Um final de semana de servidão - parte I

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Ele havia me dito que queria todo o final de semana para ele e que me preparasse pois iria me usar como nunca tinha usado antes. Ele sempre foi muito sádico, mas hoje algo estava diferente, maior.  Tinha uma eletricidade diferente no ar.  Nas últimas semanas ele mal tinha me permitido gozar, quase sempre usava apenas a minha boca ou a minha bunda, deixando minha buceta de lado.

Assim que eu cheguei ele me mandou ficar de frente para a parede com a cabeça baixa. Amarrou os meus braços atrás das costas, levantou o meu vestido, separou as minhas pernas e sem nenhuma cerimônia enfiou seu pau de uma vez na minha buceta. Eu gritei, não estava preparada. Fazia muito tempo que ele não me usava ali, senti o seu pau me rasgando inteira. Ele apenas tapou a minha boca e continuou me fodendo. Parecia um animal, as estocadas eram tão profundas que meu corpo sacudia contra parede. Ele segurava o meu pescoço enquanto soltava gemidos e me deixava toda marcada.

Não demorou muito pra que eu ficasse completamente molhada. Ele percebeu e disse "Nada de gozar"
Me virou, me colocou de joelhos e mandou abrir a boca. Gozou nela e eu engoli tudo.

Depois disso colocou a coleira no meu pescoço e com um tom de seriedade na voz, colocou a mão no meu queixo e disse: "Lembre bem da sua Safe Word. E use-a com responsabilidade. Vou usar esse corpo até o limite"
Um arrepio gelado percorreu a minha espinha.  A parte do "até o limite" ficou ecoando na minha cabeça.

Eu estava levantando quando ele colocou a mão no meu ombro e disse "Engatinhando. Vamos, quero mostrar uma coisa para você".
E assim saímos em direção ao quarto, com ele me puxando pela coleira enquanto eu  engatinhava. Me senti um animal de estimação.  Um Pet.

Ao chegar no quarto fiquei sem reação com o que vi. Havia uma almofada fina, no canto próxima a cama, com uma tigela de água. "Esse é o lugar onde você vai dormir"  Eu olhei pra ele, não acreditando naquilo. Ele me olhou de volta, apenas esperando. Baixei o olhar.

Pegou um prendedor na gaveta e colocou nos meus mamilos, apertou ao máximo. Puxou a corrente algumas vezes, assistindo meu corpo encolher de dor em cada uma delas. Ficou um tempo ali, apenas torturando os meus seios. Quando ficou satisfeito me mandou ficar de quatro na cama e colocou um plug na minha bunda. E naquela posição mesmo ele aproveitou para dar vários tapas ardidos nela. Me virou, me deitando na cama e deixando minhas pernas bem abertas.  Deu um tapa forte na minha buceta e eu gritei com a dor, aquilo só pareceu instigar ainda mais a vontade dele.

Eu tentava fechar as pernas em ato reflexo, ele se irritou e botou a mão no meu pescoço dizendo "Abra essa poha dessas pernas agora". Eu abri, medo e excitação me corroendo por dentro.  Ele me deu um beijo. Era um beijo possessivo. Quase como uma ordem.

"Muito bem. Eu quero obediência cega, entendeu minha putinha?!. Eu controlo absolutamente tudo sobre você.
Eu balancei a cabeça em afirmação, olhando assustada pra ele.
"Diga, quero ouvir você dizendo"
"Eu sou sua ..sua posse. O Senhor é o meu dono" falei com a voz envergonhada, senti um tesão absurdo.
"O que você é?" Falou posicionando o dedos entre as minhas pernas, massageando meus lábios.
"Sua escrava"
A última letra emendou em um gemido que eu soltei ao sentir os seus dedos entrando dentro de mim. Ele foi até lá em baixo, passando a língua na minha buceta. Chupando ela com a mesma dedicação de sempre. Não existia nada na minha mente além de pura submissão. Eu sentia que estava exatamente no meu lugar, plena e satisfeita.
"Eu sou sua escrava. Sua posse" falei novamente, mas dessa vez não havia um tom hesitante em minha voz
"Boa garota. A minha puta quer ser fodida?!"
"Sim, por favor"
Ele subitamente parou, levantou e ficou me olhando. Quando eu me recuperei da confusão, ele sentou na cadeira e disse. "Então venha foder na minha perna."
Fiquei atônita, ele nunca tinha pedido isso antes. Meus movimentos ficaram lentos, como se o meu corpo se recusasse a fazer aquilo. Ele apenas observava tudo.
É uma sensaçao estranha. Parecia que eu havia perdido completamente o controle obre o meu corpo, minha mente. A humilhação me deixava envergonhada, mas não existia outra coisa na minha mente além de que eu deveria obedecer. Não fazer não era uma opção. Fiquei entre uma de suas pernas e comecei a me esfregar nela. Aquilo era muito humilhante.

