Capítulo 58

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Capítulo "bônus" do domingão. Preparem-se para o caos. Tem mais gente maluca nesse evento na casa dos Trowsdale.

Depois que conversaram sobre os jogos, Elizabeth garantiu que tudo estivesse em ordem para o almoço e foi até os fundos da casa

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Depois que conversaram sobre os jogos, Elizabeth garantiu que tudo estivesse em ordem para o almoço e foi até os fundos da casa. Ela não tinha nada para fazer lá, exatamente. Queria apenas um pouco de paz. Com seu livro em mãos, tentou ler mais algumas páginas para descobrir se o malvado marquês obrigaria sua filha a se casar com o nobre ainda mais malvado.

Sentou-se à relva, ajeitou as saias e abriu o livro. Uma presença já conhecida fez com que todos os pelos de sua nuca se eriçassem. Mãos quentes tocaram seus cabelos e os soltaram das presilhas.

— Vossa Graça sabe que estamos em um lugar público, não sabe?

Ela disse sem nem precisar olhar para ele. O cheiro de almíscar e menta, que misturava perfume e loção pós-barba, levaram Elizabeth a fechar os olhos. Ela nunca estava preparada para resistir a ele.

— Eu tenho plena consciência disso. Da mesma forma que sei que esse lugar não é frequentado por nenhum dos convidados, que estão se organizando para o almoço. E que estamos distantes o suficiente para não sermos nem vistos, nem ouvidos.

Em um segundo, Aiden estava sentado ao lado dela. No outro, ele a deitara sobre a grama. O beijo que se seguiu foi suave, mas urgente. A boca dele estava ansiosa e quente. Elizabeth se rendeu quando a língua dele tocou a sua.

— Por Deus, Elizabeth. Por que não foi me ver essa noite?

Ele traçou a linha do maxilar dela com carícias. As mãos tocavam-na nos braços e ombros. Ela o segurava pelo colarinho da camisa, impedindo que se afastasse.

— Há muitos rumores sobre nós. Achei que deveríamos silenciá-los, primeiro.

— Para o inferno os rumores. — Ele desceu os beijos para o pescoço, a língua ateando fogo por onde tocava. — Eu devo estar fora do meu juízo completo, de tanto que preciso de você.

Ah, ela também precisava dele. Daqueles lábios sobre os dela. Aiden ajeitou-se por entre as saias e seu joelho tocou-a na parte interna das coxas. Uma fisgada de prazer fez com que ela arqueasse os quadris na direção dele.

— Vossa graça está cortejando Lady Madeline?

A pergunta direta fez com que ele parasse com as carícias e a encarasse.

— Eu fiz uma promessa de que não me casaria agora. Não sou um homem que rompe promessas, Elizabeth. Nós dançamos.

— A primeira dança.

Levando as duas mãos aos quadris dele, Elizabeth puxou a camisa de dentro da calça. Deixou que seus dedos tocassem a pele nua do duque.

— Você não estava lá. Eu dancei com aquelas damas porque não pude dançar com você.

Um Duque para chamar de meuOnde as histórias ganham vida. Descobre agora