lá. Está difícil encontrar uma pessoa legal e verdadeira. -Disse Mary. Nesse instante um garoto de cabelos escuros de óculos escuros e bone de aba reta entrou na cafeteria com alguns outros garotos, um vestia regata e boné seu cabelo louro e o último um ruivo com algumas sardas no rosto e olhos bem azuis.

-Posso ajudar? -Mary se aproximou da mesa de meninos nervosa pois não os conhecia e nunca havia visto os mesmos.

-Oi. -O garoto de óculos escuros respondeu tirando os mesmos e colocando em cima da mesa. Todos pararam de conversar apenas olhavam para a garota que se sentia vermelha de tanta vergonha. -Bom, eu vou querer um café expresso. E vocês? -O garoto perguntou aos outros.

-Pode me trazer um café gelado por favor?-Disse o ruivo, parecia ser muito educado.

-Ok. -Mary disse sorrindo e anotando em seu "bloquinho" de pedidos.

-Um Frappuccino, por favor. -O garoto de cabelos claros e regata disse e sorriu.

-Trago em um minuto meninos. -Mary disse saindo em direção para fazer os pedidos. Ao fazer os pedidos levou para seus clientes. Enquanto conversavam sobre assuntos aleatórios a garota apenas ficava concentrada em colocar os copos com café na mesa.

O garoto de boné olhou seu crachá com seu nome e puxou assunto com a linda menina de cabelos castanhos escuros.

-Tudo bem Mary Collins? -O garoto disse bebendo um pouco do café em seguida fez uma expressão não muito agradável.

-Estou bem sim, mas seu café parece ruim.-Ela disse e deu uma leve risadinha.

-Não, ele está ótimo, só está um pouco quente.

-Ah. -Ela riu amigavelmente- Então, acho que seria bom você assoprar, não acha?

-A vida é muito curta pra isso. -Ele riu. Os garotos olhavam os dois conversando o que deixou a garota e o garoto meio sem graça.

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