Já está participando do grupo do Whatsapp? Não? Pois manda o número e vamos nos conhecer melhor e ainda por cima ficar sabendo de spoilers quentinhos dos capítulos ainda por vir ^^

Acordo com o som de batidas na porta. Graças ao meu sono leve eu não consigo dormir demais. Tinha que ficar sempre em alerta caso a Manu precisasse de alguma coisa de madrugada ou alguma coisa assim.

Mas eu não tinha acordado bem. Acordei com uma dor nas costas grande pois dormi no sofá toda torta e encolhida. Minha cabeça estava pesada e a ressaca veio em mim com força agora. Minha cabeça rodava ainda um pouco, mas me pus sobre os meus pés e fui atender a porta.

Abro a porta e encontro um Samuel de calças de pijama, camiseta e chinelos de dedo.

– Ah, oi Alice – ele me analisa de cima a baixo e abre um sorriso.

– Oi Sam. Bom dia. Como vai?

– Er, vou bem, obrigado – ele parece estar desconcertado com alguma coisa e eu não entendo o quê. Ainda estou coçando os olhos, buscando despertar. – Alice, você está bem assim?

– Assim como? – pergunto confusa e olho para mim.

Arregalo os olhos e isso é tudo o que eu preciso para despertar. Eu estou apenas de calcinha e sutiã. Merda! Tinha esquecido de colocar uma roupa ontem quando cheguei e atendi o vizinho gato somente de roupa de baixo. Bato a porta na cara dele.

– Desculpa Sam, você não deveria ver isso...

– Tudo bem Alice, a visão é boa, não se preocupe.

Fiquei feliz por ele achar que eu sou uma visão boa, mas isso não justifica abrir a porta desse jeito... Corro os olhos na sala tentando encontrar alguma coisa para vestir. Mas não vejo nenhum sinal do vestido.

– Só um minutinho, vou só pegar a minha roupa...

– Tá certo, estou aqui esperando.

Boto a sala abaixo e não consigo encontrar nada para vestir. Merda! Escuto batidas na porta e ela se abre levemente. Eu já estou quase me escondendo quando o braço do Samuel entra no apartamento e na mão dele está a camiseta que ele estava usando.

– Aqui Alice, se tiver difícil de encontrar alguma coisa, pode usar isso se quiser... – ele fala, balançando a camiseta. Eu a pego e deslizo seu tecido sobre mim.

É de um algodão macio e o cheiro dele está por toda ela. Tenho que me controlar para não cheirar ela inteira. A camiseta alcança a metade das minhas coxas e me cobre bem. Eu abro a porta e encontro ele sem camisa e sorridente.

– Obrigada – foco a minha atenção nos meus dedos dos pés já que se eu ficar encarando esse homem eu vou acabar babando em cima dele.

– Sem problemas. Desculpa eu te acordar... Mas pensei que você já tivesse acordada, afinal já passa do meio-dia.

– Meio-dia? – arregalo os olhos e olho para o relógio da sala. E ele estava marcando meio dia e quarenta minutos. – Merda!

– O que foi? Você tinha um compromisso?

– Tinha, quer dizer tenho. E eu estou super atrasada já... – falo passando a mão pelos cabelos, desesperada, tinha que visitar muito lugares ainda. E a Carol está no décimo quinto sono. Puta merda, não tenho coração para acordar ela.

– Você quer carona? Não acho que vi um carro estacionado aqui esses dias...

– Ah não vou só para um lugar Sam. Tenho que ir em vários lugares... Não precisa mesmo, obrigada... Eu dou meu jeito...

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