spørsmål

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-- Bom acho uma promessa bem difícil de ser cumprida. – Afirmou Hjalmar.

O grande homem misterioso se fazia de difícil naquele momento, mas dentro de si sentia uma vontade de encerrar sua caminhada ali, exatamente ali naquela aldeia de simples camponeses, que sim escondia um grande mistério, e talvez por isso essa sua vontade de ficar se elevava a tanto, mesmo Hjalmarr não sendo um homem tão curioso.

De fato, ele não estava errado em ter uma certa curiosidade sobre aquele lugar. Pois ali sim tinha coisas a serem descobertas, mistérios que daria curiosidade até mesmo ao homem mais desinteressado, um lugar longe de qualquer outro lugar, a dias e dias de viagem da aldeia ou reino mais próximo, um lugar onde a fome não existira. Quem é esse povo? De onde saiu aquelas riquezas escondidas? E se tens tanta riqueza que se podia ali levantar um reino porque se guarda tudo debaixo de um grande salão em vez de se fazer bom uso de tudo aquilo?
Bom essas perguntas também estavam todas na cabeça de Hjalmarr,  que naquele momento decide aceitar a proposta do velho, mas que se tivesse uma condição.

-- Eu aceito sua proposta velho, mas com um acordo impossível de ser quebrado. – Argumentou o guerreiro.

-- Pois me diga, homem.

-- Que aqui eu seja livre, livre como fui a tantos anos em minha jornada, pois mesmo fazendo dessa aldeia meus aposentos a minha caminhada não terminara. – Afirmou o homem determinado a novamente ser digno.

-- Aqui você vai ser muito mais do que livre grande homem. – Afirmou o velho como quem pudesse olhar para o futuro.

Depois da conversa e das decisões ali tomadas os dois vão para a frente do salão, e o velho como quem ganhara energia para se enfrentar uma grande batalha, estufa seu tronco como quem não temera mais a mal algum. Ele ergue seu braço direito o qual segurava o pesado machado e o estende ate a frente do guerreiro, que com grande honra apanha o machado em suas mãos.

-- vejam meu povo, esse é Hjalmarr o homem vindo da escuridão da floresta. O trazido pelos Deuses para nos proteger aquele que tirara a maldição de nossa aldeia. – Afirma o velho.

-- Espera, maldição? – pergunta Hjalmarr com duvidas em sua voz. – De maldiçoes já bastam as minhas. Eu não posso assumir a de vocês.

-- Mas você já as segura em suas mãos meu caro. – disse o velho respirando aliviado.

-- O que? Como assim? – Pergunta Hjalmar olhando para a única coisa que segura em suas mãos o tal machado. – CHEGA DE MISTERIOS SEU VELHO, O QUE SE PASSA AQUI? EU QUERO RESPOSTAS AGORA SE NÃO ESSE MACHADO VAI CARREGAR MAIS UMA MALDIÇÃO, A DA SUA MORTE. – disse o guerreiro com uma voz tão grosa quanto a um trovão pássaros levantaram voo após seus berros de ira.

-- Se acalme bravo guerreiro eu vou lhe contar tudo que você precisa saber sobre este lugar, e depois você me contará o porque dessa sua busca por ser digno a valhala.

O velho após o acordo com Hjalmarr mostra-se ser outro tipo de velho, em suas palavras tem um tom de confiança um tom de quem não tem mais medo, um jeito que punha medo no tão grande guerreiro que ali foi tomado por uma curiosidade tão grande que ele guardara seu ódio por ser enganado no bolso, apenas para saber realmente o que se passara ali.

-- Apenas se acalme Hjalmarr, aqui você não perdera sua liberdade. E nada lhe será tirado apenas acrescentado homem. – Afirma o velho.

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