Ele pareceu não achar suficiente, pegou um pregador de roupas e colocou na minha língua, a peça me obrigava a ficar com a língua para fora o que só me deixava ainda mais envergonhada. Meus movimentos eram lentos e o olhar baixo.
"Olhe pra mim"
Levantei o olhar.
"Está perfeita assim, aos meus pés. Você não faz ideia das coisas que eu vou fazer com você" falou isso colocando os dedos na minha boca num movimento de vai e vem.
Meu corpo reagiu aquilo com uma onda de prazer. Comecei a me esfregar mais rápido, tentando chegar no ponto certo. A posição não ajudava e os meus movimentos iam ficando cada vez mais frenéticos e desesperados.
"Pare" ele disse, retirando o pregador da minha boca.
Eu parei imediatamente.
"Olhe pra mim. Me diga, você quer gozar ?!"
"Sim, muito"
"E acha que deveria?
Minha cabeça deu um nó. O prazer me cegava, parecia que eu era imcapaz de raciocinar. Mas aquela voz lá do fundo, a voz que sempre surge, sabia qual era a resposta.
"Não"
"E porquê?"
"O seu prazer é mais importante, Senhor. Estou aqui apenas para servi-lo"
Ele segurou meu cabelo com força, me olhou nos olhos e disse
" O seu prazer é meu. O seu corpo é meu. Eu possuo você, entendeu?!
Sua voz era firme, calma. Cada palavra penetrou na minha mente, ecoando nos meus pensamentos.

Ele levantou e me levou engatinhando até a sala. Me colocou de pé, com os braços e as pernas estendidos. Meus pés estavam amarrados entre uma barra de metal, tornando impossível fechar. Segurou firme no meu cabelo me obrigando a olhar para ele e disse "Quero que você conte cada chicotada que eu lhe der e depois agradeça. Serão 30. Se você se perder nas contas ou esquecer de dizer voltamos a estaca 0. Você pode falar apenas isso, entendeu?!"
Dito isso ele se posicionou atrás de mim e desferiu o primeiro golpe.

"Uma. Obrigada, Senhor"
E assim seguimos por um bom tempo, quando senti mais uma estalando nas minhas costas lembrei que deveria dizer. Qual era o número?
"Vinte e três. Obrigada" minha voz saiu cortada no final.
"Você errou, estamos no 24. Vamos voltar ao começo"
Nunca senti tanto prazer na sua voz. Ele estava apreciando cada segundo. 
Eu comecei a chorar, soluçar alto.
" Não, por favor. Eu não aguento, tá doendo muito"
Ele se aproximou, veio para minha frente segurando meu queixo e levantado minha cabeça.
"Eu sei, minha putinha. Vai doer mais ainda, já que você falou sem permissão. Mais 5 chicotadas"
Eu apenas chorei desesperada. Soluçava alto e não conseguia parar.
Ele continuou parado na minha frente, me olhando. Sua mão acariciava meu rosto. Alguns minutos depois eu me acalmei um pouco.
"Não perca as contas dessa vez" E voltou para o chicote.
Eu não conseguia parar de chorar mas, apesar disso, contei tudo certo dessa vez.
Ele ficou um tempo admirando as marcas no meu corpo. Senti ele se aproximando por trás, achei que ele ia me soltar mas ele puxou o plug que estava na minha bunda de uma vez e começou a me foder. Segurava minha cintura enquanto dava estocadas profundas no meu rabo. Meu corpo chacoalhava e eu sentia cada marca deixada por ele.

Não sabia descrever o que estava sentindo. A dor e o prazer pareciam ser uma coisa só naquele momento.
"Goza, minha putinha. Antes que o seu dono arrebente esse cuzinho de uma vez"
E assim eu fiz. Gozei loucamente.
Na hora de gozar ele segurou firme meu cabelo, eu senti o jato e depois seu leite escorrendo entre as minhas pernas.
Os dois estavam exaustos. Ele me tirou de lá e me levou até o cantinho no quarto. Prendeu a coleira no meu pescoço e me deixou ali. Se isso tudo aconteceu e ainda era sexta a noite, o que será que ele tinha planejado para o final de semana inteiro?
Eu deveria ficar assustada, eu sei. Mas não consegui esconder o sorriso no canto da boca.

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