Lembranças

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Eu estava deitada aos seus pés, com a coleira no pescoço e apenas de calcinha.Você estava sentado, assistindo o jogo na televisão e segurando a coleira.
Em determinado momento você liga o vibrador que estava na minha buceta e começa a brincar com as velocidades. Eu começo a gemer, me contorcer aos seus pés. "Quieta. Estou assistindo o jogo" Eu respiro fundo e tento controlar os meus gemidos. Você percebe o meu esforço e aumenta a velocidade do vibrador. Eu trinco o dente fazendo toda a força que tenho para não gemer. Não queria ser punida e muito menos desobediente.

Eu mudo de posição, tentado não me concentrar no vibrador. Sento entre as suas pernas. Você diminuiu a velocidade por um instante e quando começo a respirar aliviada a velocidade aumenta bruscamente. Eu consigo conter o gemido alto que estava prestes a sair da minha boca. Você se aproxima, passa a mão no meu pescoço seguindo em direção aos meus seios e diz "Muito bem. Continue quietinha. Não goze agora" Eu respiro fundo mais uma vez. Sua voz ecoa na minha cabeça e concentro todas as minhas forças nela. O meu desespero é nítido. Você apenas o observa com uma tranquilidade sádica. Alguns minutos depois escuto o barulho do seu zíper abrindo, você tira o vibrador lá de dentro passando os dedos no meu clitóris inchado. Testando os meu limites. Eu estava por um triz. "Levante, venha satisfazer o seu dono" Eu prontamente obedeço e sento no seu colo, movendo o meu quadril num vai e vem cadenciado. "Vamos minha putinha, goze. Sei que você está louca para isso" Não demora nada para que eu goze. Rebolando freneticamente em você e revirando os olhos. Você segura o meu rosto com força, apertando o meu seio com a outra mão. Me da uns tapas. Puxa meu cabelo mordendo meus seios. Coloca dois dedos na minha bunda me fazendo gritar. Eu me afasto e tento segurar a sua mao, surpreendida pela dor. Você me dá um tapa forte no rosto. "Esse cu é meu e eu uso ele a hora que eu quiser. Entendeu?!" "Sim" Outro tapa. "Sim o que?!" "Sim, Senhor. Me desculpe" Falei, me sentindo envergonhada. "Agora fique de quatro e abra bem essa bunda pra mim. Você está precisando lembrar a quem esse corpo pertence".

Meu corpo treme. Ia ser punida. Empino rapidamente para você e abro bem a bunda, sem nenhuma cerimônia você começa a foder o meu cu ao mesmo tempo que me dá tapas ardidos na bunda. Eu sinto aquela sensação de estar sendo arregaçada, o vai e vem me rasgando. O prazer era enorme. E ele caminhava junto com a dor. Você me come como um animal. Me devora. Sem piedade. Me fode até me deixar sem forças. Em todo o meu corpo havia marcas da sua presença. Eu estava em êxtase. Imersa. Quando está prestes a gozar segura minha cabeça com força e enfia o pau na minha boca, gozando lá mesmo, me fazendo engasgar derramando o seu leite. "Limpe tudo" E obedientemente eu limpo cada gota, não importa o lugar. "Boa menina" Um alívio. Achei que iria ser castigada severamente.

Já estavam os dois de banho tomado quando eu vou em direção a cama, exausta. "Onde você pensa que vai?!" Olhei confusa. Sem entender. Antes mesmo que eu tivesse tempo de me tocar você me pegou pelo cabelo e me fez ajoelhar em frente a cama. Amarrou meus braços, um em cada lado e depois minhas pernas, deixando de um jeito que era impossível fechar. Fiquei de joelhos, com o rosto virado para cama. Puxou minha cabeça pra cima me mostrando um plug enorme. "Achou que eu deixaria passar?! Não seja ingênua. O que você precisa é de disciplina. E você vai ter" Meu corpo se arrepiou inteiro, senti um verdadeiro pânico. "Me perdoe, Senhor. Não vai mais acontecer" falei desesperada. "Tenho certeza que não" disse colocando uma mordaça na minha boca. Você ignorou completamente o meu olhar de desespero, continuou me observando por alguns segundos e depois colocou o plug na minha bunda que ainda estava sensível e dolorida. Depois colocou prendedores nos meus mamilos e os apertou ao máximo. Se afastou e foi em direção ao armário, parecia estar escolhendo algo. É claro que ele não esqueceria. O plug enorme que estava em mim me fez lembrar isso. Senti suas mãos passeando calmamente pelo meu corpo quando disse "Agora fique aí. Quando voltar penso qual eu vou usar em você" E colocou dois tipos de chicotes, um de cada lado do meu rosto, na cama. "Mas já adianto: você não vai gostar de nenhum" E eu fiquei ali, sendo devorada pela antecipação tentando imaginar qual deles seria usado. Os dois me davam desespero.

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