Capítulo 6 (Parte I) - Taddeo

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Enfim...:)

Não vou voltar a me desculpar por já dei desculpas demais ou deixar vocês perderem tempo que poderiam estar lendo, só quero dizer: Obrigada pela paciência e apoio. Não sei o que seria de mim sem vocês!!!!

As postagens serão agora as terças e quintas e tb já temos data para publicação na Amazon, dia 04/07, então se preparem, porque já estou finalizando o livro e está do jeitinho que imaginei. Espero que gostem tanto quanto eu estou de contar essa história p vcs!

Mas vamos deixar de blábláblá e finalmente matar as saudades? Deliciem-se com nosso Futuro Duque!

^^

ps.: Quero muitos comentários para saber o que vocês acham e mostrarem o quanto estão felizes pela chegada dele. Vai que vem mais em breve?
ps.2: Nunca mais avisei isso, mas meu wattpad raramente consegue responder algum comentário, mas isso não me impede de me deliciar com o que vocês escrevem aqui. Leio tudo! <3

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No condado de West Midlands, área Rural ao sul de Bellini, capital da Campavia, ficava localizada a mansão de Caverswall em Staffordshire, que remonta ao início do século XVII e é composta por sete luxuosas suítes, seis quartos, 13 banheiros,três salas amplas com lareira de pedra, biblioteca, adega, duas cozinhas com despensa, casa de hóspedes, piscina, uma pequena capela, tudo isso rodeada por 12 mil metros quadrados de parque com árvores centenárias e até mesmo uma praia particular... Perfeita para uma família.

Perfeita para uma família... Uma família...

— Fez um ótimo investimento, Sr. Caravaggio — foi o que o gerente do banco disse no instante em que assinava o contrato de compra do imóvel.

Claro que ele achava aquilo, afinal, o banco acabara de ganhar milhões de euros com a negociação. Que era um ótimo investimento, eu não tinha dúvidas, não aplicaria muito dinheiro em algo que não valesse a pena, pois dava muito valor ao que fazia com o meu. Era aquilo, a nível financeiro, sabia estar fazendo mesmo a coisa certa, só não tinha tanta certeza sobre Eva, afinal, havia adquirido a propriedade que pertencera a sua família.

Não estava em meus planos a princípio, já que fora justamente para quitar as dívidas e recuperar aquele imóvel das mãos do banco que Eva exigira um montante absurdo no nosso pré-nupcial. Confesso, fiquei surpreso, mas não deveria, pois a diaba ruiva não passava de uma vadia interesseira, só que jamais pensei que fosse mesmo capaz de assinar um contrato abrindo mão do filho a troco de dinheiro. E mais: ainda que tivesse o dinheiro para acabar com as dívidas da família, não o fez. Deveria ter planos para ele no final do nosso casamento. Planos esses que não me interessavam, ou ao menos não queria que interessasse.

Depois de tudo, Eva apenas se provara ser igual a todos eles. Errado estava eu em chegar a amolecer mais uma vez por aquela mulher sem escrúpulos. Pensar nisso me irritava sobremaneira, mas já que ela queria brincar comigo, que tinha prazer em fazê-lo, ela cairia do cavalo, porque eu faria aquilo primeiro. Seria eu quem a faria sofrer todos os dias durante nosso ano de casados. Seria quem aproveitaria do seu corpo, apenas para o meu prazer e nada mais, dispensando-a depois como algo descartável. Seria eu fazê-la se arrepender por todo erro e pecado cometido.

Tentar administrar os sentimentos que me corroíam só não era mais difícil do que tentar não os transparecer. Em especial ao lado da minha família, que parecia sempre a espreita, esperando-nos dar um passo em falso ou deixar a máscara cair para descobrirem que o casamento não passava de uma farsa. Era exaustivo, para dizer o mínimo.

Uma Mentira Quase Nobre - Completo até 08/11Onde as histórias ganham vida. Descobre agora