Capítulo 3 - Coração Fraco

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De manhã, as três garotas, que dividiam a cama king size de Branca, acordaram. Camila vestia apenas uma camisola. Acordara molhada com as lembranças da noite anterior. Queria sentir aquele prazer de novo. Antônia e Branca estavam ao seu lado, usando apenas calcinhas fio dental. Branca mostrava sem vergonha nenhuma seus seios empinados e fartos, com auréolas rosadas, enquanto Antônia cobria com o lençol um dos seios, o que estava amostra parecia chocolate, como o resto de seu corpo. A auréola era escura, mas estava enrijecida.

– Como funcionará?! – Camila diz, chamando atenção das outras meninas. – Como irei transar com o professor de física?!

– Eu arranjo isso... – Branca diz se espreguiçando. – Você só precisará de lingeries novas... Maquiagem... Mas isso é fácil!

Assim que as garotas saíram do luxuoso carro de Branca para adentrarem a escola, Camila sabia que tudo havia mudado. Todos da escola a olhavam e cochichavam, mas não com feições de desdém como antigamente, mas sim com certa admiração. Naquela manhã, Branca separara um de seus antigos uniformes que estava praticamente novo. Era uma blusa de colegial perfeitamente branca e até um pouco transparente, que escondia uma bela lingerie preta. Antônia havia maquiado a garota, destacando seus grandes olhos e seus lábios carnudos. As três se encontraram com Frederico e seguiram para a sala de aula.

Assim que chegou a sala de aula, o plano entrou em ação. Camila se sentou na primeira carteira bem defronte a mesa do professor. Fez questão de cruzar as pernas a fim de mostrar um pouco da cinta liga que usava. Assim que o sinal tocou, Branca entrou e logo depois o professor. Camila percebera que a amiga arrumava o batom. Será que ela beijara alguém antes da aula começar?

– Bom dia, classe. – A voz rouca do professor chamou atenção de Camila.

A mesma desabotoara alguns botões a fim de mostrar um pouco do sutiã que usava. E logo todos esses artifícios chamaram atenção da presa. O professor de física olhou fixamente para Camila. Parecia comê-la com os olhos, que antes eram cansados, mas agora eram apenas fogo. Durante as lições, ele lançava um olhar safado para a menina, fazendo-a arrepiar. Ela nunca imaginara que se sentiria atraída por ele, já que o mesmo tinha a idade de seu avô. Antes de o sinal tocar novamente, ele entregara as provas. Nenhuma surpresa nos olhos de Camila ao ver que a nota que tirara não fora o bastante para recuperar o trimestre. Mas ela não ligava mais. Sabia agora o que fazer para conseguir se formar.

Assim que todos os alunos saíram, Branca se posicionou no corredor próximo a porta, junto com Antônia. Camila caminhou lentamente até a porta e a fechou. Virou-se para o professor que a olhava com aquele olhar faminto. A mesma segurava sua prova e assim que se aproximou da mesa, a pousou ali:

– Professor... – A voz da menina soava um tanto dengosa. – Gostaria de conversar com o senhor sobre minha nota...

A grande mão do mesmo foi em direção a cintura de Camila, fazendo-a se aproximar dele.

– Diga. – Dava para sentir que ele estava um tanto ofegante com aquela situação. – Como posso ajudá-la?

Camila se debruça um pouco, a fim de deixar o seu decote mais próximo do rosto do velho. Consegue sentir sobre seu colo a respiração pesada e quente dele. Seus dedos dedilham os outros botões, os abrindo. Lentamente, o sutiã ganha evidência. A mão do professor adentra a blusa da menina, puxando o sutiã um pouco para baixo. Logo a aureola da mesma pula, enrijecida. Os lábios quentes dele tocam-na, puxando-a para mais perto de si. Camila não consegue conter um baixo gemido e acaba por se sentar no colo do professor, defronte para o mesmo. Enquanto ele se livrava da camisa e do sutiã dela, ela sentia o membro rijo dele pulsar sob sua calcinha.

A boca dele demorou um pouco sobre os seios da menina. Ele mordia as aureolas, as chupavam com vontade, intercalando entre o seio direito e esquerdo. Os dedos de Camila percorriam os grisalhos e finos cabelos do professor, trazendo este para mais próximo de si. A menina então se levanta e se encaixa entre as pernas do professor, puxando o cinto e abrindo a calça do mesmo. O membro rijo dele pulou para fora da cueca, se mostrando bem diferente do que a garota imaginara. Mesmo ele sendo velho, seu membro ainda se encontrava em forma, com algumas veias saltadas e uma glande rosada. Os lábios da garota se encaixaram ali e foram descendo. Ao fazer esse movimento, ela sentira que ele tremia. O tremor começou a aumentar e ela se afastou.

Quase gritou ao perceber que o homem estava convulsionando. Camila, desesperada, tenta se aproximar do professor, mas o que poderia fazer?! Ela veste o sutiã e a camisa de uniforme de qualquer jeito e sai correndo. Ao passar pela porta, Branca e Antônia a param:

– Mas já?! – Branca ri, mas logo para ao ver a feição de desespero da amiga, brandou. – O que aconteceu?!

– Branca! – Antônia grita, apontando para a sala de aula. Branca observa o professor tremendo com o membro para fora da calça. Ela arregala os olhos e puxa as garotas para longe dali. 

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