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02.



Arya Reed.



- Arya, você anda muito distraida estes dias - Suspirei - O que esta te chateando minha querida?

- Meus pais - Bufei - Já fazem duas semanas que estou aqui, eles nem ligaram para saber como estou, sou sempre eu que tenho que ligar.

- Querida, eu sei como deve estar sendo difícil, você deixou tudo para trás - Me Abraçou - Seus pais te amam muito, mas, estão passando por um momento muito difícil agora, assim como você, eles precisam de um tempo para colocar tudo em ordem.

- Eu entendo, mas não vai matar ligar só para dar um bom dia, pelo menos - Falei chateada - Se fosse o Casper, eles iriam ligar todo o dia.

- Arya, não seja assim - Me repreendeu - Seus Pais amam vocês da mesma forma.

- Casper sempre foi preferido - Bufei. Mesmo ele sendo o preferido deles, Casper, sempre foi o meu herói.

- Vá descansar - Deixou um beijo em minha testa.


[...]


 O dia amanheceu lindo, o sol italiano torrando a mim e os turistas do grupo que aguardava na fila para entrar no maravilho castelo de Volterra. Todos pareciam animados, menos eu, quer dizer, eu estou animada mas eu não aguento esse sol me torrando. Os turistas não paravam de tirar fotos, bom, como turista eu também deveria estar tirando foto mas esse sol estava claramente me deixando irritada. Um fato sobre mim, eu particularmente não sou fã do calor.

- Olá, eu me chamo Heidi, e serei seu guia durante a excursão pelo castelo - Nos ofereceu um sorriso sedutor - Peço a todos vocês que fiquem juntos, o castelo é realmente grande e será ruim se alguém se perder.

 Fomos guiados por Heidi pelos corredores do castelo, e sinceramente quanto mais profundo e escuro os corredores se tornavam, mais assustada eu ficava. Não sei como explicar, mas estava com uma sensação estranha e tenho quase certeza que essa sensação não era boa. Heidi nos conduzia para uma enorme porta de dupla de madeira e nossa, meu coração parece que vai sair pela boca, minhas mãos tremem. Estou hiperventilando. Aquela sensação não me abandonava, sentia que essa sensação era um aviso, algo ruim iria acontecer. Assim que as portas foram fechadas, optei por ficar perto delas. Se alguma coisa fugisse do controle, era só correr.

 Bem na frente em cima de alguns degraus de mármore se encontrava três cadeiras semelhantes a tronos. Hávia pessoas, muito bem vestidas. Algo neles estava errado, muito errado, eles eram sinistros. Olhavam para a gente como se fossem nos comer, o meu desejo no momento é abrir aquelas portas e voltar para casa ou melhor, para os braços da minha adorável tia, mas, algo me dizia que isso não iria acontecer.

- Sejam bem-vindos ao cestelo de Volterra - Disse um homem palido, sua palidez é quase tránslucida. Sua voz é de dar calafrios e demonstra uma falsa empolgação.

Então os gritos começaram, hávia sangue para todo o lado. Foi tudo muito rapido, nem tive tempo para pensar. Minutos antes, vampiros não passavam de lendas para mim e agora estou vendo todos os turista que estavam no mesmo que grupo que eu, tendo seu sangue drenado, eu seria a próxima se um vampiro loiro com a pele cor de azeitona não tivesse entrado na minha frente e jogado o seu amigo para longe de mim.

- Demetri, meu querido, o que está fazendo? - Perguntou o mesmo homem que nos desejou boas-vinda.

- Enlouqueceu Demetri - Falou um vampiro, bom, aquilo parecia um armário.

- Fique longe dela Felix - Demetri Rosnou.

- La tua cantante - Falou um senhor sentado em um dos tronos, Sua pele branca é translúcida com uma textura de papel e seus olhos de vampiro vermelhos, seus cabelo preto que chega até seu ombro. Ele parecia um morto vivo - Olhe Aro - Disse estendendo sua mão para Aro.

- Incrível, Demetri, leve ela para seu quarto - Deu mais um de seu sorriso assustador - Mais tarde discutiremos seu futuro.

- Sim, mestre - Falou Demetri, pegando em braço e me arrastando para fora daquele salão assustador.

- Me solta - Implorei chorando - Quero voltar para casa, não contarei para ninguém o que aconteceu.

- Meu amor, seu lugar é ao meu lado - Me colocou no que acredito ser sua cama.

- Por favor, me deixe ir - Pedi me derramando em lágrimas.

- Você é minha cantante, não posso te deixar ir.

- O que é isso?

- O seu sangue canta para mim - Me cheirou - Seu cheiro é irresistível. Minha doce alma gêmea.

- Só quero ir embora - Chorei.

- Entenda, meu amor, estamos destinados a passar a eternidade juntos - Colocou uma mecha do meu cabelo atrás de minha orelha - Nada vai nos separar.


Quando você pensa que vai dar tudo certo e de repente vem a vida e te passa uma rasteira!

Eu realmente não tenho sorte, primeiro a crise dos meus pais, me obrigando a me mudar e agora estou presa em um castelo, com um vampiro que se diz minha alma gêmea.

"Afinal, de quantas maneiras um coração pode ser destroçado e continuar batendo?"




Desculpem o capitulo pequeno, estou com o pulso enfaixado então está meio complicado na hora de escrever os capitulos.

Estou meio sumida, peço perdão, muitas coisas aconteceram e me colocaram para baixo. Mas agora estou tentando voltar, de pouco em pouco estou tentando. Peço a todos que tenham paciência comigo. 

Aproveito também para agradeçer à todos pelos favoritos, os comentários, tem servido de muita inspiração para mim.

La Tua Cantante ▶Demetri VolturiOnde as histórias ganham vida. Descobre agora