Capítulo 3 - Alícia

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Bom dia, poderosas!!! Como que para numa cena daquelas, não é mesmo? Temos um pouco mais de calor para esse casal antes das fortes emoções começarem!

Gratidão pelos comentários e por acompanhar a história por aqui! Vocês são maravilhosas!

***

— Oh, Bernardo... — Segurei no seu braço e rebolei os momentos finais em sua mão. Fechei os olhos quando ele deslizou os dedos lambuzados com meus fluídos na minha barriga e depois nos meus seios. Era erótico e excitante, mesmo que já parecia satisfeita.

— Entregue ao prazer, do jeito que eu gosto. — A rouquidão da sua voz me alertou de algo diferente. Abri meus olhos e o vi colocar a camisinha em seu membro ereto. Havia um brilho no olhar diferente, ou seria apenas o meu gozo refletindo nele? — Está pronta?

— Por favor... — implorei para que continuasse.

Bernardo se posicionou entre minhas pernas e pouco a pouco, com movimentos lentos, entrou e saiu da minha vagina. Ele usava as mãos para me estimular e espalhar minha umidade, inclusive no meu buraco mais íntimo, entre minhas nádegas.

Em nenhum momento desviei meu olhar do dele, como se fosse necessário para lhe proporcionar o prazer. Mais que merecido, eu precisava retribuir a paz que estava sentindo no momento.

Quando movimentei meu quadril para ir de encontro aos movimentos lentos dele, sua mão apoiou na minha barriga e me parou, porém, ele continuou com a tortura.

— Estou no controle agora, Alícia. Apenas sinta.

Era impossível não me sentir subjugada, algo que me atingia em cheio, mas deixaria para pensar nisso depois. Mordi o lábio inferior e ele sorriu de lado, safado, como se tudo fizesse parte do seu plano.

— Você gosta de ser dominada?

— Não — respondi com um gemido, ainda mais quando seu dedo começou a esfregar no meu clitóris.

— Você vai aprender a ser. — Ele saiu de mim, afastou apenas o suficiente para me virar de bruços e bater de leve na minha bunda. — Você vai aprender a ceder.

Senti quando esfregou seu pau entre minhas nádegas, estimulou meu anus, esfregando-o ali e depois desceu, encontrando minha boceta encharcada. Novamente com movimentos lentos, ele entrou e saiu, me impedindo de empinar a bunda com uma mão na minha lombar.

— Eu quero mais — exigi forçando meu quadril e ele gemendo me impedindo.

— Relaxe. — Seu controle parecia fugir quando as estocadas aumentaram de ritmo.

— Estou a ponto de explodir. Mais! — Estiquei os braços para cima, empinei minha bunda e consegui que ele fosse mais fundo. Ele permitiu, deitou nas minhas costas e se movimentou como um desesperado por prazer.

Não houve mais palavras, apenas ações. Sua mão encontrou um seio e apertou enquanto a outra apertava meu quadril, com desespero, contrariado de que tivesse sido ele a ceder para mim.

Aos poucos, enquanto entrava e saia de mim com pressa, a mão que me apertava foi para baixo e encontrou meu clitóris. Coloquei minha cabeça de lado e busquei seus lábios, que com vontade tomou os meus, me beijou e nos fez gozar emaranhados de prazer.

Enquanto ele tomava meus gemidos, eu o fazia com os dele. Quando a exaustão pós clímax nos dominou, ele suspirou e ficou alguns segundos em cima de mim. O peso nas minhas costas não era nada comparado ao que eu tinha de forma metafórica. Era bom, trazia saciedade e conforto. Senti falta quando se deixou cair ao meu lado, de barriga para cima. Soltou o ar com força, virou o rosto para me encarar e sorriu de tal forma, que se eu acreditasse em amor à primeira foda, eu estaria apaixonada.

Cedendo à Paixão  - DEGUSTAÇÃOOnde as histórias ganham vida. Descobre agora