Capítulo 2 - Alícia

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Bom dia, poderosas!!! Sexta-feira para esquentar o corpo e o coração!!!

Fiquem bem e feliz que vocês estão prontas para se aventurarem em mais uma história!! 

Gratidão!

AVISOS!

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***

Indiquei o caminho de casa e não falamos mais nada. Ele não me tocou, não esboçou nenhum sorriso e mesmo parecendo tão frio, só contribuiu para me esquentar.

Enquanto um lado meu gritava o quanto era errado o que estava fazendo, o outro dominante me sorria e me empurrava para continuar do jeito que estava, que valeria a pena.

Apontei para uma casa de portão verde e quando parou o carro, saí e abri o portão para que entrasse. Ainda bem que tampava tudo dentro, não queria saber o que os vizinhos poderiam dizer sobre minha visita inusitada.

Olhei para o relógio quando o vi entrar com o carro e sair dele. Quarenta minutos, ainda dava tempo para desistir ou... fazer acontecer da melhor forma.

Fechei o portão, corri para abrir a porta de frente e olhei por cima do meu ombro para conferir que Bernardo estava carregando as compras para dentro de casa. Tropecei em um brinquedo e quase caí, me fazendo lembrar que eu não era jovem e solteira. Bem, eu era isso, mas também mãe.

— Desculpe a bagunça, cuidado com os brinquedos — falei indo para a cozinha e ele me seguiu lentamente, olhando para o chão. — Meu Deus, que loucura.

— Sim — confessou rindo sem graça e colocando as compras em cima da mesa. Não comprava muitas coisas, para poder voltar de ônibus e economizar.

Aproximei dele, retirei tudo o que era de geladeira e fui colocando para dentro. Mesmo com tesão, eu não conseguia me parar.

Quando terminei, apoiei minhas costas na geladeira, coloquei minhas mãos para trás e o observei retirar a jaqueta do terno e depois a gravata. Seu olhar era cauteloso para mim enquanto meu coração parecia querer pular pela minha garganta.

— Você parece com medo. Quer apenas conversar? — Engoliu em seco, dobrando as mangas de sua camisa.

— Parece que você nunca fez isso na vida, eu também não. — Ri sem graça. — Bem, não depois que virei mãe. Você é casado?

— Era. — Parou o que estava fazendo e se aproximou de mim vagarosamente. — Que tal não perdermos mais tempo com conversa?

Abri a boca para responder, ele completou a distância entre nós para enlaçar minha cintura e beijar minha boca. O novo me assustou. Sabor e movimento tão diferentes do que me lembrava me fizeram perder o fôlego, mas foi por apenas alguns segundos, uma vez que sua mão desceu para a minha bunda e apertou com força, esfregando seu corpo contra o meu e mostrando toda a sua rigidez.

Gemi envolvendo meus braços no seu pescoço e aprofundando o beijo, com sabor de café e algo mentolado, provavelmente alguma bala. Caramba, eu queria mais e estava em casa para desfrutar de tudo mais que ele poderia me proporcionar.

Que me fizesse gozar, porque não deixaria o pudor dominar e faria por minha própria conta se ele não colaborasse.

Seu desespero começou a ficar evidente quando me pressionou contra a geladeira e os imãs que continha nela começaram a cair.

— Vamos para o meu quarto — pedi quando consegui me afastar alguns segundos da sua boca, porque logo me tomou novamente, com fúria e desespero. Até parecia que estava na seca há tanto tempo quanto eu.

Ergui minha perna e envolvi a dele, permitindo que seu quadril se esfregasse no meu e minha umidade aumentasse ainda mais. Se eu estava doente, a luxúria com certeza fez o papel de remédio.

Sua boca desceu para o meu queixo e depois meu pescoço, que chupou com força, me fazendo gemer e gritar entusiasmada.

Consegui me livrar de seu agarre e o puxei até meu quarto, desviando de brinquedos espalhados pelo pequeno corredor. Minha casa era pequena, dois quartos, um banheiro, sala e cozinha, além do quintal na parte de trás, o único espaço grande.

Ele me jogou na cama com cuidado e ajoelhou para tirar meus sapatos e provavelmente minha calça. Céus, não havia feito depilação há muito tempo, não poderia sujeitá-lo a sexo oral.

Não tive tempo para impedir que fizesse algo que se arrependesse, porque tirou minha roupa da cintura para baixo e depois subiu para tirar minha blusa e sutiã.

Nua, com manchas na pele, gordurinhas onde não deveria ter e estrias. Agora havia me lembrado do motivo de não ceder a nenhum homem, eu mesma não gostava do meu corpo.

Ele ficou de pé próximo a mim enquanto a timidez tomava conta. Coloquei meus braços no meu corpo, deixei que minhas pernas dobrassem e o vi me devorar com o olhar enquanto tirava peça por peça da sua roupa.

— Eu...

— Abre essas pernas para mim. — Tirou do bolso sua carteira, depois um pacote de camisinha e terminou de se despir enquanto não fiz o que ele tinha pedido. — Não tem problema, eu faço por você.

— O quê?

Arrastei-me para longe dele, em cima da cama e como um predados, ele se ajoelhou na cama e segurou minhas pernas pelo tornozelo. Minha respiração ficou descompassada enquanto ele abria minhas pernas pouco a pouco, em busca de alguma joia rara.

Quando o ápice da vergonha me atingiu, sentei-me na cama de supetão e sua mão foi para o meu sexo, com movimentos circulares, estimulando meu clitóris já inchado. Abri a boca em êxtase e para aproveitar o momento, Bernardo me beijou lentamente, provocando minha libido e todos os meus sentidos.

Aos poucos ele foi me deitando na cama, me relaxando e me fazendo gozar sem muito esforço, algo que eu mesma não conseguia sozinha. Sempre com fúria e desespero, eu só conseguia me dar prazer de muito tempo me aquecendo.

Quem era esse homem?

Tremendo e gemendo, me senti em um filme pornográfico, onde a atriz não tinha nenhum limite para se entregar. Como estava seguindo apenas meus instintos carnais, não me importei com rótulos e me entreguei, apenas o suficiente para aproveitar essa experiência inusitada.

Pelo toque desse homem, com certeza não iríamos parar no primeiro orgasmo.


***

Dica Amiga:

A autora awfsantos está postando Krigor!! Já li e super recomendo!!! Deem uma espiadinha lá!

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Cedendo à Paixão  - DEGUSTAÇÃOOnde as histórias ganham vida. Descobre agora