Capítulo Cinquenta e Sete

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AVISO: Como dito em capítulo anterior, o parto do Castiel será NORMAL. Então se não gosta, NÃO LEIA!!!

No mais, eu tentei fazer um momento bem legal e espero que gostem. Eu não faço ideia de como acontece um parto na realidade, por isso pesquisei sobre e tentei encaixar aqui da melhor forma, mas não se esqueçam que isso também é ficção e não tem que ser igual a realidade.

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Adrian D'Ávila

Solto mais um suspiro contrariado, não me conformando que estou sentado em volta da mesa da cozinha, enrolando brigadeiro... ou melhor, tentando. E só para constar, eu fui obrigado a isso.

Coloco meu projeto de brigadeiro na forminha redonda de cor preta e ergo meus olhos para ver Castiel, que está despreocupado e com um sorriso no rosto. Ok, talvez essa tarefa não seja tão ruim, já que posso ver um sorriso nos lábios do meu marido.

- Que vergonha, Adrian... até os brigadeiros do Evan estão mais bonitos. - Ouço a voz de Maurício em tom provocativo e reviro meus olhos para ele.

- Evan está gostando do serviço, eu não. - Resmungo contrariado e sinto o olhar de Castiel em mim.

- Isso é porque você é um ogro, que vive isolado em seu pântano e não sabe das coisas boas. - Ele diz com bico nos lábios, realçando seu rosto um pouquinho inchado pela gravidez.

Solto uma risada, pois é impossível me manter sério quando ele me compara a um ogro. Mais precisamente, ao Shrek.

- Você é a coisa boa na minha vida. - Falo com um sorriso e pisco um dos meus olhos, vendo ele também sorrir.

- Eva é boa! - Meu pequeno diz sorrindo, estando todo lambuzado de brigadeiro, já que ele mais passa nele mesmo do que faz alguma coisa.

- Sim, ruivinho... você é a coisa mais boa da minha vida. - Falo e beijo sua mão melecada de chocolate.

- Vocês são tão lindos! - Mau diz em um suspiro e isso me faz rir.

Ele está com o rosto apoiado em uma das mãos e nos observa com uma expressão de bobo apaixonado. É, eu realmente tenho que admitir que Antonio faz muito bem ao meu irmão, além de ser um homem que o respeita acima de tudo. Maurício nos contou toda a história deles há uns meses atrás quando voltou, e confesso que minha vontade era dar uma surra naquele Victor. Mas acho que o maior castigo dele, é não estar mais com meu irmão.

- Sabemos que somos. - Castiel diz convencido e nós reviramos os olhos para ele, que ri. - Mas não se preocupe, cunhadinho... você também terá a sua família. - Ele pisca para o meu irmão e isso quase me faz engasgar.

- Opa, opa! Muito cedo para pensar em família, não? Eu sei que você já está quase se formando e tudo mais, mas ainda é um bebê. - Falo e isso sai mais dramático do que eu imaginava.

Maurício solta uma risada e balança a cabeça em negação.

- Para com isso, Dri. E eu não sou mais um bebê, se acostume com essa ideia. Deixo esse papel para Evan e Helena. - Ele diz com graça e solto um suspiro frustrado.

- Vocês ainda me matam! - Falo em drama e me levanto da cadeira, indo até a pia e lavo minhas mãos em seguida. - Acho que já podemos ir dormir, não? Está tarde e amanhã tem o almoço do meu aniversário.

Cowboy Indomável (Mpreg) - Duologia "Indomável" - Livro 02Onde as histórias ganham vida. Descobre agora