Capítulo 45

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De todos os meus livros, nunca demorei tanto a entregar uma cena como essa. 45 capítulos depois, taí o que vocês queriam.

Quando chegou ao quarto e viu as luzes, Aiden parou de respirar

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Quando chegou ao quarto e viu as luzes, Aiden parou de respirar. Ele suspeitou o que poderia encontrar, mas não imaginava tamanha sorte. A visão de Elizabeth sentada em seu sofá fez com que qualquer resquício de controle o abandonasse completamente e tudo que ele pode fazer foi beijá-la. Ela estava ali, ela o queria e isso era o suficiente por aquela noite.

Enquanto as línguas se enroscavam durante um lânguido e demorado beijo, ele levou as mãos aos botões do vestido dela e percebeu que alguns estavam abertos. Por mais que fosse dolorido separar-se dela naquele momento de intensa intimidade, ele fez com que Elizabeth girasse em seus braços para poder acessar seu espartilho.

Notou que seus dedos tremiam um pouco. Ele era um homem seguro, forte e indiferente aos sentimentos insensatos da paixão, porém era a segunda vez que notava seu corpo reagir tolamente na presença daquela mulher.

— A senhora está linda. — Ele sussurrou na orelha dela. — Mas eu vou ter que tirar esse vestido.

— Por favor, eu mal consigo respirar com esse espartilho.

Ela riu pelo alívio do espartilho afrouxado. O tecido caiu por sua pele branca e Aiden então notou que ela não estava mais vestindo nada por baixo do amontoado de anáguas. Aquilo o excitou mais, mesmo quando ele acreditou que fosse impossível sentir mais desejo por aquela mulher.

— A senhora foi assim para o jantar?

— Claro que não. — Ela riu, virando-se de volta para ele, o tecido do vestido escorregando por sua pele sedosa. — Eu nunca andaria por aí sem roupas íntimas. Eu apenas...

Os olhos dela baixaram. A timidez que o encantava contrastava com toda a iniciativa que a conduziu ao quarto dele. Aiden a beijou suavemente enquanto os tecidos deslizavam para o chão. Logo, todas as roupas que ela vestiam eram uma pilha amontoada em um canto e, daquela vez, havia luz o suficiente para que ele pudesse vê-la.

— Obrigado pelas velas. — Ele se afastou alguns centímetros. As bochechas dela irradiavam alguns tons variados de vermelho. Pelo calor do fogo, pela intensidade do momento, pela vergonha da nudez. — Eu queria mesmo poder te ver.

— O senhor havia amaldiçoado escuridão, antes. — Elizabeth riu. — Agora que me vê, era o que esperava?

O duque suspirou profundamente e levou alguns segundos para formular um pensamento. As chamas conjugadas das muitas velas acesas faziam com que ele pudesse finalmente apreciar a mulher em seus braços.

— Não. É bem melhor.

Quando ele reivindicou a boca dela novamente, o beijo foi urgente, porém gentil. Os lábios dele sobre os dela davam a dimensão do desejo e o encontro das línguas era como o toque do veludo. Com as duas mãos na cintura nua, ele puxou Elizabeth para si e forçou a carne macia dela contra suas roupas.

Um Duque para chamar de meuOnde as histórias ganham vida. Descobre agora