Prólogo

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Olá, aqui está minha próxima shortfic Chanbaek. Depois de dias ruins, está sendo um alívio escrever algo do tipo, tem me dado alegrias, trazido sorrisos. Eu mal pude conter minha empolgação até receber a capa.

Essa fic tem algumas influências dos filmes Sexo Sem Compromisso e Amizade Colorida. Meu neném Mônica que me fez pensou neles como influências porque estava perdida antes. E a fic é feita em volta de um prompt doado no grupo do EXO Fanfics pela Victória Keikeu, obrigada anjinho por confiar e espero que goste.

A capa LINDA E INCRÍVEL foi feita pela maravilhosa da Raissa (RK), mds eu estou in love por essa capa, serinho. OLHA ESSE CHANYEOL AAAAAAAAAAAAA

É isso pessoas, espero que gostem, e vou postar prólogo e primeiro cap logo.

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Finalmente a última caixa. Por toda a manhã, Baekhyun tinha entrado e saído de seu novo apartamento junto ao pessoal da mudança. Está em seu último ano da faculdade de medicina e conseguiu convencer seus pais a o ajudarem a pagar um pequeno apartamento perto do campus. Estava cansado de ter lidar com dormitórios e colegas de quartos idiotas. Seus pais concordaram contanto que ele pagasse metade e conseguisse um emprego assim que saísse da faculdade. Bom, ele não ter certeza que vai conseguir, mas prometeu pelo menos tentar.

Baekhyun está entrando com a caixa no apartamento quando uma porta no final do corredor se abre e um cara incrivelmente gostoso sai de lá. Incrivelmente gostoso e incrivelmente diferente do que ele está acostumado. Com suas tatuagens, piercings e camisa de banda, ele consegue ser um desses tipos alternativos que você estranha, mas não consegue tirar os olhos.

O cara percebe seu olhar e lança um aceno enquanto passa fazendo Baekhyun acordar de seu transe.

Ótimo começo, com certeza seus vizinhos vão te adorar, Baek.

Ele termina de entrar e olha para aquele monte de caixas espalhadas, quase se perguntando porque diabos ele inventou de fazer aquilo sozinho e não aceitou a ajuda dos pais. Mas aí ele se lembra do quanto sua mãe gosta de se meter em sua vida, perguntar sobre namorados e a resposta vem na mesma hora em sua cabeça.

Quando o final do dia chega, ele ainda não terminou de arrumar tudo, mas pelo menos seu quarto já tinha uma cama e sua mesinha de estudo. A sala já contava com os sofás e a televisão, tinha organizado algumas poucas coisas da cozinha também, mas o resto teria que ficar para o outro dia.

Baekhyun resolve buscar alguma coisa para comer, conhecia um restaurante de comida italiana ali perto, então ele pega sua carteira e sai do apartamento. Ele percebe que o elevador está prestes a fechar, então sai correndo com a mão esticada.

— Segure pra mim! — grita.

Seja lá quem seja a pessoa lá dentro, ela segura as portas e assim Baekhyun consegue entrar. Quando encara quem está ali, percebe que é o mesmo homem do final do corredor, o com tatuagens.

— Obrigado.

— De nada. — Faz uma pequena reverência.

— Você mora aqui?

Ótimo, que pergunta maravilhosa, Baek.

— Sim, moro no final do corredor.

— Ah, eu sou novo aqui.

— Percebi.

Claro que percebeu, ele deve ter escutado a zuada de mais cedo.

Graças a Deus, para lhe salvar, o elevador chega ao térreo e os dois saem, cada um para um lado.

Nos próximos dias, Baekhyun continua encontrando seu vizinho pelo elevador e corredor, eles trocam algumas palavras amigáveis, mas é só isso. Quer dizer... Até encontrá-lo quase desmaiando.

Baekhyun estava chegando de mais um dia de estágio no hospital, ele mal se aguentava em pé de tão cansado, mas esse cansaço foi todo embora quando saiu do elevador e deu de cara com com o cara das tatuagens se apoiando na parede e segurando o estômago.

— Meu Deus, o que você tem? — se aproximou e tocou em suas costas, tentando apoiá-lo.

— Eu... Eu acho que comi algo que me fez mal.

— A gente precisa ir até o hospital.

— Não, tenho remédio em casa, vou tomar quando chegar.

— Qual é seu nome?

— Chanyeol.

— Chanyeol, eu sou interno de medicina. Jamais te deixaria aqui, vou te levar para o hospital.

— Não prec...

— Cala a boca.

O outro homem parece se assustar com seu tom decidido, porque então se cala e começa acompanhá-lo de volta ao elevador.

No caminho, eles precisam parar já que a janta de Chanyeol resolve voltar, o taxista quase morre do coração e a todo instante fica perguntando se ele precisa parar de novo. No hospital, Baekhyun pede uma cadeira de rodas e o leva para a emergência. Lá ele pede para chamarem um dos médicos que ele conhece e sabe que está de plantão.

— Oi, Baek.

— Oi, Dr. Kim. Ele está sentindo muita dor no estômago e já vomitou. Ele disse que pode ter sido algo que comeu.

O Dr. Kim Junmyeon olha para Chanyeol com o semblante preocupado e segura a cadeira de rodas no lugar de Baekhyun.

— Provavelmente alguma intoxicação alimentar. Vou levá-lo, daqui a pouco volto dando notícias.

— Obrigado.

Por toda a noite, mesmo cansado, Baekhyun permaneceu no hospital enquanto cuidavam de Chanyeol. Assim que ele pode entrar no quarto, vai direto para a cama e segura sua mão vendo se ele está acordado.

O outro homem sente a mão calorosa na sua e abre um sorriso.

— Você é meu anjo?

— O quê?

Ele se assusta com sua voz e abre os olhos.

— Oh, meu Deus. Eu estava sonhando. Me desculpa.

Baekhyun cai na gargalhada.

— Posso ser seu anjo se quiser — brinca.

— Sabe, na verdade você é uma espécie de meu anjo. Obrigado por hoje, o doutor disse que se tivesse demorado mais ia ser bem pior.

— De nada. Só fazendo meu dever.

— Então, eu escutei te chamarem de Baek. É seu nome?

— Sim, Baekhyun.

— Prazer, Baekhyun.

— O prazer é meu Chanyeol.

E aquela foi o início de uma longa amizade. Amizade essa que precisou de seis anos para se tornar algo mais, mas isso só nos próximos capítulos.

Amizade ColoridaOnde histórias criam vida. Descubra agora